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Espol realiza curso básico de aeronave remotamente pilotada para profissionais da segurança pública

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Com o objetivo de capacitar profissionais para se tornarem operadores de drones, a Secretaria da Segurança Pública, por meio da Escola Superior de Polícia (Espol), deu início na manhã desta quarta-feira, 19, no auditório da Espol, o curso básico de aeronave remotamente pilotada. O curso propõe capacitar profissionais para o uso eficiente da tecnologia, que tem se mostrado crucial em operações de segurança.

A capacitação é ministrada pelo escrivão de polícia Mariwaldo Gomes Caetano. Piloto de aeronave remotamente desde 2015, Caetano foi o primeiro operador de drone policial do Estado do Tocantins, trazendo um conhecimento especializado e prático para os participantes.

Durante a abertura do curso, a diretora adjunta da Espol, Lorena Josephine, destacou a importância da capacitação contínua dos profissionais de segurança. “Gostaria de expressar minha gratidão a todos pela presença. Nosso objetivo é proporcionar uma capacitação eficiente e rápida. Agradeço a cada um de vocês que se voluntariaram a participar e buscar ativamente o conhecimento. E claro, meus agradecimentos ao instrutor, que gentilmente se dispôs a estar aqui voluntariamente para ministrar este curso”, pontuou .

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O curso formará 30 operadores de drones, que estarão aptos a utilizar esta tecnologia em diversas operações, contribuindo para a modernização e eficiência das ações policiais no Estado.

Segundo o instrutor Mariwaldo Gomes, os drones têm se revelado ferramentas valiosas para operações de busca e apreensão, permitindo seguir suspeitos em fuga, localizar esconderijos de drogas e identificar plantações ilegais. “A capacidade de operar de forma silenciosa e discreta torna os drones ideais para missões de vigilância que exigem sigilo, aumentando a eficácia das operações sem colocar em risco os agentes envolvidos”, explicou.

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CRMV-TO promove orientação e conhecimento sobre a leishmaniose visceral

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Com foco na promoção de conhecimento e orientações aos profissionais, estudantes e à comunidade em geral, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Tocantins (CRMV-TO), por meio da Comissão de Uma Só Saúde, realizou nessa quinta-feira, 27, o primeiro webinar sobre saúde única, que abordou sobre a leishmaniose visceral no Tocantins. O webinar foi transmitido ao vivo no canal do Conselho no Youtube.

O evento foi conduzido pelo biólogo Júlio Bigeli, da Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES), o médico-veterinário Admilson Modesto, da Unidade de Vigilância de Zoonoses de Araguaína, e a bióloga Marta Malheiros, da Unidade de Vigilância e Controle de Zoonoses de Palmas. Esses profissionais atuam na linha de frente do combate à zoonose e abordaram sobre o cenário da Leishmaniose Visceral no Tocantins; ações de vigilância de casos da doença em humanos e encoleiramento canino, dentre outros temas pertinentes.

A médica-veterinária e presidente da Comissão de Uma Só Saúde do CRMV-TO, Iza Alencar, explica sobre a importância da realização desse evento.

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“Esse webinar faz parte das ações que estão sendo desenvolvidas pelo CRMV-TO no âmbito da Uma Só Saúde e tem a finalidade de divulgar este tema entre os profissionais e estudantes da medicina veterinária, zootecnia, e demais categorias da saúde humana e meio ambiente. A abordagem da Uma Só Saúde ainda é pouco conhecida e precisamos ampliar o nosso olhar para sempre atuar de forma integrada, reconhecendo as ligações existentes entre o meio ambiente, a saúde humana e a saúde animal, e crescermos quanto ao nosso papel social na saúde única”, pontuou Iza Alencar.

Entenda sobre a doença

A Leishmaniose Visceral (LV) é uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida dos animais para o ser humano e apresenta grande relevância para a saúde pública. A doença é transmitida pelo mosquito-palha que atua como vetor e sua presença é favorecida por ambientes úmidos e ricos em matéria orgânica, como fezes de animais e acúmulos de folhas.

O cão é o principal reservatório da doença, pois ao ser acometido, torna-se fonte de alimentação e contaminação para outros vetores, mantendo assim o ciclo da doença e favorecendo a infecção também de pessoas.

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