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Cidadania e Justiça

Seciju promove casamento civil e religioso de pessoas privadas de liberdade

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Em um momento marcado pela emoção, esperança e fortalecimento de vínculos familiares, a Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju), realizou nesta terça-feira, 28, a cerimônia de casamento civil e religioso de seis custodiados privados de liberdade do sistema penitenciário.

A ação foi promovida pela Superintendência de Administração do Sistema Penitenciário e Prisional através da Gerência de Assistência Educacional e Saúde ao Preso e Egresso (Gaespe), como parte das políticas de humanização e ressocialização desenvolvidas pela Secretaria dentro das unidades penais do Estado.

Mais do que a oficialização de uniões civis, a cerimônia representa a reafirmação de laços afetivos e familiares, considerados fundamentais no processo de reconstrução de projetos de vida e reintegração social. Durante o evento, os casais celebraram a união ao lado de familiares e servidores que acompanharam todo o processo de organização da cerimônia.

A Seciju tem trabalhado para desenvolver ações de ressocialização que valorizem a pessoa privada de liberdade e contribuam para sua reintegração à sociedade. Quando fortalecemos os laços familiares, fortalecemos também o processo de transformação social e humana dentro do sistema penitenciário”, destaca o superintendente do Sistema Penitenciário, Eldison Arruda.

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Entre os presentes estiveram o pastor Givaldo Nascimento do Carvalho, da Igreja Universal; o juiz de paz do Cartório de Registro Civil de Taquaralto, Bruno Borges; a presidente do Conselho Penitenciário, Sibeli Biasotto; e o diretor de Operações do Sistema Penitenciário, Rodrigo Rocha e Cristiane Dapuccino, coordenadora do Núcleo Especializado de Assistência e Defesa ao Preso (Nadep).

A ação faz parte das políticas de ressocialização e humanização desenvolvidas pela secretaria, que buscam fortalecer os vínculos familiares e garantir direitos civis às pessoas privadas de liberdade, contribuindo diretamente para o processo de reintegração social.

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TOCANTINS

CRMV-TO promove orientação e conhecimento sobre a leishmaniose visceral

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Com foco na promoção de conhecimento e orientações aos profissionais, estudantes e à comunidade em geral, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Tocantins (CRMV-TO), por meio da Comissão de Uma Só Saúde, realizou nessa quinta-feira, 27, o primeiro webinar sobre saúde única, que abordou sobre a leishmaniose visceral no Tocantins. O webinar foi transmitido ao vivo no canal do Conselho no Youtube.

O evento foi conduzido pelo biólogo Júlio Bigeli, da Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES), o médico-veterinário Admilson Modesto, da Unidade de Vigilância de Zoonoses de Araguaína, e a bióloga Marta Malheiros, da Unidade de Vigilância e Controle de Zoonoses de Palmas. Esses profissionais atuam na linha de frente do combate à zoonose e abordaram sobre o cenário da Leishmaniose Visceral no Tocantins; ações de vigilância de casos da doença em humanos e encoleiramento canino, dentre outros temas pertinentes.

A médica-veterinária e presidente da Comissão de Uma Só Saúde do CRMV-TO, Iza Alencar, explica sobre a importância da realização desse evento.

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“Esse webinar faz parte das ações que estão sendo desenvolvidas pelo CRMV-TO no âmbito da Uma Só Saúde e tem a finalidade de divulgar este tema entre os profissionais e estudantes da medicina veterinária, zootecnia, e demais categorias da saúde humana e meio ambiente. A abordagem da Uma Só Saúde ainda é pouco conhecida e precisamos ampliar o nosso olhar para sempre atuar de forma integrada, reconhecendo as ligações existentes entre o meio ambiente, a saúde humana e a saúde animal, e crescermos quanto ao nosso papel social na saúde única”, pontuou Iza Alencar.

Entenda sobre a doença

A Leishmaniose Visceral (LV) é uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida dos animais para o ser humano e apresenta grande relevância para a saúde pública. A doença é transmitida pelo mosquito-palha que atua como vetor e sua presença é favorecida por ambientes úmidos e ricos em matéria orgânica, como fezes de animais e acúmulos de folhas.

O cão é o principal reservatório da doença, pois ao ser acometido, torna-se fonte de alimentação e contaminação para outros vetores, mantendo assim o ciclo da doença e favorecendo a infecção também de pessoas.

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