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HOMEM E PRESO

Homem suspeito de praticar uma série de roubos em Araguaína é preso pela Polícia Civil

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Na manhã desta terça-feira, 4, a Polícia Civil do Tocantins (PC-TO), por intermédio da Delegacia de Repressão a Roubos – DRR de Araguaína, deu cumprimento a mandado de prisão em desfavor de um indivíduo de 24 anos, que é investigado pela prática de uma série de roubos à mão armada na cidade.

Conforme explica o delegado-chefe da DRR, Felipe Crivelaro, a ação que resultou na nova prisão do indivíduo, é fruto de uma extensa investigação sobre roubos em série que estavam ocorrendo na cidade de Araguaína, nos últimos meses. “Por meio de um minucioso trabalho investigativo conseguimos descobrir que esse elemento estava envolvido em vários roubos à mão armada com emprego de violência e graves ameaças”, disse o delegado.

Uma vez identificado como um dos autores do roubo ocorrido no último dia 27 de outubro de 2022, no Setor Palmas, onde subtraiu uma motocicleta e um aparelho celular, o homem, que já havia sido preso pela DRR, há três semanas por roubo, foi alvo do cumprimento do mandado de prisão preventiva, expedido pela Vara Criminal da Comarca de Araguaína.

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“Importante mencionar que já pesam alguns indiciamentos por roubo contra esse mesmo indivíduo, que agora foi novamente preso por outro roubo. Desse modo, ele permanecerá à disposição custodiado na Unidade Penal Regional à disposição do Poder Judiciário o que sem dúvida, resultará em mais segurança para toda a população de Araguaína”, ressaltou a autoridade policial.

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POLÍCIA

Ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins para extração de dados de celulares é disponibilizada para forças de segurança de todo o país

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Uma ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins foi disponibilizada gratuitamente para instituições de segurança pública de todo o Brasil. A tecnologia é voltada à extração de evidências digitais em aparelhos celulares apreendidos. A aplicação MOB158 foi desenvolvida pelo delegado de Polícia Civil Fellipe Crivelaro para auxiliar policiais na documentação de informações presentes em dispositivos móveis, observando os requisitos legais da cadeia de custódia digital.

O nome da ferramenta faz referência à palavra inglesa mobile (celular) e ao artigo 158 do Código de Processo Penal, que trata da cadeia de custódia das evidências. A aplicação permite realizar capturas de tela (screenshots) e gravações da tela (screen recorder) de aparelhos com sistema Android, gerando registros organizados que podem ser utilizados durante investigações criminais.

Um dos principais diferenciais do MOB158 é que todo o processo de extração é realizado em conformidade com as normas previstas nos artigos 158-A e seguintes do Código de Processo Penal, que disciplinam a preservação da cadeia de custódia das provas digitais.

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Para garantir a autenticidade das evidências coletadas, a ferramenta gera automaticamente hashes criptográficos, que funcionam como uma impressão digital única de cada arquivo produzido. Caso qualquer imagem ou vídeo seja alterado posteriormente, mesmo que minimamente, o hash também será modificado, permitindo identificar imediatamente qualquer tentativa de adulteração da prova. Esse procedimento é amplamente utilizado na perícia digital para demonstrar que o conteúdo permaneceu íntegro desde sua coleta.

Além disso, o sistema utiliza chaves PEM, padrão internacional empregado para armazenamento de certificados e chaves criptográficas. Elas permitem a assinatura digital dos arquivos produzidos, conferindo autenticidade ao material e possibilitando verificar que os registros foram gerados pela ferramenta.

Outro recurso da plataforma é a possibilidade de personalização do relatório de extração. Cada instituição pode inserir sua identidade visual, além de informações como número do procedimento policial e identificação do envelope de vestígio, facilitando a documentação e o gerenciamento da prova digital.

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