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Em Palmas, Polícia Civil ministra palestras sobre bullying e cyberbullying para alunos de escola particular

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Na última quarta-feira, 22, o delegado titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA – Palmas), Rodrigo Santilli do Valle, esteve em dois períodos em uma Escola Particular da Capital, onde ministrou palestras a alunos da primeira e segunda fases do ensino fundamental, sobre os efeitos do bullying e cyberbullying no ambiente escolar. Na ocasião, a autoridade policial levou aos alunos, orientações práticas sobre direitos, deveres e consequências legais  dos atos de violência e discriminação. seg

O delegado atendeu a convite da Unidade Educacional e, juntamente com a equipe da DPCA, teve quatro momentos com os alunos, explicando e abordando de forma clara, dinâmica, e com linguagem acessível sobre as consequências da prática do bullying e cyberbullying. O delegado também pontuou que todo estudante deve sempre assumir uma postura ética e respeitosa no trato com seus semelhantes, seja de forma presencial ou em ambiente online.

Durante suas falas na escola, o delegado detalhou com base na legislação penal vigente, as consequências das práticas de comportamentos discriminatórios e agressivos praticados contra colegas. Ainda, de maneira muito dinâmica, o delegado Rodrigo Santilli, também explicou que atitudes como humilhar, ofender, ameaçar, ou espalhar boatos sobre colegas pode ter consequências graves, e que cada um pode ser responsabilizado, sendo que em casos mais graves, pode ser necessária a decretação de medida socioeducativas.

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Ambiente de respeito e livre de bullying

O delegado ressaltou que a conduta dos estudantes deve sempre ser pautada pela ética, pelo respeito às diferenças, valorização do diálogo, estimulando a empatia e uma cultura de paz, a fim de promover um ambiente acolhedor e seguro para todos. Ele também frisou que todos têm o direito a manifestar suas opiniões, promovendo a liberdade de expressão, mas que isso não significa ferir ou magoar o próximo com expressões ou gestos.

A autoridade policial também falou sobre a rotina da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente e como são tratados os casos que chegam à Unidade Especializada. Por outro lado, o delegado  fez um apelo aos estudantes para que denunciem qualquer comportamento criminoso que porventura possam sofrer para que a Polícia Civil possa tomar as providências cabíveis, identificando o agressor e promovendo as ações que se fizerem necessárias.

Ao final dos encontros, a autoridade policial respondeu aos questionamentos dos estudantes e se colocou à disposição para futuras ações conjuntas entre a DPCA e a Unidade Escolar,  no sentido de reforçar os laços entre a Polícia Civil e a sociedade.

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“Momentos como esse são de extrema importância para a Polícia Civil, sobretudo, para nós que estamos em uma Delegacia que é voltada à proteção dos direitos de crianças e adolescentes. Nesse sentido, ter a oportunidade de falar com esses estudantes, explicando a eles sobre direitos, condutas, regras e consequências de seus atos, é muito satisfatório. Desse modo, conseguimos contribuir um pouco para que eles se tornem cidadãos ainda mais conscientes de seus direitos e suas obrigações, fomentando uma cultura de paz, pautada no respeito e na ética”, concluiu o delegado Santilli.

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Comissão do concurso da Polícia Civil do Tocantins realiza primeira reunião de alinhamento

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A comissão responsável pelo concurso da Polícia Civil do Tocantins realizou, nesta quarta-feira, 8, a primeira reunião de alinhamento, com foco na organização das próximas etapas previstas no certame. A reunião foi na sede da Secretaria de Estado da Administração (Secad/TO) e reuniu representantes da Secad, da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/TO) e demais integrantes da comissão.

O encontro marcou o início das atividades do grupo, que passa a conduzir os trâmites administrativos necessários para a realização do concurso. Ficou definido que nas próximas reuniões será apresentado um documento de formalização da demanda, etapa essencial para a contratação da banca organizadora.

A presidente da comissão, Taís de Araújo Oliveira Ferreira, destacou o início dos trabalhos e a importância do certame. “Estamos muito felizes em iniciar os trabalhos desta comissão de um concurso tão esperado e importante para a população tocantinense. Hoje iniciamos o alinhamento para a construção dos documentos necessários para a contratação da banca. Estamos todos engajados e preparados para cumprir essa missão”, afirmou.

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Também foi decidido que a comissão irá se reunir duas vezes por semana, com o objetivo de dar celeridade ao andamento dos trabalhos. Uma nova reunião já está agendada para sexta-feira, 10, quando terão continuidade as discussões técnicas.

Membro da comissão, e presidente substituto, o delegado Emerson Francisco de Moura abordou a definição das próximas etapas. “A reunião foi de extrema importância para alinhar as ações da comissão mista, composta por servidores da Segurança Pública, Polícia Civil e Administração. Já traçamos um cronograma preliminar e seguimos com a determinação de dar a maior celeridade possível ao processo, com segurança jurídica”, disse.

Fazem parte da comissão, a presidente Taís de Araújo Oliveira Ferreira, o presidente substituto, Emerson Francisco de Moura, e os demais membros, Napolião Freire de Gois, Sara Rodrigues Gouvea, José Rodrigues da Silva Filho, Everton Benmuyal da Costa, Lorena Josephine Ponce de Leon e Pinheiro de Cerqueira Oyama, Ibanez Ayres da Silva Neto e Mauricio Kraemer Ughini.

A comissão foi instituída por portaria publicada no Diário Oficial do Estado no último dia 1º de abril, dando início aos procedimentos para a realização do concurso, que prevê 452 vagas para os cargos de delegado, oficial investigador e perito oficial.

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O certame é aguardado há mais de uma década e tem como objetivo recompor o efetivo da Polícia Civil e ampliar a capacidade de investigação no estado. A próxima etapa será a contratação da banca organizadora e, posteriormente, a publicação do edital com todas as regras do concurso.

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