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SEGURAÇA PÚBLICA

Denarc destrói estrutura montada para cultivo de maconha na zona rural de Palmas

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Na manhã desta quinta-feira, 3, a 1ª Divisão Especializada de Repressão a Narcóticos (DENARC – Palmas) deu cumprimento a um mandado de busca e apreensão em uma área de mata nas proximidades de Taquaruçu Grande, zona rural de Palmas.

No local, as equipes policiais identificaram uma estrutura montada com o objetivo de viabilizar o cultivo de maconha. As investigações apontaram que havia um sistema improvisado de irrigação e um ambiente preparado para comportar até 200 mudas. Seis mudas foram encontradas no local e recolhidas para perícia.

O delegado Alexander Pereira da Costa, responsável pela ação, informou que as mudas e a estrutura usada para o cultivo foram completamente destruídas no local. “A área onde localizamos a plantação é de difícil acesso, o que favorecia a atividade ilegal e dificultava a identificação da estrutura. Constatamos que parte dos pés de maconha já havia sido colhida recentemente. Agora, seguimos com as investigações para identificar os responsáveis pela plantação”, afirmou.

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POLÍCIA

Ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins para extração de dados de celulares é disponibilizada para forças de segurança de todo o país

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Uma ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins foi disponibilizada gratuitamente para instituições de segurança pública de todo o Brasil. A tecnologia é voltada à extração de evidências digitais em aparelhos celulares apreendidos. A aplicação MOB158 foi desenvolvida pelo delegado de Polícia Civil Fellipe Crivelaro para auxiliar policiais na documentação de informações presentes em dispositivos móveis, observando os requisitos legais da cadeia de custódia digital.

O nome da ferramenta faz referência à palavra inglesa mobile (celular) e ao artigo 158 do Código de Processo Penal, que trata da cadeia de custódia das evidências. A aplicação permite realizar capturas de tela (screenshots) e gravações da tela (screen recorder) de aparelhos com sistema Android, gerando registros organizados que podem ser utilizados durante investigações criminais.

Um dos principais diferenciais do MOB158 é que todo o processo de extração é realizado em conformidade com as normas previstas nos artigos 158-A e seguintes do Código de Processo Penal, que disciplinam a preservação da cadeia de custódia das provas digitais.

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Para garantir a autenticidade das evidências coletadas, a ferramenta gera automaticamente hashes criptográficos, que funcionam como uma impressão digital única de cada arquivo produzido. Caso qualquer imagem ou vídeo seja alterado posteriormente, mesmo que minimamente, o hash também será modificado, permitindo identificar imediatamente qualquer tentativa de adulteração da prova. Esse procedimento é amplamente utilizado na perícia digital para demonstrar que o conteúdo permaneceu íntegro desde sua coleta.

Além disso, o sistema utiliza chaves PEM, padrão internacional empregado para armazenamento de certificados e chaves criptográficas. Elas permitem a assinatura digital dos arquivos produzidos, conferindo autenticidade ao material e possibilitando verificar que os registros foram gerados pela ferramenta.

Outro recurso da plataforma é a possibilidade de personalização do relatório de extração. Cada instituição pode inserir sua identidade visual, além de informações como número do procedimento policial e identificação do envelope de vestígio, facilitando a documentação e o gerenciamento da prova digital.

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