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Prefeitura de Gurupi intensifica força-tarefa para reduzir descarte irregular de resíduos

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A Prefeitura de Gurupi realizou uma reunião com órgãos municipais, empresários do setor de remoção de entulhos e membros da COOPRE – Cooperativa de Resíduos Sólidos, com o objetivo de unir esforços para diminuir o descarte irregular de resíduos na cidade. A iniciativa busca conscientizar a população por meio de ações educativas em escolas e residências.

Apesar das medidas já adotadas, Gurupi ainda enfrenta o desafio de lidar com cerca de 2 mil toneladas de descarte irregular de resíduos. A meta da força-tarefa é reduzir esse volume gradativamente, chegando a, no mínimo, 500 quilos. O processo será conduzido de forma a evitar prejuízos ou punições desnecessárias aos cidadãos.

O secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, Wilson de Souza, destacou a importância dessa ação, alertando para os impactos negativos do descarte irregular, que podem afetar a saúde pública e a mobilidade urbana. “Com esse start que estamos realizando, acreditamos que faremos uma organização de dentro para fora, deixando a nossa cidade mais bonita e bem cuidada”, afirmou o Secretário.

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O diretor de Posturas de Gurupi, João Fernandes, ressaltou que a fiscalização já vem atuando de forma contínua, mas o crescimento da cidade exige novas estratégias para conscientizar toda a população. Ele reforçou que a postura seguirá fiscalizando e aplicando sanções quando necessário, mas espera contar com a colaboração dos munícipes. “Com toda essa ação conjunta, esperamos que a comunidade se conscientize, e a Postura estará aqui para realizar seu trabalho”, concluiu.

O secretário Wilson reforçou ainda a importância da participação de toda a sociedade nesse esforço coletivo, garantindo um ambiente urbano mais limpo e organizado para todos os moradores.

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Luana Nunes cobra medidas mais efetivas contra violência doméstica após caso de jovem mantida em cativeiro

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A candidata a deputada federal Luana Nunes (União Brasil) usou as redes sociais neste domingo, 23, para se posicionar sobre o caso de uma jovem que foi sequestrada e mantida em cativeiro por cinco dias, em Goiás, após ter uma medida protetiva negada. Em vídeo, Luana classificou o episódio como um alerta sobre as falhas na proteção às mulheres e defendeu medidas mais rigorosas para impedir que casos de violência doméstica evoluam para feminicídio.

A defesa dos direitos e da segurança das mulheres é uma das principais bandeiras da candidata. Ao comentar o caso, Luana criticou a decisão que negou a medida protetiva por falta de provas e afirmou que mulheres em situação de risco precisam ter mecanismos de proteção capazes de agir antes que a violência atinja níveis ainda mais graves.

“Essa mulher teve a sua medida protetiva negada. E sabe por que foi negada? Por falta de provas. Uma mulher que implorava por segurança e que estava pedindo, quase que ‘por favor’, para que nós pudéssemos segurá-la no seu direito de não ser violentada”, afirmou.

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Luana destacou que o enfrentamento à violência contra a mulher precisa deixar de ser apenas um debate e resultar em medidas concretas de prevenção, proteção e punição. Ela defendeu o fortalecimento das leis e mecanismos de fiscalização sobre agressores, além do cumprimento efetivo das penas. “Nós não podemos permitir que mais um caso de violência doméstica acabe virando um caso de feminicídio. E isso depende diretamente de nós, depende das escolhas que nós fazemos, depende daqueles que nós escolhemos lutar lá por nós”, afirmou.

Medidas Urgentes

Entre as medidas citadas pela candidata está a ampliação do uso de tornozeleiras eletrônicas para monitorar agressores no Tocantins. Luana disse que o Estado precisa ampliar esse mecanismo como forma de proteção às vítimas e de controle daqueles que representam risco.

“Nós precisamos implantar de forma decisiva e colocar mais tornozeleiras eletrônicas aqui no Estado do Tocantins. A gente precisa de leis que façam com que esses agressores não possam sair e que tenham as suas penas cumpridas de forma correta e, de fato, leis que punam de verdade”, defendeu.

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Ao final do vídeo, Luana reforçou que a violência contra uma mulher não pode ser tratada como um caso isolado ou como apenas mais uma ocorrência entre tantas outras. “Cada mulher que é violentada atinge diretamente todas as outras mulheres. Cada mulher que é abusada, que é estuprada, que tem a sua vida ceifada por esses agressores atinge diretamente todas as outras nós, mulheres”, afirmou.

A candidata encerrou a manifestação defendendo mobilização permanente da sociedade e a adoção de políticas públicas capazes de garantir segurança às mulheres antes que situações de violência doméstica resultem em crimes ainda mais graves.

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