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PRESIDENTE DA ALETO

Ao lado do governador Wanderlei, Amélio Cayres entrega kits do programa Mesa Farta no Bico do Papagaio

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A população de Augustinópolis recebeu, nesta segunda-feira, 17, a entrega simbólica de 500 kits de sementes de hortifrutis para pequenos produtores rurais do Bico do Papagaio. A ação faz parte do programa Mesa Farta, do Governo do Tocantins, e contou com a participação do presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto), deputado estadual Amélio Cayres (Republicanos), e demais lideranças políticas regionais.

Durante o evento, o chefe do Legislativo falou sobre o alcance e  o impacto do Programa para os moradores do Bico do Papagaio. “É uma região com muitos produtores familiares e temos que buscar sempre formas de fomentar esse segmento. Queremos trazer crescimento e mais oportunidades pro povo do Bico”, comentou Amélio Cayres.

Conforme o Governo, devem ser entregues 11 mil kits para agricultores familiares nos 139 municípios do Tocantins, prevendo beneficiar mais de 8 mil famílias com perfis de produção agrícola.

“Queremos melhorar a produção dos pequenos produtores e para isso estamos doando também o calcário para correção das terras mais ácidas, vamos doar adubo, sementes, além de semêm para melhorar a genética dos animais. Estamos lançando aqui em Augustinópolis essa doação de sementes para que tenham uma boa safra e possam melhorar a vida das pessoas, o orçamento familiar e os produtos  que vão colocar em nossas mesas”, ressaltou o governador Wanderlei.

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TOCANTINS

MPE pede indeferimento do registro de Gaguim ao Senado; defesa afirma que documentação já foi entregue

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O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu neste domingo, 23, o indeferimento do registro de Carlos Gaguim ao Senado pelo Tocantins. O pedido está relacionado a pendências na documentação apresentada pelo candidato e não à existência de causa de inelegibilidade.

No parecer encaminhado ao Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO), o procurador regional eleitoral Rodrigo Mark Freitas afirma que a análise dos documentos não identificou nenhuma das causas de inelegibilidade previstas na Lei Complementar nº 64/1990.

A Procuradoria apontou problemas em uma certidão relativa a processo da Justiça Federal, que não teria assinatura nem código para conferência de autenticidade. Também cobrou certidões de objeto e pé de dois processos relacionados ao candidato no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo o MPE, a apresentação de decisões isoladas desses casos não substitui os documentos exigidos pela legislação eleitoral.

O próprio parecer ressalta, contudo, que a documentação faltante ainda pode ser apresentada durante a fase ordinária do processo. Caso os documentos sejam juntados e não indiquem irregularidades, a pendência poderá ser considerada sanada.

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O pedido do MPE não equivale ao indeferimento da candidatura. O registro de Gaguim ainda depende de julgamento pela Justiça Eleitoral.

A equipe jurídica de Gaguim informa que os documentos e certidões solicitados pelo Ministério Público Eleitoral já foram apresentados e estão à disposição da Justiça Eleitoral para análise.

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