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CRMV Tocantins passa por auditoria do Conselho Federal de Medicina Veterinária

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Com o objetivo de analisar a prestação de contas e a atuação perante a legislação, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Tocantins (CRMV-TO) recebeu durante esta semana uma equipe de auditores da controladoria do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). De caráter orientativo, a auditoria teve início na última segunda-feira, 25, e seguiu até esta sexta-feira, 29.

Durante toda a semana os auditores aplicaram questionários e entrevistaram os servidores do Conselho, a fim de verificar as atribuições e atividades desempenhadas por cada setor. A auditoria em questão analisou todo o exercício do CRMV-TO referente aos anos de 2021 a 2025.

Foram analisados documentos e relatórios sobre a prestação de contas; orçamento e finanças; planejamento estratégico; gestão de eventos; plano de fiscalização regional; atendimento aos profissionais e empresas inscritas; comunicação institucional, dentre outros.

O encerramento da auditoria culminou com uma reunião junto aos membros da Diretoria Executiva do CRMV-TO, realizada nesta sexta-feira, 29, onde foram apontados os principais pontos a serem corrigidos, além de orientações para a elaboração de novos relatórios.

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Segundo o presidente do CRMV-TO, Antônio Caminha, o momento foi uma excelente oportunidade de aprendizado.

“A auditoria representa um momento de conferência do dever de casa. Serve para comprovar se tudo foi feito dentro da legalidade e da transparência. Receber os auditores do CFMV foi um momento ímpar nessa gestão, pois trouxe vários ensinamentos para nós da Diretoria Executiva e para os servidores, que passam a atuar ciente de suas obrigações perante à sociedade e aos órgãos competentes”, pontuou o gestor do Regional do Tocantins.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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