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SSP/TO e Naturatins avançam em tratativas para reforçar parceria estratégica no Tocantins

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Na manhã desta segunda-feira, 14, a Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO) participou de uma reunião estratégica com a presidência do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), com o objetivo de reforçar a cooperação entre os órgãos. O encontro ocorreu na sede do Naturatins e contou com a presença do secretário Bruno Azevedo, do presidente da instituição, Cledson da Rocha Lima, diretor do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), tenente-coronel Gustavo Bolentini e da superintendente de Segurança Integrada da SSP-TO, Fátima Holanda.

Durante a reunião foram discutidas formas de estreitar a parceria institucional entre a SSP/TO e o Naturatins, com foco em operações conjuntas, troca de informações e apoio aéreo em ações de fiscalização ambiental.

“Estamos sempre abertos ao diálogo e à construção de soluções integradas. O Ciopaer já soma mais de 360 horas de voo em apoio às missões do Naturatins, e temos certeza de que podemos ampliar esse trabalho conjunto. O Naturatins é um parceiro estratégico e o Ciopaer é uma unidade da qual eles sempre puderam contar  e continuarão podendo”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Bruno Azevedo.

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O presidente do Naturatins também reforçou o desejo de consolidar a aproximação entre as instituições. “Quero estabelecer uma parceria contínua entre o Naturatins e a Segurança Pública. Trabalhar juntos é a melhor forma de proteger o meio ambiente e garantir que nossas ações tenham maior alcance e eficácia”, declarou Cledson da Rocha Lima.

No encontro, foram discutidas possibilidades concretas de cooperação técnica e operacional, que devem ser formalizadas posteriormente. As ações futuras devem incluir apoio aéreo em áreas de difícil acesso, reforço em operações de fiscalização ambiental e iniciativas de educação ambiental com suporte das forças de segurança.

“A Secretaria da Segurança Pública segue empenhada em fortalecer a articulação com outros órgãos estaduais, sempre promovendo a integração. Saímos da reunião com a certeza de que estamos firmando uma parceria longeva, bem elaborada e com grande potencial de impacto positivo para o Tocantins”, concluiu o secretário.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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