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Governo do Tocantins reconhece boas práticas educacionais e realiza premiação do Escola que Transforma

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Em uma cerimônia marcada por emoção e alegria, o Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), realizou nesta quarta-feira, 13, no auditório do Palácio Araguaia Governador José Wilson Siqueira Campos, em Palmas, a entrega dos prêmios para 57 projetos vencedores no concurso Escola que Transforma.
Na cerimônia, os vencedores receberam troféus e, ainda este mês de dezembro, receberão valores em dinheiro. Os primeiros lugares serão premiados com os valores assim distribuídos: R$ 30 mil para a escola, R$ 10 mil para os professores e R$ 1 mil para os estudantes; os segundos lugares, R$ 20 mil para a escola, R$ 5 mil para os professores e R$ 800 para os estudantes; e terceiros lugares, R$ 10 mil para a escola, R$ 8 mil para os professores e R$ 500 para estudantes.
O Prêmio é mais uma ação do Programa de Fortalecimento da Educação (PROFE) e premiou 57 projetos, em 19 modalidades, que contemplaram unidades escolares, professores e estudantes protagonistas da Pré-Escola II da Educação Infantil e da Educação Básica, pertencentes às redes municipal e estadual das 13 Superintendências Regionais de Educação (SREs) do Tocantins.
O secretário de Estado da Educação, Fábio Vaz, frisou que o prêmio reconhece e valoriza os esforços dos educadores e estudantes do território tocantinense. “Foram 2.112 projetos para serem analisados e escolhidos os vencedores, participaram mais de 400 escolas da rede estadual de 128 municípios. Da rede municipal, 294 participaram de 81 municípios. Estamos muito felizes por todo esse engajamento, e essa é mais uma ação do PROFE. Estamos trabalhando para que a educação tocantinense, estadual e municipal seja de qualidade”.
O secretário Executivo da Seduc, Edinho Fernandes, ressaltou os avanços e conquistas da Educação na gestão Wanderlei Barbosa. “O Prêmio Escola que Transforma é apenas uma das inúmeras ações que impactaram diretamente no nosso sistema educacional. O PROFE é sem sombra de dúvidas a maior ação voltada ao fortalecimento da educação na história desse país. Eu não estou falando só do Tocantins. Porque nenhum outro estado pensou em algo tão impactante como o professor Fábio e o Governador Wanderlei Barbosa pensou para o nosso Tocantins com o PROFE”.
Vencedores
De Colinas do Tocantins, a Escola Especial Gota de Esperança – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) conquistou o primeiro e segundo lugar da modalidade que disputou, com os projetos: Superando barreiras atraves do esporte (1º lugar) e Voice Brasil Apae (2º lugar), ambos sob a professora titular, Jailda Nunes Venceslau Lacerda .
A coordenadora e professora, Jailda Nunes Venceslau Lacerda, falou da emoção de receber a premiação do Escola que Transforma. “Foi muito bom, emocionante, porque por sermos uma escola de educação especial, a gente quase nunca participa dessas premiações oferecidas pelo Estado, é mais pela Federação das Apaes. E quando surgiu a oportunidade a gente resolveu escrever e na expectativa de realmente ganhar. Os alunos estão radiantes porque vão receber a sua premiação, a escola tem as suas expectativas com recurso que vai receber e os professores titulares estão maravilhados. Então foi um trabalho que deu certo. Estamos muito felizes”.
De Goiatins, a Escola Estadual Indígena Xêpjaka – Extensão Kapej foi a ganhadora da modalidade Escola Indígena/Educação Indígena – Ensino Médio, com o projeto A Matemática Aplicada à Cultura e ao Fazer do Artesão, com o professor titular, João Félix Pinheiro de Carvalho.
O coordenador da escola premiada, Syllas Mota Lima, disse que foi muito interessante trabalhar a matemática contextualizada com o fazer do artesão. “Porque a gente trabalha na área indígena, e na cultura indígena existem várias figuras geométricas que eles utilizam nos artesanatos até mesmo em pinturas que acabaram ajudando a desenvolver o projeto. Quando saiu o resultado a gente ficou muito feliz, os alunos ficaram empolgados, e com isso ficaram mais animados, mais participativos. O prêmio é muito importante para nós, foi interessante e transformador participar”.
Sobre o Prêmio
O Prêmio Escola que Transforma reconhece as boas práticas desenvolvidas por instituições de ensino e professores das escolas públicas do Tocantins com premiações de cerca de R$ 2 milhões, tem por finalidade valorizar as unidades escolares e os profissionais que desenvolveram iniciativas/práticas exitosas resultantes de projetos/ações integradas com a equipe escolar e comunidade no processo de ensino e aprendizagem.
Os projetos premiados, bem como matérias especiais sobre eles, podem ser conferidos no link https://www.to.gov.br/seduc/premio-escola-que-transforma/3z93ni4a7wff .

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EDUCAÇÃO

Estudantes do Tocantins são premiados no Concurso Museu das Águas Brasileiras

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Estudantes do Tocantins comemoram a classificação na 7ª edição do concurso “A água que queremos”, título original “The water we want”, que selecionou os melhores trabalhos sobre reflexões sobre a água. Entre os alunos destaques estão Gabriela Miranda Menezes, 11 anos, do Colégio Militar do Tocantins Presidente Costa e Silva, de Gurupi, com o poema “O futuro cabe em uma gota”; Micayron Pinheiro Guimarães, 16 anos, da 2ª série do ensino médio do Colégio Estadual Adá de Assis Teixeira, em Goiatins, que participou na categoria “Vídeo e outras mídias”, com a música “O Sangue da Terra”. Do Colégio Estadual Manoel Vicente de Souza, de Augustinópolis, dois estudantes alcançaram destaque, Verônica Heloísa Brito França e Cibelle de Sousa Rodrigues, na categoria “Vídeo e outras mídias”.

O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), incentiva os professores e alunos a participarem das olimpíadas científicas e concursos escolares para que os jovens tenham mais oportunidades.

Destaque na poesia

A estudante Gabriela fez uma analogia sobre a água, um líquido tão necessário, que se não for cuidado, será escasso em muitos locais. A aluna contou com a orientação da professora Milian Pereira Santana Silva. A obra se destacou pela originalidade, criatividade e alinhamento com a temática da preservação da água e da sustentabilidade, reforçando a importância das ações coletivas. O texto destaca a conexão entre a água e os ecossistemas e alerta para o desperdício e a poluição, reforçando que o futuro depende das escolhas do presente.

“Essa conquista representa muito mais do que alcançar um resultado, significa crescimento pessoal, responsabilidade e aprendizado para minha vida. Essa experiência me mostrou que, com dedicação e esforço, somos capazes de superar desafios e valorizar ainda mais cada oportunidade que recebemos. Além disso, essa conquista trouxe ensinamentos importantes sobre a importância do cuidado com a natureza e com a água, recursos essenciais para a sobrevivência de todos os seres vivos”, frisou a estudante Gabriela.

A professora Milian destacou a experiência significativa para a escola e para os estudantes. “Ver nossos alunos envolvidos em ações que promovem a conscientização ambiental e o compromisso com a preservação da água é motivo de grande orgulho. Essa vivência proporcionou importantes aprendizados sobre responsabilidade, cidadania e sustentabilidade, mostrando que a educação vai além da sala de aula e transforma atitudes no cotidiano. Além disso, reforçou a importância de despertar nos estudantes o cuidado com os recursos naturais e a compreensão de que pequenas ações podem gerar grandes impactos para o futuro do planeta”, explicou.

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Música traz o despertar da consciência

O estudante Micayron é coautor da canção “O Sangue da Terra”, um manifesto sonoro que exalta as águas brasileiras, do Aquífero Guarani ao rio São Francisco. A obra funciona como um alerta urgente contra a ganância e a favor da preservação natural.

O estudante Micayron falou sobre a conquista de ter um trabalho que está sendo destaque. “Eu nem consegui acreditar. Queria agradecer muito a parceria do professor, pois sem essa orientação não teria sido selecionado. E agora estamos torcendo pelo resultado final para que possamos estar na etapa internacional”, comemorou.

Para o professor orientador, Leandro Lima Carvalho, a conquista reflete a essência do ensino. “Nosso dever como educadores é contribuir com o protagonismo estudantil. A educação, quando bem direcionada, é transformadora. Juntos, unindo técnica e sensibilidade, transformamos poesia em um apelo fundamental pelo nosso futuro”, afirmou.

A música pode ser acessada no portal https://youtu.be/SFS_OaRoAcA?si=Af8ofKp_fWZ6ANzq.

De Augustinópolis

O Colégio Estadual Manoel Vicente de Souza já é destaque no concurso A Água que Queremos. No ano passado, a escola ficou entre os finalistas internacionais com a animação “Vida”. Neste ano, a estudante Verônica desenvolveu o trabalho “A água que queremos é a água que cuidamos”, e a aluna Cibelle apresentou a criação “Água: a essência da vida”. Os alunos contaram com a orientação dos professores Antonio Valdemarí Rodrigues Morais e Verônica Heloísa Brito França.

“A participação na 7ª edição do concurso internacional The Water We Want é muito interessante quando percebemos o interesse e a satisfação dos estudantes em terem seus trabalhos enviados. Ter dois trabalhos da nossa escola selecionados para a etapa internacional é gratificante e mostra que o Colégio Manoel Vicente está no caminho certo, tendo em vista que, no ano passado, já havíamos sido campeões no mesmo concurso e na mesma categoria com o trabalho do estudante Estevão Wendel, por meio da animação ‘Vida’”, afirmou o professor Valdemarí.

A estudante Verônica ressaltou a alegria da conquista. “Foi muito bom ter participado do Concurso Museu da Água. Não imaginava que seria uma das vencedoras na etapa nacional. Estou muito feliz e espero ser uma das vencedoras da etapa internacional”, contou. O vídeo pode ser conferido no link https://youtu.be/jdcIZIWWDvk?si=Y6_Bt8z-pON2OeHI.

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A aluna Cibele falou de sua criação. “Participar do concurso foi não só uma oportunidade de representar a cultura brasileira por meio da minha arte, mas também uma oportunidade de reconhecimento. Tem sido uma experiência bastante positiva, que expandiu minha criatividade”, declarou. Vídeo está disponível no You Tube https://youtu.be/NJbmky5djjc?si=b-vYIAMePaccrzUW.

Walquíria de Souza Milhomem, gerente de Programas e Projetos Pedagógicos da Seduc, reforçou a importância de as escolas participarem das olimpíadas e concursos científicos. “E não há satisfação maior para toda a equipe da Seduc do que presenciar o nosso Tocantins em destaque. Ver a dedicação dos nossos professores gerando frutos e ver nossos estudantes subindo ao pódio, sendo premiados e reconhecidos, é a maior prova de que a escola pública tem uma força transformadora. Cada premiação é uma vitória coletiva, do aluno, da família, da escola e de todo o estado”, afirmou.

A professora Walquíria destacou que essas competições vão muito além da busca por medalhas. “Elas são ferramentas pedagógicas poderosas que despertam o protagonismo, estimulam o pensamento crítico e revelam talentos que, muitas vezes, só precisavam de uma oportunidade para brilhar. Quando uma escola incentiva seus alunos a participarem, ela está expandindo os horizontes e mostrando que o conhecimento não tem fronteiras”, ressaltou.

Concurso

O concurso é promovido pela Wamu-net e divulgado no Brasil pelo Museu das Águas Brasileiras, e o objetivo é desafiar crianças e jovens a expressar, por meio de desenhos, vídeos, poesias e outras mídias, sobre a importância da água no cotidiano.

Foram selecionadas seis obras vencedoras na fase nacional, e a equipe organizadora preparou uma galeria completa com todos os trabalhos recebidos, estas podem ser conferidas no portal https://www.museudasaguasbrasileiras.org/results-www-7-2026.

“O concurso A Água que Queremos representa uma importante oportunidade para que as escolas fortaleçam a educação ambiental de forma sensível, criativa e transformadora. Ao participarem, os estudantes ampliam sua compreensão sobre a importância da água. Mais do que uma atividade educativa, o concurso desperta reflexões sobre responsabilidade coletiva, cidadania e respeito à vida”, explicou a professora Liliana Naval, do Museu das Águas Brasileiras.

                           

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