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Polícia Civil do Tocantins realiza 4ª edição do Projeto Fênix em Araguaína

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Polícia Civil do Tocantins realiza 4ª edição do Projeto Fênix em Araguaína

Ação da 3ª DEAM oferece serviços gratuitos e orientação para mulheres em situação de vulnerabilidade

Larissa Mendes/ Governo do Tocantins

A Polícia Civil do Tocantins, por meio da 3ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM – Araguaína), realiza a 4ª edição do Projeto Fênix, na próxima quarta-feira, 26, às 16h, no Centro de Educação Infantil (CEI) Municipal Sítio da Dona Benta, localizado no setor Vila Azul.

A iniciativa, promovida em alusão ao Mês da Mulher, tem como objetivo levar atendimento e serviços gratuitos para mulheres que vivem em áreas com maior índice de violência doméstica.

Durante a ação, serão oferecidos assistência jurídica, atendimento odontológico, serviços de embelezamento, emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), vacinação, palestras, agendamentos para consultas e exames, dentre outros. Além da DEAM, o evento conta com a participação de diversas instituições parceiras.

A delegada Sarah Lilian, titular da 3ª DEAM, destaca a importância do projeto. “Nosso objetivo é aproximar a rede de proteção dessas mulheres que mais precisam. Oferecemos não apenas serviços essenciais, mas também informação e suporte para que cada uma delas possa buscar seus direitos e se fortalecerem”, explica.

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A delegada regional de Araguaína, Ana Maria Varjal, única mulher no Estado à frente de uma regional da Polícia Civil, explica que a presença da Polícia Civil em ações como essa reforça o compromisso com o combate à violência contra a mulher. “Além da repressão aos crimes, buscamos prevenir e conscientizar a sociedade sobre a importância da denúncia e do acolhimento. Queremos que todas saibam que existe uma equipe preparada para atendê-las e que buscar ajuda deve ser o primeiro passo para romper o ciclo de violência”, destaca.

O Projeto Fênix é realizado com o apoio de diversas instituições parceiras, entre elas estão a Prefeitura de Araguaína, o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Secretaria Municipal da Mulher, ITPAC Araguaína, Unopar e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Araguaína.

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POLÍCIA

Ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins para extração de dados de celulares é disponibilizada para forças de segurança de todo o país

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Uma ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins foi disponibilizada gratuitamente para instituições de segurança pública de todo o Brasil. A tecnologia é voltada à extração de evidências digitais em aparelhos celulares apreendidos. A aplicação MOB158 foi desenvolvida pelo delegado de Polícia Civil Fellipe Crivelaro para auxiliar policiais na documentação de informações presentes em dispositivos móveis, observando os requisitos legais da cadeia de custódia digital.

O nome da ferramenta faz referência à palavra inglesa mobile (celular) e ao artigo 158 do Código de Processo Penal, que trata da cadeia de custódia das evidências. A aplicação permite realizar capturas de tela (screenshots) e gravações da tela (screen recorder) de aparelhos com sistema Android, gerando registros organizados que podem ser utilizados durante investigações criminais.

Um dos principais diferenciais do MOB158 é que todo o processo de extração é realizado em conformidade com as normas previstas nos artigos 158-A e seguintes do Código de Processo Penal, que disciplinam a preservação da cadeia de custódia das provas digitais.

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Para garantir a autenticidade das evidências coletadas, a ferramenta gera automaticamente hashes criptográficos, que funcionam como uma impressão digital única de cada arquivo produzido. Caso qualquer imagem ou vídeo seja alterado posteriormente, mesmo que minimamente, o hash também será modificado, permitindo identificar imediatamente qualquer tentativa de adulteração da prova. Esse procedimento é amplamente utilizado na perícia digital para demonstrar que o conteúdo permaneceu íntegro desde sua coleta.

Além disso, o sistema utiliza chaves PEM, padrão internacional empregado para armazenamento de certificados e chaves criptográficas. Elas permitem a assinatura digital dos arquivos produzidos, conferindo autenticidade ao material e possibilitando verificar que os registros foram gerados pela ferramenta.

Outro recurso da plataforma é a possibilidade de personalização do relatório de extração. Cada instituição pode inserir sua identidade visual, além de informações como número do procedimento policial e identificação do envelope de vestígio, facilitando a documentação e o gerenciamento da prova digital.

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