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SAÚDE MENTAL MATERNA

No Maio Furta-Cor, SES-TO alerta para cuidado com a saúde mental materna

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) promoveu, na quinta-feira, 18, evento alusivo ao Maio Furta-Cor, campanha que visa o cuidado com a saúde mental materna. A Equipe Matricial de Humanização do Hospital e Maternidade Dona Regina Siqueira Campos (HMDR) realizou um momento de conscientização com as gestantes e puérperas, bem como servidores da equipe multiprofissional.

Segundo a organizadora da ação e psicóloga, Fabiana Fleury, “a Campanha é pouco conhecida, mas dentro da unidade já são realizadas ações de cuidado com a saúde mental materna. Nós oferecemos às gestantes o curso on-line pré-natal psicológico que auxilia no cuidado com a saúde mental das futuras mães. Nesta ação específica do Maio Furta-Cor, levamos às pacientes e aos servidores a necessidade do cuidado psicológico”.

 A enfermeira Goiamara Gonçalves, relata que há pouco tempo teve conhecimento sobre o tema. “É uma novidade para mim, eu vi recentemente pelas redes sociais e achei bem válido, pois realmente há essas nuances. A maternidade não é uma constância, sendo necessário serenidade para enfrentar todos os desafios, seja como mãe ou cuidadora das mães que estão na unidade”.

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A paciente Elizete Ferreira de Sousa, que está internada na ala de alto risco do HMDR, contou que “nunca tinha ouvido falar sobre o maio furta-cor, mas acho importante cuidar da mente, principalmente na gravidez que a gente sente muitas emoções”.

Maio Furta Cor

A Campanha Maio Furta-Cor é uma ação comunitária e democrática que busca sensibilizar a população para a causa da saúde mental materna. A Campanha busca realizar ações de conscientização sobre a saúde mental materna ao longo do mês de maio, data que é celebrado o dia das mães. O nome Furta-Cor é uma cor cuja tonalidade se altera de acordo com a luz que recebe, não tendo uma cor absoluta.

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SAÚDE

SES-TO articula ações para fortalecer assistência à saúde em territórios quilombolas

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Com o objetivo de identificar desafios e fortalecer as ações da Atenção Primária nos territórios, a Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) está alinhando ações para a realização de oficinas voltadas à saúde da população quilombola. A iniciativa conta com a parceria do Ministério da Saúde, de órgãos estaduais e de municípios.

As primeiras oficinas estão previstas para ocorrer nas regiões Sudeste e Amor Perfeito. O município de Dianópolis sediará a etapa inicial, em maio, e Mateiros deve receber a programação no mês de junho. A proposta é expandir a ação para todas as regiões com presença de comunidades quilombolas. Atualmente, existem 12.881 quilombos no Tocantins, sendo 43 reconhecidos pela Fundação Palmares e 54 pela Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais.

A estratégia prioriza a escuta dos gestores municipais da Atenção Primária que atuam diretamente nesses territórios, permitindo um diagnóstico mais preciso das condições de atendimento, considerando as particularidades sociais, culturais e geográficas das comunidades quilombolas no estado.

Do Núcleo de Equidade de Gênero, Raça e Etnia da SES-TO, Paula Rey Vilela explicou que o foco é compreender a realidade dos municípios para qualificar as políticas públicas. “Vamos dialogar com os gestores da Atenção Primária que atuam em territórios quilombolas, entender as dificuldades e levantar um diagnóstico situacional. A partir disso, buscaremos fortalecer as políticas de equidade no estado e subsidiar a construção da política estadual de saúde da população negra e quilombola.”

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Ela destacou ainda que as oficinas vão abordar temas como racismo institucional, acolhimento qualificado e as especificidades culturais dessas comunidades. “Muitas vezes, os profissionais não têm preparo para lidar com essas realidades, o que impacta diretamente no atendimento. A proposta é ampliar essa compreensão e melhorar o cuidado”, completou.

Para a diretora de Políticas para Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Igualdade Social, Bianca Pereira, a iniciativa contribui para ampliar o olhar sobre a saúde pública no estado. “É fundamental pensar a saúde para além do contexto urbano, considerando as especificidades dos territórios quilombolas. As oficinas são uma oportunidade de escuta ativa, que vão permitir entender melhor o acesso à saúde nessas comunidades e aprimorar as ações desenvolvidas.”

O assessor do Ministério da Saúde, Fernando Nunes Alves, ressaltou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Estamos aqui para somar esforços e contribuir com a construção de políticas públicas mais efetivas. O Ministério atua na promoção da igualdade racial e no enfrentamento das desigualdades dentro do SUS, e esse trabalho integrado é essencial para garantir um atendimento mais justo à população quilombola.”

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Durante a reunião, também foi apresentada a Portaria GM/MS nº 9.572, de 22 de dezembro de 2025, que institui incentivo financeiro de custeio mensal para equipes de Saúde da Família que atuam em áreas com população quilombola. A medida busca fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e promover maior equidade no acesso aos serviços.

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