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Secretaria do Meio Ambiente apresenta Programa de Revitalização da Bacia Hidrográfica do Tocantins em seminário da Procuradoria-Geral da República em Brasília

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À convite da Procuradoria-Geral da República, o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lelis apresentou o Programa de Revitalização da Bacia Hidrográfica do Tocantins durante o seminário   “Araguaia: Um Rio de Oportunidades”, realizado,  em Brasília, na sede do órgão , nesta quinta-feira,06. O evento teve o objetivo de debater medidas para garantir a preservação da flora e da fauna na Bacia do Araguaia.

O seminário reuniu procuradores que atuam na região, bem como representantes de instituições públicas e de organizações não-governamentais nacionais e internacionais, acadêmicos e especialistas no tema. O seminário faz parte da programação da Semana do Meio Ambiente promovido pelo órgão.

O secretário Marcello Lelis discorreu sobre o Programa de Revitalização da Bacia Hidrográfica do Tocantins desenvolvido pelo Governo do Tocantins por meio da Semarh.  O programa contempla os seguintes eixos: Recomposição das Nascentes e Matas Ciliares, Projeto da Conservação da Água e Solo nas Bacias Hidrográficas, Monitoramento Qualiquantitativo da Água e Ampliação e Estruturação dos Comitês de Bacias Hidrográficas.

Neste sentido, o secretário Marcello Lelis destacou o Projeto Plantando Água que tem a meta de recuperar 100 hectares por ano de Áreas de Preservação Permanentes de nascentes e matas ciliares. O projeto também contempla o Plantio de 130.000 mudas/ano de 22 espécies nativas do Cerrado.

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Marcello Lelis também falou sobre a construção de 5.200 barraginhas em 22 municípios da região Sudeste do Estado e 1.700 em 17 cidade da Região Centro Sul. “ Além disso, hoje contamos com 85 pontos de monitoramento de parâmetros físicos, químicos, biológicos e agrotóxicos, outro ponto importante desta política”, afirmou

O secretário acrescentou ainda que o estado conta hoje com 58 Plataformas de Coletas de Dados Telemétricas instaladas para monitoramento e transmissão em tempo real dos dados de chuva, nível e vazões dos rios.

A abertura do evento foi conduzida pelo coordenador da Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do MPF, Juliano Baiocchi, e pelo coordenador do GT Araguaia-Tocantins, Guilherme Tavares.  A ideia é que o evento contribua com a atuação do Grupo de Trabalho da Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural (4CCR) do MPF, que estuda a criação de um corredor ecológico às margens dos rios Araguaia e Tocantins, para a proteção da biodiversidade local. A iniciativa faz parte das ações da Semana do Meio Ambiente.

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Os participantes debaterem ainda a perspectiva constitucional do desenvolvimento sustentável para a criação do corredor ecológico, bem como os desafios da preservação da mata ciliar em Área de Preservação Permanente.  (Com Ascom do PGR)

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Tocantins fortalece monitoramento da qualidade da água com parceria entre Semarh, UFT e FAPTO

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O Governo do Tocantins deu mais um passo para fortalecer a gestão dos recursos hídricos e ampliar o conhecimento sobre a qualidade das águas que abastecem o estado.

Nesta quinta-feira, 11, a Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) formalizou um Termo de Convênio com a Universidade Federal do Tocantins (UFT) e a Fundação de Apoio Científico e Tecnológico do Tocantins (Fapto), durante cerimônia realizada na Reitoria da universidade, em Palmas.

A parceria prevê a execução de pesquisas aplicadas e análises laboratoriais voltadas ao monitoramento da qualidade da água em rios e lagos tocantinenses. Ao longo de dois anos e seis meses, equipes técnicas irão realizar coletas e avaliações em 80 pontos estratégicos distribuídos pelas diferentes regiões do estado.

A iniciativa busca gerar informações científicas capazes de subsidiar políticas públicas voltadas à preservação dos recursos hídricos, ao acesso à água de qualidade e à ampliação do saneamento básico.

O trabalho também contribui diretamente para o cumprimento do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6, da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), que trata da garantia da disponibilidade e da gestão sustentável da água para todos.

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Durante a assinatura do convênio, o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lelis, destacou que a parceria fortalece a integração entre o poder público e a academia, proporcionando maior agilidade e eficiência na produção de dados técnicos.

“Estamos unindo a experiência da Semarh à excelência técnica da universidade para ampliar nossa capacidade de monitoramento e garantir análises mais rápidas e precisas sobre a qualidade das águas tocantinenses”, ressaltou o secretário.

A reitora da UFT, Maria Santana, enfatizou o papel da universidade na produção de conhecimento voltado ao desenvolvimento sustentável e reafirmou o compromisso da instituição em contribuir com a gestão ambiental do estado por meio de sua estrutura técnica e científica.

Para o presidente da Fapto, Leonardo Araújo, a iniciativa representa um avanço na modernização da política estadual de recursos hídricos, fortalecendo a inovação e a utilização da ciência como ferramenta de apoio à tomada de decisões.

Rede de monitoramento

O  convênio amplia uma estrutura de monitoramento já consolidada pela Semarh. Atualmente, o estado opera uma rede composta por aproximadamente 80 estações hidrometeorológicas distribuídas nas principais bacias hidrográficas tocantinenses.

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As Plataformas de Coleta de Dados (PCDs) realizam o acompanhamento em tempo real de indicadores como precipitação, níveis dos rios e vazões, fornecendo informações estratégicas para ações de segurança hídrica, prevenção de enchentes e enfrentamento de períodos de estiagem.

 Além do monitoramento hidrológico, o Tocantins mantém uma rede de vigilância da qualidade da água com dezenas de pontos de acompanhamento ambiental. Por meio de análises laboratoriais e sondas multiparamétricas, são avaliados indicadores físicos, químicos e biológicos que permitem acompanhar as condições dos corpos hídricos e calcular o Índice de Qualidade da Água (IQA).

 Com a nova parceria, o estado amplia sua capacidade técnica de produzir informações qualificadas sobre seus recursos hídricos, fortalecendo o planejamento ambiental e contribuindo para a preservação de um dos patrimônios naturais mais estratégicos para o desenvolvimento sustentável do Tocantins.

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