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Agência de Metrologia orienta consumidores sobre a compra de produtos carnavalescos

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O Carnaval, tradicional festa brasileira, é o momento em que adultos e crianças participam da folia com fantasias e adereços. Blocos, desfiles e animação tomam conta das ruas e do comércio, com o aumento da procura por esse tipo de produtos, o Governo do Tocantins, por meio da Agência de Metrologia, Avaliação da Conformidade, Inovação e Tecnologia do Estado do Tocantins (AEM) orienta os consumidores para que possam aproveitar o momento em segurança.

Para isso, é fundamental que o consumidor esteja atento às recomendações do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), que regulamenta produtos têxteis, como as fantasias carnavalescas e os adereços.

De acordo com o presidente da AEM, Ronan Dorneles de Sousa, o consumidor deve estar sempre atento à etiqueta do produto. “Todas as informações de fabricação devem estar presentes na etiqueta para que o usuário possa identificar se o produto pode ou não causar alguma reação alérgica”, informa o presidente.

Fantasia tem que ter etiqueta

O consumidor deve verificar se nos produtos têxteis, nas fantasias de Carnaval, há etiqueta informativa contendo (razão social, composição do produto, indicação de tamanho, CNPJ ou CPF, cuidados para lavagem e conservação). Tudo isso é importante para que o usuário evite reações alérgicas.

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Atenção especial para a Fantasia Infantil

No caso das fantasias de crianças, fique atento aos pequenos detalhes que podem ser riscos de acidentes: botões pequenos, lantejoulas e adesivos, que podem ser engolidos e causar engasgamento; zíperes sem proteção, que podem prender a pele; velcros que podem cortar a pele.

Acessório tem que ter certificação

Para o Inmetro, os acessórios de fantasia carnavalesca são considerados brinquedos, portanto devem ter o Selo de Certificação. Máscaras, tiaras, chapéu, bigode, espada, óculos, colares devem estar adequados à faixa etária e certificados.

Acessórios de modas e jóias de fantasias (tiara de princesa, colares, tornozeleiras, chapéu, bigode, espada, óculos) são classificados como brinquedo e, portanto, devem apresentar o selo do Inmetro. Assim, verifique a faixa etária, descrita na embalagem do produto e a presença do selo.

Consumidor bem informado para uma folia tranquila

Vale ressaltar que é de suma importância que o consumidor exija a nota fiscal, pois o documento é a garantia no caso de troca, direitos e reclamações. Caso o consumidor encontre produtos sendo comercializados sem o Selo do Inmetro, pode registar a ocorrência na Ouvidoria da Agência de Metrologia, por meio do endereço eletrônico [email protected]. ou no telefone 3218-2076.

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Justiça Federal disponibiliza canal de atendimento para vítimas de crimes e atos infracionais

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A Justiça Federal disponibilizou o Canal de Atendimento às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais  com o objetivo de ampliar o acesso à informação e fortalecer a rede de proteção às pessoas em situação de vulnerabilidade. O serviço é voltado ao acolhimento e à orientação de vítimas e testemunhas de violência, oferecendo suporte inicial e encaminhamento para os órgãos competentes em cada caso.
Por meio do canal, a pessoa interessada pode enviar seu relato e receber informações sobre procedimentos legais, além de orientações sobre os serviços disponíveis na rede de atendimento. O atendimento é realizado com garantia de sigilo, respeito e acolhimento às informações prestadas.
A iniciativa busca facilitar o acesso da população aos seus direitos, especialmente em situações que envolvam violência, crimes ou atos infracionais, reforçando os mecanismos de proteção e apoio às vítimas.
Os interessados podem solicitar atendimento pelo site oficial da Justiça Federal no Tocantins, no endereço https://www.trf1.jus.br/sjto/home/. Após acessar a página, basta clicar no menu “Serviços” e selecionar a opção “Canal de Atendimento às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais”. Também é possível entrar em contato diretamente pelo e-mail [email protected].
Com a criação do canal, a Justiça Federal amplia o acesso da população a informações e orientações, garantindo atendimento seguro e humanizado para pessoas que necessitam de apoio em situações de vulnerabilidade.

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