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ime de futebol master da Polícia Civil é campeão dos Jogos dos Servidores do Governo do Tocantins edição 2025

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A equipe de Futebol masculino, categoria Master (acima dos 40 anos) da Polícia Civil do Tocantins sagrou-se campeã dos Jogos dos Servidores do Governo do Estado do Tocantins de 2025. A final ocorreu na noite do último sábado, 22, na sede do Clube da Caixa, em Palmas e os atletas da PC/TO enfrentaram e venceram a equipe da Escola Estadual Beira Rio pelo placar de 2 x 1.

O time da Polícia Civil, que é composto por delegados, oficiais investigadores e servidores administrativos, passou por todas as fases anteriores da competição, obtendo seis vitórias, sendo algumas delas expressivas, e conseguiu chegar ao final da competição. Durante o jogo final, os atletas da PC/TO fizeram um jogo cadenciado e de muita intensidade.

O oficial investigador Rogério Tonon, em um chute forte, abriu o placar para a equipe da Polícia Civil. No entanto, logo em seguida, a equipe da Escola Beira Rio empatou o jogo e, poucos minutos depois, o oficial investigador Renato Mendes, em chute colocado, ampliou o placar fazendo 2 x 1. O jogo continuou muito disputado até o final, mas o time da Polícia Civil conseguiu segurar o resultado e saiu com a vitória e o título da competição.

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O delegado Gustavo Henrique, que é o capitão do time, destacou que a união do grupo e a força de vontade dos participantes foram essenciais para a obtenção do resultado positivo e a conquista dos Jogos dos Servidores de 2025. Ele disse que os atletas da PC/TO fizeram um jogo muito estudado e de muita intensidade. “Essa foi à vitória da superação, onde todos os jogadores do time se empenharam ao máximo em todas as partidas para que pudéssemos chegar a final e sermos campeões. “Mais do que o título, o maior legado que fica é sempre esse fortalecimento da união entre os servidores da nossa instituição, já que o time é composto por delegados, oficiais, investigadores e servidores administrativos. O fato de a equipe adversária ser muito forte, valorizou nossa vitória”, frisou

A etapa vencida pela equipe da PC/TO é a regional, que envolveu equipes de Palmas e região. Com a vitória, o time da Polícia Civil se qualificou para disputar a etapa estadual dos Jogos dos Servidores, que ocorrerá no próximo mês de dezembro e contará com equipes das regionais de Araguaína e Gurupi.

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No encerramento dos Jogos dos Servidores, a equipe de futebol Máster da Polícia Civil do Tocantins recebeu medalhas e o troféu de campeão.

Da esquerda pra direita:

Em pé: Thiago, Arioswandre, André, Carlos, Bernardo, Fabrício, Márcio.

Agachados: Rogério, Eduardo, Eduardo Menezes, Renato, Gustavo

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POLÍCIA

Ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins para extração de dados de celulares é disponibilizada para forças de segurança de todo o país

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Uma ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins foi disponibilizada gratuitamente para instituições de segurança pública de todo o Brasil. A tecnologia é voltada à extração de evidências digitais em aparelhos celulares apreendidos. A aplicação MOB158 foi desenvolvida pelo delegado de Polícia Civil Fellipe Crivelaro para auxiliar policiais na documentação de informações presentes em dispositivos móveis, observando os requisitos legais da cadeia de custódia digital.

O nome da ferramenta faz referência à palavra inglesa mobile (celular) e ao artigo 158 do Código de Processo Penal, que trata da cadeia de custódia das evidências. A aplicação permite realizar capturas de tela (screenshots) e gravações da tela (screen recorder) de aparelhos com sistema Android, gerando registros organizados que podem ser utilizados durante investigações criminais.

Um dos principais diferenciais do MOB158 é que todo o processo de extração é realizado em conformidade com as normas previstas nos artigos 158-A e seguintes do Código de Processo Penal, que disciplinam a preservação da cadeia de custódia das provas digitais.

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Para garantir a autenticidade das evidências coletadas, a ferramenta gera automaticamente hashes criptográficos, que funcionam como uma impressão digital única de cada arquivo produzido. Caso qualquer imagem ou vídeo seja alterado posteriormente, mesmo que minimamente, o hash também será modificado, permitindo identificar imediatamente qualquer tentativa de adulteração da prova. Esse procedimento é amplamente utilizado na perícia digital para demonstrar que o conteúdo permaneceu íntegro desde sua coleta.

Além disso, o sistema utiliza chaves PEM, padrão internacional empregado para armazenamento de certificados e chaves criptográficas. Elas permitem a assinatura digital dos arquivos produzidos, conferindo autenticidade ao material e possibilitando verificar que os registros foram gerados pela ferramenta.

Outro recurso da plataforma é a possibilidade de personalização do relatório de extração. Cada instituição pode inserir sua identidade visual, além de informações como número do procedimento policial e identificação do envelope de vestígio, facilitando a documentação e o gerenciamento da prova digital.

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