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POSSE ILEGAL DE ARMA DE FOGO

Polícia Civil prende quatro pessoas no Bico do Papagaio por posse ilegal de arma de fogo

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A Polícia Civil do Tocantins por meio da 14ª Delegacia de Axixá, sob a liderança da Delegada Lívia Vasconcelos, deflagrou uma operação na manhã desta terça-feira, 3, na região conhecida como Bico do Papagaio, para dar cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão expedidos pela comarca de Araguatins, com alvos nas cidades de Cachoeirinha e São Bento do Tocantins.

A operação contou com a participação de mais de 20 policiais, incluindo duas equipes do Grupo de Operações Táticas Especiais (GOTE) em apoio, bem como efetivos da regional de Araguatins e Axixá e resultou na condução de seis indivíduos, sendo quatro deles presos em flagrante por porte ilegal de arma de fogo.

Os indivíduos presos nesta manhã são investigados por envolvimento em disputas agrárias na região, e utilizavam das armas para ameaçar e intimidar proprietários de terra da região. A Operação resultou na apreensão de seis armas, sendo quatro armas longas e duas armas curtas.

A Delegada Lívia Vasconcelos que conduziu a operação destacou a importância da operação para a região. “A Operação de hoje foi importante para mostrar para a população rural que essa situações de ameaça e insegurança podem ser denunciadas, que a Polícia Civil está pronta para agir, devolvendo a segurança também para o campo”, finalizou.

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Após procedimentos policiais, os homens serão encaminhados para a cadeia pública de Araguatins, onde ficarão à disposição do poder judiciário.

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POLÍCIA

Ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins para extração de dados de celulares é disponibilizada para forças de segurança de todo o país

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Uma ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins foi disponibilizada gratuitamente para instituições de segurança pública de todo o Brasil. A tecnologia é voltada à extração de evidências digitais em aparelhos celulares apreendidos. A aplicação MOB158 foi desenvolvida pelo delegado de Polícia Civil Fellipe Crivelaro para auxiliar policiais na documentação de informações presentes em dispositivos móveis, observando os requisitos legais da cadeia de custódia digital.

O nome da ferramenta faz referência à palavra inglesa mobile (celular) e ao artigo 158 do Código de Processo Penal, que trata da cadeia de custódia das evidências. A aplicação permite realizar capturas de tela (screenshots) e gravações da tela (screen recorder) de aparelhos com sistema Android, gerando registros organizados que podem ser utilizados durante investigações criminais.

Um dos principais diferenciais do MOB158 é que todo o processo de extração é realizado em conformidade com as normas previstas nos artigos 158-A e seguintes do Código de Processo Penal, que disciplinam a preservação da cadeia de custódia das provas digitais.

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Para garantir a autenticidade das evidências coletadas, a ferramenta gera automaticamente hashes criptográficos, que funcionam como uma impressão digital única de cada arquivo produzido. Caso qualquer imagem ou vídeo seja alterado posteriormente, mesmo que minimamente, o hash também será modificado, permitindo identificar imediatamente qualquer tentativa de adulteração da prova. Esse procedimento é amplamente utilizado na perícia digital para demonstrar que o conteúdo permaneceu íntegro desde sua coleta.

Além disso, o sistema utiliza chaves PEM, padrão internacional empregado para armazenamento de certificados e chaves criptográficas. Elas permitem a assinatura digital dos arquivos produzidos, conferindo autenticidade ao material e possibilitando verificar que os registros foram gerados pela ferramenta.

Outro recurso da plataforma é a possibilidade de personalização do relatório de extração. Cada instituição pode inserir sua identidade visual, além de informações como número do procedimento policial e identificação do envelope de vestígio, facilitando a documentação e o gerenciamento da prova digital.

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