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Posse de Conselheiros

Novos conselheiros do Fórum de Mudanças Climáticas do Tocantins tomam posse e declaram interesse na composição da Câmara Temática de Pesquisas em Mudanças Climáticas

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O Fórum Estadual de Mudanças Climáticas do Tocantins (FEMC/TO) realizou nesta quarta-feira, 2, a cerimônia de posse dos novos conselheiros para o mandato do biênio 2024-2026, durante a 4ª Reunião Extraordinária do colegiado.

Representando o Poder Público Estadual, o governo do Tocantins, por intermédio do presidente do FEMC/TO, o secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lelis, empossou a nova secretária executiva do Fórum, Ravenna Priscylla Pinto Vieira e os novos conselheiros, que em seguida aprovaram a indicação de Marli Santos como vice-presidente do colegiado.

O presidente Marcello Lelis cumprimentou os conselheiros e enfatizou que, “o Fórum inicia um novo biênio, com uma agenda de trabalho repleta de pautas essenciais ao direcionamento das políticas públicas estaduais necessárias ao avanço do programa Jurisdicional de REDD+ [Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa – GEE – por Desmatamento e Degradação] do Tocantins, a Estratégia Tocantins Competitivo e Sustentável – ESTOCS – e a adoção de medidas que contribuam com os esforços globais de resiliência climática”.

Na sequência, a vice-presidente do FEMC, Marli Santos, conduziu a apresentação das pautas na ordem do dia. Marli Santos apresentou um resumo histórico das etapas percorridas do Programa Jurisdicional de REDD+ do Tocantins até os dias atuais e pontuou as demandas para avanço dos próximos passos.

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A vice-presidente destacou as etapas percorridas com a ESTOCS, a necessidade de atender os requisitos internacionais para registro dos créditos de carbono, citou modelos de medidas práticas que podem contribuir com a geração de novos créditos e comentou os principais pontos debatidos no recente encontro com representantes das Nações Unidas, em Nova York.

“Atualmente estamos sentindo os efeitos globais das mudanças climáticas, que neste ano, já teve registro de cinco grandes ondas de calor em todo o mundo. O Fórum tem o compromisso de atuar de forma dedicada ao debate e propostas de soluções, que são emergentes, hoje tanto no sentido de adaptação às novas temperaturas, quanto para enfrentarmos os desafios da busca da diminuição das emissões do GEE”, ressaltou a vice-presidente do FEMC, Marli Santos.

Na ocasião, os conselheiros também aprovaram e declararam o interesse de 14 instituições que vão compor a Câmara Temática Permanente de Pesquisas em Mudanças Climáticas (CTPPMC), entre ela; a Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS), a Faculdade Católica do Tocantins (UNICATÓLICA), a Universidade Federal do Tocantins (UFT), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Tocantins (FAPT), o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins (IFTO), a Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (FIETO), a Faculdade de Palmas (FAPAL), a Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH), a Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SICS), a Secretaria da Fazenda (SEFAZ), a Secretaria da Educação (SEDUC), a Secretaria da Saúde (SES), a Secretaria da Agricultura e Pecuária (SEAGRO) e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA).

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Composição do FEMC/TO

A nova composição do Fórum Estadual de Mudanças Climáticas (FEMC/TO), publicada no Diário Oficial do Estado nº 6664, reúne representantes de 19 instituições do estado do Tocantins, sob a presidência da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH), com representantes titulares e suplentes da Prefeitura (indicação da ATM), Secretaria da Agricultura e Pecuária (SEAGRO), Secretaria da Fazenda (SEFAZ), Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SICS), Secretaria das Cidades, Habitação e Desenvolvimento Regional, Secretaria da Saúde, Secretaria da Educação (SEDUC), Secretaria do Turismo, Procuradoria-Geral do Estado, Ministério Público Estadual (MPE), Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins (AL/TO), Corpo de Bombeiros Militar (CBM/TO), Polícia Militar do Estado do Tocantins (PM/TO), Instituto Natureza do Tocantins (NATURATINS), Instituto de Desenvolvimento Rural do Estado do Tocantins (RURALTINS), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins (IFTO), Universidade Federal do Tocantins (UFT), Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS).

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Projeto piloto de identificação neonatal atende 28 recém-nascidos e emite primeiras carteiras de identidade no Tocantins

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A Secretaria de Estado da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO) concluiu, neste domingo, 31, o projeto piloto de identificação neonatal realizado no Hospital e Maternidade Dona Regina, em Palmas. Durante os três dias de ação, realizada por meio do Instituto de Identificação, 28 recém-nascidos passaram pelo processo de cadastramento biométrico e duas Carteiras de Identidade Nacional (CIN) já foram emitidas e entregues às famílias.

A iniciativa teve como objetivo avaliar a tecnologia e os procedimentos necessários para a implantação da identificação civil desde os primeiros dias de vida. Ao longo da ação, equipes do Instituto de Identificação realizaram a coleta de dados biométricos dos bebês, incluindo imagens faciais, perioculares da íris e impressões digitais, além da análise dos fluxos de atendimento e da integração dos sistemas utilizados.

O projeto permitiu testar, em ambiente real, as etapas do cadastramento biométrico neonatal, desde o atendimento aos pais e responsáveis até a captura das informações necessárias para a emissão do documento de identidade.

Para a diretora do Instituto de Identificação, Elaine Monteiro Tonon, os resultados alcançados demonstram a viabilidade da iniciativa e reforçam a importância da identificação civil ainda nos primeiros dias de vida. “Os resultados foram positivos e confirmaram a viabilidade da identificação neonatal no Tocantins. Já estamos em processo de aquisição do sistema para ampliar essa iniciativa. Além de garantir o acesso à documentação civil desde os primeiros dias de vida, a biometria neonatal representa um importante avanço na segurança dentro das maternidades, contribuindo para prevenir situações como a troca e tráfico de bebês, além de fortalecer a identificação dos recém-nascidos”, destacou.

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