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Mais de 700 alunos da rede municipal participam de formatura do Proerd

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A Prefeitura de Gurupi, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semeg), em parceria com a Polícia Militar, realizou nesta terça-feira, 17, a solenidade de formatura do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd). A cerimônia reuniu 719 alunos de 12 escolas da Rede Municipal de Ensino que participaram do programa, cujo principal objetivo é educar e proteger as crianças contra a violência e o uso de drogas.

Presente em Gurupi desde 2002, o Proerd é resultado de uma parceria entre a Prefeitura, a Diretoria Regional de Ensino e a Polícia Militar do Tocantins. A iniciativa busca contribuir para o fortalecimento da cultura de paz e para a construção de uma sociedade mais saudável, feliz e segura.

O secretário municipal de Educação, Samuel Rodrigues, destacou a importância do programa na formação cidadã das crianças. “O Proerd é mais que uma aula sobre segurança e prevenção. É um investimento no futuro da nossa cidade. A cada formatura, temos a certeza de que estamos plantando boas sementes”, afirmou.

Representando a prefeita Josi Nunes no evento, a secretária municipal de Saúde, Luana Nunes, reforçou a relevância do programa na transformação social. “O Proerd é um programa que viabiliza a conscientização em relação às drogas e à violência. É extremamente importante, porque entendemos que só a educação é capaz de mudar realidades e conscientizar as nossas crianças, que são o futuro da cidade, é fundamental. Estamos muito felizes de participar dessa formatura, pois ela representa segurança, prosperidade e crescimento para as nossas crianças”, pontuou.

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O comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar, Tenente Coronel W. Costa, também ressaltou a importância do trabalho de prevenção. “Para a Polícia Militar é extremamente importante orientar e proteger essas crianças, afastando-as da violência e das drogas. Desde 2012, mais de 66 mil crianças já foram formadas. Além disso, o Proerd aproxima a Polícia Militar das famílias”, frisou.

A coordenadora regional do Proerd, Major Shirley Albino, comemorou os resultados alcançados no primeiro semestre. “Mais de 800 crianças foram atendidas. Agradecemos a Deus por cada detalhe, por cada criança que participou, recebeu seu certificado, sua premiação de melhor redação e, principalmente, por aquelas que receberam a mensagem e decidiram pelo melhor caminho. Agradecemos à Polícia Militar, à Prefeitura, à Secretaria Municipal de Educação, ao Sebrae e a todos os parceiros que acreditam nesse projeto e ajudam as crianças a refletirem sobre o melhor futuro para suas vidas”, declarou.

O estudante, Pedro Henrique, do 5º ano Escola Municipal de Tempo Integral Antônio Lino de Sousa, afirmou que foi gratificante participar do Proerd e que aprendeu que toda a criança e adolescente deve manter-se longe das drogas e violência, além de que o curso reforçou sobre os malefícios que o uso de drogas causa ao corpo e à mente. “O Proerd é um programa muito bom, que nos ensina muito. Achei maravilhoso participar”, disse.

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Além da entrega dos certificados a todos os alunos, a formatura contou com a premiação dos autores das três melhores redações, que receberam bicicletas como reconhecimento. Também houve sorteio de brindes.

As escolas municipais contempladas com o Proerd nesta edição foram:

Escola Municipal Antônio de Almeida Veras

Escola Municipal de Tempo Integral Antônio Lino de Sousa

Escola Municipal Domingos Barreira de Amorim

Escola Municipal Dr. Ulisses Guimarães

Escola Municipal de Tempo Integral Elizeu de Carvalho

Escola Municipal Instituto Presbiteriano Educacional

Escola Municipal Gilberto Rezende Rocha Filho

Escola Municipal Lenival Correia Ferreira

Escola Municipal Orlindo Pereira da Mota

Escola Municipal Professora Ilsa Borges Vieira

Escola Municipal Vila Nova

Escola Municipal de Tempo Integral Odair Lúcio

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Luana Nunes cobra medidas mais efetivas contra violência doméstica após caso de jovem mantida em cativeiro

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A candidata a deputada federal Luana Nunes (União Brasil) usou as redes sociais neste domingo, 23, para se posicionar sobre o caso de uma jovem que foi sequestrada e mantida em cativeiro por cinco dias, em Goiás, após ter uma medida protetiva negada. Em vídeo, Luana classificou o episódio como um alerta sobre as falhas na proteção às mulheres e defendeu medidas mais rigorosas para impedir que casos de violência doméstica evoluam para feminicídio.

A defesa dos direitos e da segurança das mulheres é uma das principais bandeiras da candidata. Ao comentar o caso, Luana criticou a decisão que negou a medida protetiva por falta de provas e afirmou que mulheres em situação de risco precisam ter mecanismos de proteção capazes de agir antes que a violência atinja níveis ainda mais graves.

“Essa mulher teve a sua medida protetiva negada. E sabe por que foi negada? Por falta de provas. Uma mulher que implorava por segurança e que estava pedindo, quase que ‘por favor’, para que nós pudéssemos segurá-la no seu direito de não ser violentada”, afirmou.

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Luana destacou que o enfrentamento à violência contra a mulher precisa deixar de ser apenas um debate e resultar em medidas concretas de prevenção, proteção e punição. Ela defendeu o fortalecimento das leis e mecanismos de fiscalização sobre agressores, além do cumprimento efetivo das penas. “Nós não podemos permitir que mais um caso de violência doméstica acabe virando um caso de feminicídio. E isso depende diretamente de nós, depende das escolhas que nós fazemos, depende daqueles que nós escolhemos lutar lá por nós”, afirmou.

Medidas Urgentes

Entre as medidas citadas pela candidata está a ampliação do uso de tornozeleiras eletrônicas para monitorar agressores no Tocantins. Luana disse que o Estado precisa ampliar esse mecanismo como forma de proteção às vítimas e de controle daqueles que representam risco.

“Nós precisamos implantar de forma decisiva e colocar mais tornozeleiras eletrônicas aqui no Estado do Tocantins. A gente precisa de leis que façam com que esses agressores não possam sair e que tenham as suas penas cumpridas de forma correta e, de fato, leis que punam de verdade”, defendeu.

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Ao final do vídeo, Luana reforçou que a violência contra uma mulher não pode ser tratada como um caso isolado ou como apenas mais uma ocorrência entre tantas outras. “Cada mulher que é violentada atinge diretamente todas as outras mulheres. Cada mulher que é abusada, que é estuprada, que tem a sua vida ceifada por esses agressores atinge diretamente todas as outras nós, mulheres”, afirmou.

A candidata encerrou a manifestação defendendo mobilização permanente da sociedade e a adoção de políticas públicas capazes de garantir segurança às mulheres antes que situações de violência doméstica resultem em crimes ainda mais graves.

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