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Hemorrede Tocantins recebe reforços de grupos de motociclistas

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Em uma campanha denominada ‘Doe Vida’, grupos de motociclistas reforçaram os estoques da Hemorrede Tocantins. As atividades ocorreram de 28 de agosto a 02 de setembro, nos municípios de Araguaína, Gurupi, Augustinópolis e Porto Nacional. O encerramento, no sábado, 02, contou com uma motoata, com cerca de 100 motociclistas que foram até o Hemocentro Coordenador de Palmas (HCP), para doarem sangue.

Segundo a responsável técnica pela captação de doadores, do Hemocentro Coordenador de Palmas, Robéria Fernandes, “ações como essa são sempre bem vinda. Os nossos estoques estão quase sempre abaixo do necessário, estamos articulando ações como esta, para que possamos ter um estoque satisfatório,  e possa atender todas as demandas dos hospitais públicos e privados, cirurgias eletivas e que, em nenhum momento, venha a faltar”.

Segundo Fernando Lucas, que é vice-diretor do Moto Clube Esquadrão de Cristo Base Palmas, “buscando contribuir com a captação de sangue no Tocantins, os grupos motociclísticos promoveram a segunda edição dessa ação que visa conscientizar a população da importância da doação de sangue, tendo em vista que o estoque de sangue está baixo e esse ano a meta foi batida, conquistando o objetivo com centenas de doações”.

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O presidente do Moto Clube Viver Pra Rodar, Valdeir Braga, foi um dos doadores. “Infelizmente as pessoas só vão doar sangue somente quando surge a necessidade da doação para um parente ou amigo. Precisamos mudar esse pensamento para que os nossos estoques não cheguem a níveis críticos, a importância da doação de sangue precisa ser feita durante todo o ano.”

Doação
Para ser doador de sangue é necessário ter 18 anos completos, pesar mais de 50 kg e estar em boas condições de saúde. Além disso, é necessário prestar as informações verídicas para as equipes durante o procedimento de triagem, estar bem alimentado e não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas, antes da doação.

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SAÚDE

SES-TO articula ações para fortalecer assistência à saúde em territórios quilombolas

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Com o objetivo de identificar desafios e fortalecer as ações da Atenção Primária nos territórios, a Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) está alinhando ações para a realização de oficinas voltadas à saúde da população quilombola. A iniciativa conta com a parceria do Ministério da Saúde, de órgãos estaduais e de municípios.

As primeiras oficinas estão previstas para ocorrer nas regiões Sudeste e Amor Perfeito. O município de Dianópolis sediará a etapa inicial, em maio, e Mateiros deve receber a programação no mês de junho. A proposta é expandir a ação para todas as regiões com presença de comunidades quilombolas. Atualmente, existem 12.881 quilombos no Tocantins, sendo 43 reconhecidos pela Fundação Palmares e 54 pela Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais.

A estratégia prioriza a escuta dos gestores municipais da Atenção Primária que atuam diretamente nesses territórios, permitindo um diagnóstico mais preciso das condições de atendimento, considerando as particularidades sociais, culturais e geográficas das comunidades quilombolas no estado.

Do Núcleo de Equidade de Gênero, Raça e Etnia da SES-TO, Paula Rey Vilela explicou que o foco é compreender a realidade dos municípios para qualificar as políticas públicas. “Vamos dialogar com os gestores da Atenção Primária que atuam em territórios quilombolas, entender as dificuldades e levantar um diagnóstico situacional. A partir disso, buscaremos fortalecer as políticas de equidade no estado e subsidiar a construção da política estadual de saúde da população negra e quilombola.”

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Ela destacou ainda que as oficinas vão abordar temas como racismo institucional, acolhimento qualificado e as especificidades culturais dessas comunidades. “Muitas vezes, os profissionais não têm preparo para lidar com essas realidades, o que impacta diretamente no atendimento. A proposta é ampliar essa compreensão e melhorar o cuidado”, completou.

Para a diretora de Políticas para Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Igualdade Social, Bianca Pereira, a iniciativa contribui para ampliar o olhar sobre a saúde pública no estado. “É fundamental pensar a saúde para além do contexto urbano, considerando as especificidades dos territórios quilombolas. As oficinas são uma oportunidade de escuta ativa, que vão permitir entender melhor o acesso à saúde nessas comunidades e aprimorar as ações desenvolvidas.”

O assessor do Ministério da Saúde, Fernando Nunes Alves, ressaltou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Estamos aqui para somar esforços e contribuir com a construção de políticas públicas mais efetivas. O Ministério atua na promoção da igualdade racial e no enfrentamento das desigualdades dentro do SUS, e esse trabalho integrado é essencial para garantir um atendimento mais justo à população quilombola.”

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Durante a reunião, também foi apresentada a Portaria GM/MS nº 9.572, de 22 de dezembro de 2025, que institui incentivo financeiro de custeio mensal para equipes de Saúde da Família que atuam em áreas com população quilombola. A medida busca fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e promover maior equidade no acesso aos serviços.

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