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OPERAÇÃO MUTE

“Operação Mute” em Andamento: Polícia Penal reforça ações para garantir a erradicação de celulares e ilícitos nas unidades penais do Tocantins

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A Polícia Penal do Tocantins iniciou nesta quarta-feira, 31, a terceira fase da Operação Mute, uma ação estratégica para fortalecer o controle, fiscalização e retirada de celulares e outros ilícitos de dentro das unidades penais do estado. Desta vez, a Operação abrange as unidades penais de Guaraí, Colinas e Colmeia e ocorre em conjunto com o Núcleo de Operações com Cães (Noc) e o Grupo de Operações Penitenciárias Especiais (Gope).


Coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), a Operação Mute é uma das maiores ações já realizadas com enfoque no combate ao crime organizado, e envolve grande número de policiais penais federais e estaduais de unidades prisionais revistadas em todo o Brasil.


Para o diretor de Administração e Operações dos Sistemas Penitenciário e Prisional, Cléber Solano, “a Operação Mute reforça o comprometimento da Polícia Penal do Tocantins em colaborar com as iniciativas nacionais de combate à criminalidade dentro das unidades penais. O trabalho integrado entre os estados fortalece a resposta do sistema prisional brasileiro diante dos desafios enfrentados diariamente”.

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Em dezembro aconteceu a segunda fase da operação, sendo realizada nas unidades penais de Palmas, Paraíso, Araguaína e Cariri do Tocantins, das quais não foram encontrados nenhum tipo de celulares ou ilícitos dentro das unidades prisionais. Vale ressaltar que após inspeções minuciosas, revistas e ações de inteligência, será elaborado um relatório detalhado que será encaminhado à Sennapen evidenciando as estratégias utilizadas e recomendações para aprimorar a segurança nas unidades penais.

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POLÍCIA

Polícia Civil do Tocantins apresenta pesquisa sobre prevenção do suicídio em congresso nacional no Rio de Janeiro

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O Oficial Investigador de Polícia da Polícia Civil do Tocantins, Napoleão Fernandes Viana Filho, participou do VI Congresso Brasileiro de Prevenção do Suicídio, realizado entre os dias 5 e 8 de agosto, em Petrópolis (RJ), onde apresentou uma pesquisa sobre os registros de suicídios ocorridos em Araguaína entre 2021 e 2025. O estudo analisa aspectos territoriais, de vulnerabilidade e determinantes sociais relacionados ao fenômeno no município.

Representando a Polícia Civil do Tocantins e o Centro Universitário Afya UNITPAC, Napoleão apresentou a pesquisa “Território, Vulnerabilidade e Determinantes Sociais: Uma Análise Integrada do Suicídio em Araguaína – TO (2021–2025)”. O estudo foi desenvolvido a partir de registros de suicídios ocorridos no município, com informações cedidas pela Gerência de Inteligência, Análise e Estatística da Polícia Civil, a partir de boletins de ocorrência registrados no sistema de Procedimentos Policiais Eletrônicos (PPE).

A pesquisa demonstra como os registros policiais podem contribuir para a produção de conhecimento científico e auxiliar no planejamento de estratégias e políticas públicas de prevenção.

Além da apresentação científica, Napoleão participou do encerramento do congresso com a declamação de um cordel sobre os desafios enfrentados por estudantes que deixam suas cidades e famílias para buscar formação acadêmica em outros municípios. A produção integra uma pesquisa do Grupo de Estudos em Suicídio do Tocantins (GESTO), do qual o policial é integrante.

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