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Hospital e Maternidade Dona Regina promove capacitação sobre método canguru

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Na manhã da quarta-feira, 14, no Anexo I da Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) teve início o ‘Curso de Sensibilização do Método Canguru’, promovido pela coordenação do serviço do Hospital e Maternidade Dona Regina Siqueira Campos (HMDR). O treinamento é direcionado aos servidores da unidade hospitalar e de outras maternidades administradas pela Pasta. A capacitação segue até sexta-feira, 16.

A assistente social e coordenadora do método canguru no HMDR, Guiomar Campos da Silva Dias, explica que este é o segundo curso do ano. “Fizemos uma capacitação em março, e esperamos realizar outra em outubro, a fim que todos os servidores da unidade participem”, afirmou, acrescentando que “o intuito desta capacitação é informar aos servidores sobre a relevância do método canguru, para que eles sejam multiplicadores das boas práticas aqui apresentadas. Pois o nosso trabalho interfere muito no desenvolvimento dos bebês prematuros”.

A diretora de integração multiprofissional do HMDR, Kevilly Amaral, agradeceu a todos os servidores pela participação e afirmou que “o método canguru é de extrema importância, pois ele não é um setor, mas um processo de trabalho inserido dentro das maternidades. E no decorrer do curso todos poderão perceber como ele é importante, e colocá-lo em prática”.

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A estagiária de nutrição, Débora de Sousa Barbosa, atua no Banco de Leite Humano do HMDR e afirma que “eu tenho pouco conhecimento sobre o método canguru, mas participar desse momento creio que vai agregar muita informação e ampliar minha visão sobre o tema”.

O curso foi aberto para a participação de servidores de outras maternidades administradas pela SES-TO. A fisioterapeuta, Gabriela Santos Silva Lustosa, que atua no Hospital Regional de Miracema (HRM), unidade que também oferta serviço obstétrico, é uma das participantes da capacitação. “Eu e minhas duas colegas do HRM viemos fazer o curso, eu atuo no pré-parto, mas ainda não tinha feito um curso nessa área, e é importantíssimo participarmos desse momento para conhecermos sobre o método”.

Método canguru

É um modelo de assistência aos recém-nascidos prematuros e seus pais, que consiste no cuidado humanizado por meio do contato pele a pele (posição canguru) do bebê com sua mãe ou com seu pai de forma gradual. O método canguru promove o vínculo afetivo entre pais e bebê, estímulo à amamentação, desenvolvimento do recém-nascido, além de outros benefícios.

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SAÚDE

SES-TO articula ações para fortalecer assistência à saúde em territórios quilombolas

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Com o objetivo de identificar desafios e fortalecer as ações da Atenção Primária nos territórios, a Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) está alinhando ações para a realização de oficinas voltadas à saúde da população quilombola. A iniciativa conta com a parceria do Ministério da Saúde, de órgãos estaduais e de municípios.

As primeiras oficinas estão previstas para ocorrer nas regiões Sudeste e Amor Perfeito. O município de Dianópolis sediará a etapa inicial, em maio, e Mateiros deve receber a programação no mês de junho. A proposta é expandir a ação para todas as regiões com presença de comunidades quilombolas. Atualmente, existem 12.881 quilombos no Tocantins, sendo 43 reconhecidos pela Fundação Palmares e 54 pela Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais.

A estratégia prioriza a escuta dos gestores municipais da Atenção Primária que atuam diretamente nesses territórios, permitindo um diagnóstico mais preciso das condições de atendimento, considerando as particularidades sociais, culturais e geográficas das comunidades quilombolas no estado.

Do Núcleo de Equidade de Gênero, Raça e Etnia da SES-TO, Paula Rey Vilela explicou que o foco é compreender a realidade dos municípios para qualificar as políticas públicas. “Vamos dialogar com os gestores da Atenção Primária que atuam em territórios quilombolas, entender as dificuldades e levantar um diagnóstico situacional. A partir disso, buscaremos fortalecer as políticas de equidade no estado e subsidiar a construção da política estadual de saúde da população negra e quilombola.”

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Ela destacou ainda que as oficinas vão abordar temas como racismo institucional, acolhimento qualificado e as especificidades culturais dessas comunidades. “Muitas vezes, os profissionais não têm preparo para lidar com essas realidades, o que impacta diretamente no atendimento. A proposta é ampliar essa compreensão e melhorar o cuidado”, completou.

Para a diretora de Políticas para Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Igualdade Social, Bianca Pereira, a iniciativa contribui para ampliar o olhar sobre a saúde pública no estado. “É fundamental pensar a saúde para além do contexto urbano, considerando as especificidades dos territórios quilombolas. As oficinas são uma oportunidade de escuta ativa, que vão permitir entender melhor o acesso à saúde nessas comunidades e aprimorar as ações desenvolvidas.”

O assessor do Ministério da Saúde, Fernando Nunes Alves, ressaltou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Estamos aqui para somar esforços e contribuir com a construção de políticas públicas mais efetivas. O Ministério atua na promoção da igualdade racial e no enfrentamento das desigualdades dentro do SUS, e esse trabalho integrado é essencial para garantir um atendimento mais justo à população quilombola.”

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Durante a reunião, também foi apresentada a Portaria GM/MS nº 9.572, de 22 de dezembro de 2025, que institui incentivo financeiro de custeio mensal para equipes de Saúde da Família que atuam em áreas com população quilombola. A medida busca fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e promover maior equidade no acesso aos serviços.

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