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Polícia Civil prende quatro pessoas por roubo qualificado e apreende veículo clonado Caixa de entrada

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Foram presos na manhã desta quinta-feira, 13, em Palmas, quatro pessoas por roubo qualificado ocorridos na região sul da cidade, mediante a cumprimento de mandados de prisão preventiva. A operação foi conduzida pela Diretoria de Polícia da Capital (DPC) com participação da Delegacia Especializada de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores de Palmas (DERFRVA), da Delegacia Especializada de Polícia Interestadual Capturas e Desaparecidos (Polinter)  e das 1ª, 2ª, 3ª, 4ª e 5ª Delegacias de Polícia.

Ao todo, 36 policiais civis entre delegados, escrivães e agentes deram cumprimento a quatro mandados de prisão e quatro mandados de busca e apreensão. Na ação foram apreendidos três aparelhos celulares, um notebook e uma motocicleta que havia sido dada em pagamento a um estelionatário que vendia lotes de terceiros se passando por proprietários dos mesmos.

Ainda nesta semana, a equipe da DERFRVA abordou um veículo parado na região central de Palmas e, durante a revista, constatou-se que o automóvel era clonado. O condutor do veículo foi ouvido e responderá ao processo em liberdade por receptação.

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Já a Polinter cumpriu três mandados de prisão por roubo e um por estupro de vulnerável, também durante a semana.

O diretor de Polícia da Capital, Rodrigo Prado Telles, destacou que a operação continuará pelos próximos dias. “As ações de hoje estiveram mais concentradas na região sul de Palmas, mas o objetivo principal da operação é combater a criminalidade em toda a Capital”, finalizou.

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POLÍCIA

Ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins para extração de dados de celulares é disponibilizada para forças de segurança de todo o país

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Uma ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins foi disponibilizada gratuitamente para instituições de segurança pública de todo o Brasil. A tecnologia é voltada à extração de evidências digitais em aparelhos celulares apreendidos. A aplicação MOB158 foi desenvolvida pelo delegado de Polícia Civil Fellipe Crivelaro para auxiliar policiais na documentação de informações presentes em dispositivos móveis, observando os requisitos legais da cadeia de custódia digital.

O nome da ferramenta faz referência à palavra inglesa mobile (celular) e ao artigo 158 do Código de Processo Penal, que trata da cadeia de custódia das evidências. A aplicação permite realizar capturas de tela (screenshots) e gravações da tela (screen recorder) de aparelhos com sistema Android, gerando registros organizados que podem ser utilizados durante investigações criminais.

Um dos principais diferenciais do MOB158 é que todo o processo de extração é realizado em conformidade com as normas previstas nos artigos 158-A e seguintes do Código de Processo Penal, que disciplinam a preservação da cadeia de custódia das provas digitais.

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Para garantir a autenticidade das evidências coletadas, a ferramenta gera automaticamente hashes criptográficos, que funcionam como uma impressão digital única de cada arquivo produzido. Caso qualquer imagem ou vídeo seja alterado posteriormente, mesmo que minimamente, o hash também será modificado, permitindo identificar imediatamente qualquer tentativa de adulteração da prova. Esse procedimento é amplamente utilizado na perícia digital para demonstrar que o conteúdo permaneceu íntegro desde sua coleta.

Além disso, o sistema utiliza chaves PEM, padrão internacional empregado para armazenamento de certificados e chaves criptográficas. Elas permitem a assinatura digital dos arquivos produzidos, conferindo autenticidade ao material e possibilitando verificar que os registros foram gerados pela ferramenta.

Outro recurso da plataforma é a possibilidade de personalização do relatório de extração. Cada instituição pode inserir sua identidade visual, além de informações como número do procedimento policial e identificação do envelope de vestígio, facilitando a documentação e o gerenciamento da prova digital.

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