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HOSPITAL GERAL DE PALMAS

Serviço de fonoaudiologia do HGP auxilia na recuperação de pacientes

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A fonoaudiologia hospitalar busca ampliar as perspectivas prognósticas, contribuindo com a redução do tempo de internação e da taxa de reinternações, proporcionando autonomia na alimentação e comunicação, fazendo diferença na qualidade de vida dos diversos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). No Hospital Geral de Palmas (HGP), os usuários internados para tratamento, contam com uma equipe de fonoaudiólogos qualificados que prestam assistência diariamente aos seus pacientes. No último quadrimestre de 2024, o serviço registrou quase três mil atendimentos, incluindo recém-nascidos, crianças, adultos e idosos.

“São realizados atendimentos aos pacientes nos leitos, com quadro de disfagia, alterações respiratórias e alterações de fala e linguagem, independente de suas patologias e de seu local de internação ou especialidade ambulatorial. O fonoaudiólogo hospitalar ingressa na equipe atuando de forma multidisciplinar com o objetivo de prevenir e reduzir possíveis complicações clínica, no que se refere à deglutição, respiração e comunicação, de maneira segura e eficaz”, explicou a coordenadora do Serviço de Fonoaudiologia do HGP, Patrícia da Costa Pinheiro Gomide.

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A especialista acrescentou que, “o fonoaudiólogo está inserido na instituição hospitalar e ambulatorial atendendo recém-nascidos, crianças, adultos e idosos, respondendo chamados para avaliar a via de alimentação segura para o paciente naquele momento, via de curta permanência, Sonda Nasoenteral, ou de longa permanência Gastronomia, a possível reintrodução de alimentação por via oral, a manutenção ou a retirada de dispositivos respiratórios (traqueostomia) e as alterações de linguagem e fala dos pacientes internados e pacientes atendidos no Ambulatório de especialidades”, comentou.

No HGP, são atendidos pacientes adultos e pediátricos desde a porta de entrada do pronto-socorro até a internação nas alas, percorrendo pelas salas vermelha e amarela adulta e pediátrica, salas verdes pediátricas, unidade do AVC, unidade de internação rápida (UIR) unidade de pós-operatório (UPO), retaguarda, salas de medicação, unidades de internação adulta e pediátrica, unidade de cuidados paliativos, serviço de atenção domiciliar (SAD). Além de participar dos serviços ambulatoriais da unidade como ambulatório de traqueostomia pediátrica, ambulatório de reconstrução crânio facial e ambulatório de oncologia de cabeça e pescoço.

Dedicação

A fonoaudióloga Saionara Miranda, trabalha há  10 anos na unidade e integra a equipe de Fonoaudiologia do HGP, que recebeu o paciente Antônio Carlos após  ser acometida por um acidente vascular cerebral. “Tivemos a  oportunidade de acompanhar a estabilização, o  processo terapêutico intensivo onde observamos ao longo de 19 dias como esse paciente superou tantas dificuldades com adesão satisfatória ao processo terapêutico e hoje acompanhar a alta dele  para o domicílio  é muito satisfatório. Cada paciente que nós atendemos marca uma história em nossa vida e dá significado ao porquê estamos aqui!” , declarou.

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“Dedico-me ao serviço de fonoaudiologia no HGP com amor e compromisso. Minha missão é oferecer cuidado digno e especializado, contribuindo para a reabilitação dos pacientes e a retomada de suas atividades com qualidade de vida. Ver o progresso de cada paciente atendido é a maior recompensa, renovando, todos os dias, minha paixão pela profissão”, disse a fonoaudióloga, Verônica Giuliane de Araújo Ribeiro, que atua no HGP, há 19 anos.

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SAÚDE

No Dia Mundial de Proteção ao Aleitamento Materno, Governo do Tocantins destaca ações de incentivo à amamentação

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No Dia Mundial de Proteção ao Aleitamento Materno, celebrado nesta quinta-feira, 21, o Governo do Tocantins destaca o fortalecimento de ações de incentivo e apoio à amamentação. No Hospital e Maternidade Dona Regina Siqueira Campos (HMDR), em Palmas, a hora dourada (Golden Hour) é considerada uma etapa fundamental para o sucesso do aleitamento materno.

A hora dourada, período que compreende os primeiros 60 minutos de vida do bebê, é decisiva para a adaptação ao ambiente externo, o contato pele a pele imediato e o início da amamentação, fatores que contribuem para o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho. O clampeamento oportuno do cordão umbilical e o estímulo à amamentação na primeira hora de vida estão entre as medidas priorizadas pelas equipes de saúde da unidade hospitalar.

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Felinto, destaca a importância das ações desenvolvidas nas maternidades estaduais. “As nossas equipes estão capacitadas para garantir as práticas de estímulo à amamentação, promovendo um atendimento mais seguro, humanizado e acolhedor às mães e aos recém-nascidos”, pontua.

Hora dourada

A recomendação é que o contato pele a pele seja mantido por pelo menos uma hora. Em partos normais, esse tempo costuma ser facilmente preservado. Já nas cesarianas, o período pode ser reduzido devido aos procedimentos cirúrgicos e à necessidade de transferência da paciente, mas mesmo em intervalos menores já apresentam benefícios importantes.

A médica pediatra Bruna Muller explica que o contato pele a pele é uma das práticas mais importantes da Golden Hour. “O contato ajuda o recém-nascido a fazer essa transição da vida intrauterina para o ambiente externo, de forma mais tranquila e segura. Quando o bebê é colocado no colo da mãe logo após o nascimento, ele reconhece a voz, o cheiro, o calor e os batimentos cardíacos que já conhecia dentro da barriga. Isso favorece a regulação da respiração, da temperatura corporal e dos batimentos cardíacos, além de fortalecer o vínculo afetivo entre mãe e filho”, ressalta.

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A paciente Ana Keila Lopes Soares compartilhou a emoção de vivenciar o contato pele a pele logo após o nascimento do seu bebê no Hospital e Maternidade Dona Regina. “Já é o meu quarto filho e, em todas as experiências, tive esse contato pele a pele após o nascimento, o que determinou o sucesso da amamentação. Quando o bebê nasce e é colocado no colo, a gente sente que está tudo bem, que ele está saudável. O contato é totalmente diferente, muito mais intenso”, enfatizou.

Mãe pela primeira vez, Débora Letícia Barbosa Costa relatou a emoção de vivenciar a hora dourada após o parto. “Eu já conhecia a importância desse momento antes mesmo do nascimento do meu bebê. Quando ele nasceu e foi colocado no meu peito ainda na sala de parto, senti um alívio muito grande por vê-lo bem e comigo. Foi um momento muito marcante na minha vida como mãe. Consegui amamentá-lo ainda na primeira hora de vida. Apesar das dificuldades iniciais, a equipe foi muito parceira, me ajudou e me acolheu. Todo mundo que me atendeu me fez sentir respeitada e segura durante o parto”, salientou.

Além do cuidado humanizado e das ações de incentivo ao aleitamento materno, o Hospital e Maternidade Dona Regina também se destaca pelos números expressivos na assistência materno-infantil. Em março deste ano, a unidade alcançou a marca de 436 partos realizados, refletindo a atuação da equipe na assistência materno-infantil. Desse total, 184 foram partos normais, correspondendo a 42% dos procedimentos, enquanto 252 ocorreram por cesariana, representando 58% dos nascimentos registrados no período. Os dados evidenciam o compromisso da unidade em garantir atendimento seguro e qualificado às gestantes, respeitando as necessidades clínicas de cada caso.

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Estrutura e suporte

A Equipe Matricial de Humanização (EMH) da maternidade é composta por profissionais como fisioterapeuta, enfermeira, psicólogas, assistentes sociais e administrativa. Mensalmente, é realizado um conjunto de ações voltadas à preparação de gestantes e acompanhantes. Entre as atividades, está o curso de preparação para o parto, ofertado em formato presencial e on-line, oficina de amamentação ofertada a cada dois meses de forma on-line, sob orientação de uma profissional de fonoaudiologia, com apoio da equipe de humanização.

Outro serviço disponível é a visita guiada à maternidade, momento em que gestantes e acompanhantes conhecem a estrutura e o fluxo de atendimento. A atividade é agendada e ocorre, em geral, às terças-feiras, podendo haver datas extras conforme a demanda. Para garantir melhor organização e acolhimento, os grupos são reduzidos.

As iniciativas têm como objetivo preparar as gestantes para o parto, o nascimento e os primeiros cuidados com o bebê, incluindo orientações sobre a Golden Hour e o início da amamentação ainda nas primeiras horas de vida.

Aleitamento materno

O leite materno é o melhor alimento para bebês e a forma de proteção mais eficiente para diminuir as taxas de mortalidade infantil. Segundo o Ministério da Saúde, a amamentação é capaz de reduzir em até 13% os índices de mortes de crianças menores de cinco anos.

O aleitamento materno protege a criança da diarreia, de infecções respiratórias e alergias, além de evitar o risco de desenvolver hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade na vida adulta. Mães que amamentam também são protegidas em relação a diversas doenças. O Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os dois anos de idade ou mais e, de forma exclusiva, nos seis primeiros meses de vida.

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