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Senador Eduardo Gomes entrega 1ª etapa do Parque Boa Vista em Tocantinópolis e anuncia mais R$ 3 milhões para a segunda fase das obras

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Em Tocantinópolis, o vice-presidente do Senado e presidente do PL Tocantins, Eduardo Gomes, participou nesta sexta-feira, 10, da inauguração da primeira etapa do Parque Boa Vista — obra viabilizada com recursos de emenda parlamentar de R$ 800 mil destinados por ele — e anunciou a liberação de mais R$ 3 milhões para a continuidade do projeto.

O novo aporte garantirá a execução da segunda etapa do parque, que inclui a construção de uma ponte e a ampliação da área urbanizada, consolidando o espaço como um dos principais pontos de lazer e turismo da região do Bico do Papagaio.

A primeira etapa foi fruto de uma parceria iniciada em 2023, quando o atual prefeito de Tocantinópolis, Fabion Gomes, ainda como deputado estadual, e o então prefeito Paulo Gomes estiveram em Brasília para solicitar o apoio do senador. “Estamos criando um espaço que promove saúde, convívio social e qualidade de vida. É uma honra poder contribuir com o desenvolvimento da nossa região e ver o resultado de um trabalho conjunto com o município”, afirmou Eduardo Gomes.

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O senador também relembrou líderes históricos que contribuíram para a criação do Tocantins e ressaltou o simbolismo de Tocantinópolis nesse processo. “Chegar aqui sempre me traz a lembrança do nosso querido e eterno senador João Ribeiro, do governador Siqueira Campos e de tantos líderes que lutaram pela criação do nosso Estado. Estar no Parque Boa Vista é reafirmar essa história de autonomia e desenvolvimento. Vamos ampliar os recursos para que o parque continue crescendo e valorizando essa cidade que tanto representa o Tocantins”, frisou.

Durante a inauguração, o prefeito Fabion Gomes destacou o empenho do senador e a importância da obra para a cidade. “Essa é uma obra muito bonita, onde muitas pessoas fazem caminhada todas as tardes e manhãs. O recurso que o senador colocou foi de grande valia. Tivemos o apoio da Câmara Municipal e fizemos de tudo para concluir. Agradeço de coração ao senador Eduardo Gomes e ao povo de Tocantinópolis, que hoje desfruta desse espaço”, declarou.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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