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Policia Civil

Idoso investigado por praticar estupro de vulnerável é preso pela Polícia Civil no interior do Estado

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Encontra-se recolhido à carceragem da Unidade Penal de Dianópolis, no sudeste do Estado, um idoso de 65 anos, suspeito pela prática do crime de estupro de vulnerável, praticado contra uma vítima de 22 anos. Ele foi preso no final da tarde deste domingo, 18, por policiais civis da 14ª Central de Atendimento da Polícia de Dianópolis.

O homem já estava sendo investigado pela Polícia Civil, por meio da 10ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher e Vulneráveis 10ª DEAMV Dianópolis, desde o último mês de julho, quando chegou ao conhecimento da Unidade Policial, que uma jovem estaria sendo abusada sexualmente.

De imediato, as investigações foram iniciadas, sendo que a equipe da 10ª DEAMV levantou fortes indícios da ocorrência dos crimes. Conforme a autoridade policial responsável pela investigação do caso, os abusos ocorriam na residência do idoso, quando o mesmo encorajava a vítima  a inalar gás de cozinha e quando, ela perdia a consciência era violentada sexualmente.

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Assim, o delegado-chefe da 10ª DEAMV representou junto ao Poder Judiciário pela prisão do investigado, a qual foi deferida. Desse modo, os policiais civis diligenciaram e localizaram o paradeiro do homem, o qual foi preso e levado até a sede da 14ª CAPC, onde o delegado plantonista ratificou a voz de prisão e deu cumprimento ao mandado judicial.

Agora preso, o indivíduo permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

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POLÍCIA

Ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins para extração de dados de celulares é disponibilizada para forças de segurança de todo o país

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Uma ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins foi disponibilizada gratuitamente para instituições de segurança pública de todo o Brasil. A tecnologia é voltada à extração de evidências digitais em aparelhos celulares apreendidos. A aplicação MOB158 foi desenvolvida pelo delegado de Polícia Civil Fellipe Crivelaro para auxiliar policiais na documentação de informações presentes em dispositivos móveis, observando os requisitos legais da cadeia de custódia digital.

O nome da ferramenta faz referência à palavra inglesa mobile (celular) e ao artigo 158 do Código de Processo Penal, que trata da cadeia de custódia das evidências. A aplicação permite realizar capturas de tela (screenshots) e gravações da tela (screen recorder) de aparelhos com sistema Android, gerando registros organizados que podem ser utilizados durante investigações criminais.

Um dos principais diferenciais do MOB158 é que todo o processo de extração é realizado em conformidade com as normas previstas nos artigos 158-A e seguintes do Código de Processo Penal, que disciplinam a preservação da cadeia de custódia das provas digitais.

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Para garantir a autenticidade das evidências coletadas, a ferramenta gera automaticamente hashes criptográficos, que funcionam como uma impressão digital única de cada arquivo produzido. Caso qualquer imagem ou vídeo seja alterado posteriormente, mesmo que minimamente, o hash também será modificado, permitindo identificar imediatamente qualquer tentativa de adulteração da prova. Esse procedimento é amplamente utilizado na perícia digital para demonstrar que o conteúdo permaneceu íntegro desde sua coleta.

Além disso, o sistema utiliza chaves PEM, padrão internacional empregado para armazenamento de certificados e chaves criptográficas. Elas permitem a assinatura digital dos arquivos produzidos, conferindo autenticidade ao material e possibilitando verificar que os registros foram gerados pela ferramenta.

Outro recurso da plataforma é a possibilidade de personalização do relatório de extração. Cada instituição pode inserir sua identidade visual, além de informações como número do procedimento policial e identificação do envelope de vestígio, facilitando a documentação e o gerenciamento da prova digital.

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