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AÇÃO EDUCATIVA

Hospital de Porto Nacional realiza ação educativa sobre segurança dos pacientes

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O Hospital Regional de Porto Nacional (HRPN) aderiu à campanha ‘Abril pela Segurança do Paciente’ e realiza na quinta-feira, 27, ação educativa para todos os servidores, pacientes e acompanhantes, sobre a importância dos cuidados para evitar eventos adversos durante a internação.

O evento organizado pelas equipes do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP), do Núcleo de Educação Permanente (NEP) e da Coordenação de Enfermagem da unidade, tem jogos interativos, palestras, relatos de vivências dos servidores, pacientes e acompanhantes e abordagem de todas as metas internacionais de segurança.

A coordenadora do NSP do hospital, Talita Rocha destacou que “o Abril da Segurança tem como objetivo levar informação e educação aos servidores e pacientes e incentivar a cultura de segurança para uma mudança de comportamento, e adequar o hospital às metas internacionais, principalmente quanto à notificação de eventos adversos”.

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), vários estudos apontam que cerca de 10% dos pacientes internados sofrem algum tipo de evento adverso (EA) em serviços de saúde. Entende-se por EA, o incidente que resulta em dano à saúde. Desta forma, medidas de prevenção precisam ser adotadas com vistas a reverter tal panorama nos serviços de saúde.

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O diretor geral do HRPN, Welson de Almeida Pinto, afirmou que “a segurança do paciente deve ser compreendida como uma prioridade do cuidar, onde as equipes  devem adotar a redução de erros e tornar a segurança do cuidado num processo contínuo de assistência ao paciente”.

O evento tem apoio do Projeto Paciente Seguro, do Ministério da Saúde (MS) em parceria com o Hospital Moinhos de Vento de Porto Alegre/RS, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS). O HRPN foi contemplado com este projeto do Ministério da Saúde desde março de 2022.

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SAÚDE

SES-TO articula ações para fortalecer assistência à saúde em territórios quilombolas

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Com o objetivo de identificar desafios e fortalecer as ações da Atenção Primária nos territórios, a Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) está alinhando ações para a realização de oficinas voltadas à saúde da população quilombola. A iniciativa conta com a parceria do Ministério da Saúde, de órgãos estaduais e de municípios.

As primeiras oficinas estão previstas para ocorrer nas regiões Sudeste e Amor Perfeito. O município de Dianópolis sediará a etapa inicial, em maio, e Mateiros deve receber a programação no mês de junho. A proposta é expandir a ação para todas as regiões com presença de comunidades quilombolas. Atualmente, existem 12.881 quilombos no Tocantins, sendo 43 reconhecidos pela Fundação Palmares e 54 pela Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais.

A estratégia prioriza a escuta dos gestores municipais da Atenção Primária que atuam diretamente nesses territórios, permitindo um diagnóstico mais preciso das condições de atendimento, considerando as particularidades sociais, culturais e geográficas das comunidades quilombolas no estado.

Do Núcleo de Equidade de Gênero, Raça e Etnia da SES-TO, Paula Rey Vilela explicou que o foco é compreender a realidade dos municípios para qualificar as políticas públicas. “Vamos dialogar com os gestores da Atenção Primária que atuam em territórios quilombolas, entender as dificuldades e levantar um diagnóstico situacional. A partir disso, buscaremos fortalecer as políticas de equidade no estado e subsidiar a construção da política estadual de saúde da população negra e quilombola.”

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Ela destacou ainda que as oficinas vão abordar temas como racismo institucional, acolhimento qualificado e as especificidades culturais dessas comunidades. “Muitas vezes, os profissionais não têm preparo para lidar com essas realidades, o que impacta diretamente no atendimento. A proposta é ampliar essa compreensão e melhorar o cuidado”, completou.

Para a diretora de Políticas para Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Igualdade Social, Bianca Pereira, a iniciativa contribui para ampliar o olhar sobre a saúde pública no estado. “É fundamental pensar a saúde para além do contexto urbano, considerando as especificidades dos territórios quilombolas. As oficinas são uma oportunidade de escuta ativa, que vão permitir entender melhor o acesso à saúde nessas comunidades e aprimorar as ações desenvolvidas.”

O assessor do Ministério da Saúde, Fernando Nunes Alves, ressaltou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Estamos aqui para somar esforços e contribuir com a construção de políticas públicas mais efetivas. O Ministério atua na promoção da igualdade racial e no enfrentamento das desigualdades dentro do SUS, e esse trabalho integrado é essencial para garantir um atendimento mais justo à população quilombola.”

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Durante a reunião, também foi apresentada a Portaria GM/MS nº 9.572, de 22 de dezembro de 2025, que institui incentivo financeiro de custeio mensal para equipes de Saúde da Família que atuam em áreas com população quilombola. A medida busca fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e promover maior equidade no acesso aos serviços.

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