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Adapec realiza ações de controle da raiva animal na Ilha do Bananal

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A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) iniciou no último dia 6, e segue até o próximo dia 13, uma ação de captura de morcegos hematófagos, na Ilha do Bananal. A equipe está visitando aldeias e orientando os indígenas e retireiros sobre os cuidados, transmissão e como identificar se um animal contraiu a raiva dos herbívoros transmitida pelo morcego hematófago.

Segundo a Adapec, o objetivo desta ação é controlar a raiva dos herbívoros no rebanho de bovídeos na Ilha do Bananal, por meio da captura de morcegos hematófagos, monitoramento dos abrigos já cadastrados e identificação de novos abrigos e promover um trabalho de educação sanitária naquela localidade.

“Nestes primeiros dias já identificamos novos abrigos de morcegos hematófagos na região, principalmente em árvores ocas. E algumas carcaças de animais mortos foram localizadas próximas a estes pontos de riscos, que por meio das investigações epidemiológica, suspeitamos que estejam relacionadas à raiva dos herbívoros,” disse o inspetor de defesa agropecuária da Adapec, José Veloso Júnior, que integra a equipe que está na Ilha do Bananal.

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A raiva dos herbívoros é uma doença fatal e que causa grandes prejuízos econômicos aos produtores rurais. A zoonose também é um desafio para a saúde pública, uma vez que o morcego hematófago, principal transmissor da doença, também pode atacar humanos.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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