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SEGURAÇA PÚBLICA

Operação Shamar realiza ação educativa sobre violência contra a mulher com acadêmicos de Psicologia em Guaraí

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A Polícia Civil do Tocantins, por meio da Operação Shamar, realizou na noite da última segunda-feira, 11, uma ação educativa no Instituto Educacional Santa Catarina (IESC FAG), em Guaraí, voltada aos estudantes do curso de Psicologia. A atividade foi ministrada por policiais civis e por um policial militar da Diretoria do Sistema Integrado de Operações (SIOP), com o objetivo de aprofundar o debate sobre os diferentes tipos de violência contra a mulher, seus impactos emocionais e sociais, além de orientar sobre os canais de denúncia e acolhimento disponíveis.

Com participação ativa dos acadêmicos, a palestra passou a integrar a programação de uma disciplina extracurricular, ampliando o espaço de reflexão e estudo sobre o tema. A iniciativa reforça a importância de inserir o debate sobre violência de gênero no contexto universitário.

O delegado Anderson Casé, coordenador estadual da Operação Shamar, destacou que a parceria com instituições de ensino potencializa o alcance das ações preventivas. “A presença da Operação Shamar dentro de uma universidade demonstra que o combate à violência de gênero vai além da repressão policial. É na formação acadêmica que podemos despertar nos futuros profissionais o olhar atento para identificar vítimas.”, afirmou.

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A Operação Shamar 2025 é uma iniciativa do Governo do Tocantins, por meio da Secretaria da Segurança Pública, e tem como foco ações integradas de prevenção, conscientização e repressão à violência contra a mulher em todo o Estado.

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POLÍCIA

Ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins para extração de dados de celulares é disponibilizada para forças de segurança de todo o país

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Uma ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins foi disponibilizada gratuitamente para instituições de segurança pública de todo o Brasil. A tecnologia é voltada à extração de evidências digitais em aparelhos celulares apreendidos. A aplicação MOB158 foi desenvolvida pelo delegado de Polícia Civil Fellipe Crivelaro para auxiliar policiais na documentação de informações presentes em dispositivos móveis, observando os requisitos legais da cadeia de custódia digital.

O nome da ferramenta faz referência à palavra inglesa mobile (celular) e ao artigo 158 do Código de Processo Penal, que trata da cadeia de custódia das evidências. A aplicação permite realizar capturas de tela (screenshots) e gravações da tela (screen recorder) de aparelhos com sistema Android, gerando registros organizados que podem ser utilizados durante investigações criminais.

Um dos principais diferenciais do MOB158 é que todo o processo de extração é realizado em conformidade com as normas previstas nos artigos 158-A e seguintes do Código de Processo Penal, que disciplinam a preservação da cadeia de custódia das provas digitais.

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Para garantir a autenticidade das evidências coletadas, a ferramenta gera automaticamente hashes criptográficos, que funcionam como uma impressão digital única de cada arquivo produzido. Caso qualquer imagem ou vídeo seja alterado posteriormente, mesmo que minimamente, o hash também será modificado, permitindo identificar imediatamente qualquer tentativa de adulteração da prova. Esse procedimento é amplamente utilizado na perícia digital para demonstrar que o conteúdo permaneceu íntegro desde sua coleta.

Além disso, o sistema utiliza chaves PEM, padrão internacional empregado para armazenamento de certificados e chaves criptográficas. Elas permitem a assinatura digital dos arquivos produzidos, conferindo autenticidade ao material e possibilitando verificar que os registros foram gerados pela ferramenta.

Outro recurso da plataforma é a possibilidade de personalização do relatório de extração. Cada instituição pode inserir sua identidade visual, além de informações como número do procedimento policial e identificação do envelope de vestígio, facilitando a documentação e o gerenciamento da prova digital.

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