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2ª DEIMPO de Palmas

Mais um indivíduo é indiciado pela Polícia Civil por exercer ilegalmente a profissão de corretor de imóveis em Palmas

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A Polícia Civil do Tocantins (PC-TO), por meio da 2ª Delegacia Especializada de Repressão às Infrações de Menor Potencial Ofensivo – 2ª DEIMPO de Palmas, indiciou, nesta terça-feira (26), um homem de 33 anos de idade pela prática de exercício ilegal de profissão ou atividade, contravenção penal prevista no art. 47 da Lei de Contravenção Penal.

O delegado Diego Camargo explicou que, após noticiado o fato pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis – CRECI/TO, a 2ª DEIMPO, que atua em Taquaralto, promoveu diversas diligências e apurou que, de fato, o noticiado veiculava anúncios de venda de lotes na Região Sul de Palmas. Em alguns anúncios inseria imagens informando as características dos imóveis que negociaria, como no caso de apartamentos cujo pagamento do sinal seria de R$ 5 mil.

“Apurou-se ainda que o noticiado, pelo mesmo fato, foi autuado pelo próprio CRECI/TO, por não pertencer aos seus quadros e, mesmo assim, trabalhar promovendo negócios imobiliários”, explica a autoridade policial.

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Na delegacia, ao ser interrogado, o indivíduo informou que, de fato, não possui habilitação expedida pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis, uma vez que é apenas “captador” de clientes em uma empresa que atua no ramo imobiliário em Palmas, e que, mesmo assim, recebia um percentual pela venda de cada imóvel.

Ainda segundo o delegado Diego Camargo, a atuação profissional de pessoa, que não é devidamente habilitada pelo respectivo órgão de controle pratica, a princípio, contravenção penal, podendo ser apenado com prisão simples, de 15 dias a três meses, ou multa.

Denúncia

Por fim, o delegado disse que as denúncias podem ser direcionadas para o número (63) 3571-8266. “É importante salientar que a população pode ajudar o trabalho da Polícia Civil denunciando sempre que tiver conhecimento de profissionais que não possuam as devidas credenciais e habilitações para que possamos adotar as providências legais cabíveis, identificando os falsos profissionais para que os mesmos sejam responsabilizados conforme determina a lei”, pontuou a autoridade policial.

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POLÍCIA

Comissão do concurso da Polícia Civil do Tocantins realiza primeira reunião de alinhamento

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A comissão responsável pelo concurso da Polícia Civil do Tocantins realizou, nesta quarta-feira, 8, a primeira reunião de alinhamento, com foco na organização das próximas etapas previstas no certame. A reunião foi na sede da Secretaria de Estado da Administração (Secad/TO) e reuniu representantes da Secad, da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/TO) e demais integrantes da comissão.

O encontro marcou o início das atividades do grupo, que passa a conduzir os trâmites administrativos necessários para a realização do concurso. Ficou definido que nas próximas reuniões será apresentado um documento de formalização da demanda, etapa essencial para a contratação da banca organizadora.

A presidente da comissão, Taís de Araújo Oliveira Ferreira, destacou o início dos trabalhos e a importância do certame. “Estamos muito felizes em iniciar os trabalhos desta comissão de um concurso tão esperado e importante para a população tocantinense. Hoje iniciamos o alinhamento para a construção dos documentos necessários para a contratação da banca. Estamos todos engajados e preparados para cumprir essa missão”, afirmou.

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Também foi decidido que a comissão irá se reunir duas vezes por semana, com o objetivo de dar celeridade ao andamento dos trabalhos. Uma nova reunião já está agendada para sexta-feira, 10, quando terão continuidade as discussões técnicas.

Membro da comissão, e presidente substituto, o delegado Emerson Francisco de Moura abordou a definição das próximas etapas. “A reunião foi de extrema importância para alinhar as ações da comissão mista, composta por servidores da Segurança Pública, Polícia Civil e Administração. Já traçamos um cronograma preliminar e seguimos com a determinação de dar a maior celeridade possível ao processo, com segurança jurídica”, disse.

Fazem parte da comissão, a presidente Taís de Araújo Oliveira Ferreira, o presidente substituto, Emerson Francisco de Moura, e os demais membros, Napolião Freire de Gois, Sara Rodrigues Gouvea, José Rodrigues da Silva Filho, Everton Benmuyal da Costa, Lorena Josephine Ponce de Leon e Pinheiro de Cerqueira Oyama, Ibanez Ayres da Silva Neto e Mauricio Kraemer Ughini.

A comissão foi instituída por portaria publicada no Diário Oficial do Estado no último dia 1º de abril, dando início aos procedimentos para a realização do concurso, que prevê 452 vagas para os cargos de delegado, oficial investigador e perito oficial.

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O certame é aguardado há mais de uma década e tem como objetivo recompor o efetivo da Polícia Civil e ampliar a capacidade de investigação no estado. A próxima etapa será a contratação da banca organizadora e, posteriormente, a publicação do edital com todas as regras do concurso.

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