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Diretor do Foro da SJTO

Diretor do Foro da SJTO participa das comemorações pelos 15 anos do sistema eproc

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O diretor do Foro da Seção Judiciária do Tocantins (SJTO), juiz federal Wagmar Roberto Silva, participou, na segunda-feira (6), da solenidade em comemoração aos 15 anos de implantação do sistema eproc no Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJTO). O evento integrou a programação do IV Encontro Interinstitucional do eproc, realizado no auditório do TJTO.
Representando a SJTO, o diretor do Foro acompanhou as atividades voltadas ao compartilhamento de experiências, ao aperfeiçoamento do sistema de processo judicial eletrônico e ao fortalecimento da cooperação institucional entre os órgãos do Judiciário.
A programação reuniu magistradas(os), servidoras(es), gestoras(es) e especialistas para debater temas relacionados à inovação, à transformação digital e ao aprimoramento da prestação jurisdicional. A iniciativa reforça o compromisso das instituições com a modernização da Justiça, por meio da troca de boas práticas e do desenvolvimento contínuo de soluções tecnológicas.
A participação do diretor do Foro reafirma o compromisso institucional da Seção Judiciária do Tocantins com a modernização do Poder Judiciário, a integração entre os tribunais e o fortalecimento de ações colaborativas voltadas ao aperfeiçoamento da prestação jurisdicional.

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TOCANTINS

MPE pede indeferimento do registro de Gaguim ao Senado; defesa afirma que documentação já foi entregue

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O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu neste domingo, 23, o indeferimento do registro de Carlos Gaguim ao Senado pelo Tocantins. O pedido está relacionado a pendências na documentação apresentada pelo candidato e não à existência de causa de inelegibilidade.

No parecer encaminhado ao Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO), o procurador regional eleitoral Rodrigo Mark Freitas afirma que a análise dos documentos não identificou nenhuma das causas de inelegibilidade previstas na Lei Complementar nº 64/1990.

A Procuradoria apontou problemas em uma certidão relativa a processo da Justiça Federal, que não teria assinatura nem código para conferência de autenticidade. Também cobrou certidões de objeto e pé de dois processos relacionados ao candidato no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo o MPE, a apresentação de decisões isoladas desses casos não substitui os documentos exigidos pela legislação eleitoral.

O próprio parecer ressalta, contudo, que a documentação faltante ainda pode ser apresentada durante a fase ordinária do processo. Caso os documentos sejam juntados e não indiquem irregularidades, a pendência poderá ser considerada sanada.

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O pedido do MPE não equivale ao indeferimento da candidatura. O registro de Gaguim ainda depende de julgamento pela Justiça Eleitoral.

A equipe jurídica de Gaguim informa que os documentos e certidões solicitados pelo Ministério Público Eleitoral já foram apresentados e estão à disposição da Justiça Eleitoral para análise.

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