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Governo do Tocantins inicia 2023 batendo recorde e realiza 690 cirurgias eletivas em janeiro

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) divulgou na quinta-feira, 02, o balanço das cirurgias eletivas realizadas pelas unidades hospitalares geridas pela Pasta, pelos hospitais municipais e os particulares conveniados. Dados da Central Estadual de Regulação (CER) apontam que foram feitos 690 procedimentos eletivos, número 69% maior que o mesmo período de 2022, foram realizados 408.

Os procedimentos foram de 14 especialidades, com destaque para a cirurgia geral e ginecologia, que representam 33% e 29% do total, respectivamente. “Este número é significativo visto que janeiro é um mês em que muitos profissionais tiram férias e consequentemente as equipes ficam reduzidas. O quantitativo maior que o ano passado também mostra que nossos servidores seguem engajados no projeto de diminuir o tempo de espera das pessoas que ainda aguardam por uma cirurgia”, destacou o titular da SES-TO, Afonso Piva de Santana.

O gestor da Pasta acrescentou que “para os próximos meses a nossa meta é ampliar este número e se Deus permitir, fechar 2023 superando 2022, quando foram feitas mais de 10 mil cirurgias. Dar uma resposta rápida e eficaz à população é uma determinação do governador Wanderlei Barbosa e com a ajuda da equipe extraordinária que temos na Saúde tocantinense, vamos conseguir!”, afirmou.

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Morador de Porto Nacional, o paciente Nelson Costa, realizou procedimento, no Hospital Geral de Palmas (HGP) e falou sobre o atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS), tocantinense. “Esta é a segunda cirurgia que faço aqui em menos de um ano. Dessa eu só precisei esperar quatro meses e estou sendo bem atendido”.

Há quase dois anos, Erilene Alves aguardava por uma cirurgia de histerectomia e foi acolhida pelo Hospital Regional de Alvorada. “Sou muito grata a Deus e ao Governo que organizou todo o hospital de Alvorada e consegui fazer minha cirurgia aqui na minha cidade. Tenho nem palavras para agradecer o tratamento que tenho recebido, em especial da doutora Daniele que foi um anjo”, afirmou.

Dados

Dados da CER apontam que em 2021, foram feitas 2.731 cirurgias e 10.617 em 2022. “O número contabilizado hoje é maior que o divulgado no final do ano, devido à atualização por parte dos municípios conveniados, que ainda não tinham conseguido inserir suas produções no sistema. Estamos trabalhando para que nos próximos meses todas as unidades estejam alinhadas e alimentando os dados em tempo real”, esclareceu a superintendente de Políticas e Atenção à Saúde, Juliana Veloso.

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SAÚDE

SES-TO articula ações para fortalecer assistência à saúde em territórios quilombolas

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Com o objetivo de identificar desafios e fortalecer as ações da Atenção Primária nos territórios, a Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) está alinhando ações para a realização de oficinas voltadas à saúde da população quilombola. A iniciativa conta com a parceria do Ministério da Saúde, de órgãos estaduais e de municípios.

As primeiras oficinas estão previstas para ocorrer nas regiões Sudeste e Amor Perfeito. O município de Dianópolis sediará a etapa inicial, em maio, e Mateiros deve receber a programação no mês de junho. A proposta é expandir a ação para todas as regiões com presença de comunidades quilombolas. Atualmente, existem 12.881 quilombos no Tocantins, sendo 43 reconhecidos pela Fundação Palmares e 54 pela Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais.

A estratégia prioriza a escuta dos gestores municipais da Atenção Primária que atuam diretamente nesses territórios, permitindo um diagnóstico mais preciso das condições de atendimento, considerando as particularidades sociais, culturais e geográficas das comunidades quilombolas no estado.

Do Núcleo de Equidade de Gênero, Raça e Etnia da SES-TO, Paula Rey Vilela explicou que o foco é compreender a realidade dos municípios para qualificar as políticas públicas. “Vamos dialogar com os gestores da Atenção Primária que atuam em territórios quilombolas, entender as dificuldades e levantar um diagnóstico situacional. A partir disso, buscaremos fortalecer as políticas de equidade no estado e subsidiar a construção da política estadual de saúde da população negra e quilombola.”

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Ela destacou ainda que as oficinas vão abordar temas como racismo institucional, acolhimento qualificado e as especificidades culturais dessas comunidades. “Muitas vezes, os profissionais não têm preparo para lidar com essas realidades, o que impacta diretamente no atendimento. A proposta é ampliar essa compreensão e melhorar o cuidado”, completou.

Para a diretora de Políticas para Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Igualdade Social, Bianca Pereira, a iniciativa contribui para ampliar o olhar sobre a saúde pública no estado. “É fundamental pensar a saúde para além do contexto urbano, considerando as especificidades dos territórios quilombolas. As oficinas são uma oportunidade de escuta ativa, que vão permitir entender melhor o acesso à saúde nessas comunidades e aprimorar as ações desenvolvidas.”

O assessor do Ministério da Saúde, Fernando Nunes Alves, ressaltou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Estamos aqui para somar esforços e contribuir com a construção de políticas públicas mais efetivas. O Ministério atua na promoção da igualdade racial e no enfrentamento das desigualdades dentro do SUS, e esse trabalho integrado é essencial para garantir um atendimento mais justo à população quilombola.”

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Durante a reunião, também foi apresentada a Portaria GM/MS nº 9.572, de 22 de dezembro de 2025, que institui incentivo financeiro de custeio mensal para equipes de Saúde da Família que atuam em áreas com população quilombola. A medida busca fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e promover maior equidade no acesso aos serviços.

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