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LEI PAULO GUSTAVO

Inscrições para Oficina de Criatividade Sonora começam neste domingo, 5

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No próximo domingo, 5, iniciam-se as inscrições para participação na Oficina de Criatividade Sonora (OCRIS), projeto contemplado na Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022), por meio do edital Artes Tocantins 2023, lançado pelo Governo do Tocantins, através da Secretaria da Cultura (Secult). Classificada na categoria Linguagens Artísticas – Música, a iniciativa recebeu o recurso de R$30.000,00 para fomentar a troca de experiências entre os artistas a partir de vivências nos municípios de Palmas, Porto Nacional e Miracema, e de pesquisas conduzidas pelo diretor artístico Heitor Martins Oliveira. As inscrições estarão abertas até o dia 15 de maio e os interessados podem se candidatar neste link.

A proposta do projeto é fomentar um núcleo de experimentações criativas e estabelecer um intercâmbio entre espaços de formação e prática musical. Por meio de uma série de ações conectadas, a ação irá explorar possibilidades da criação musical e sonora em seus aspectos conceituais e práticos, e concretizar propostas criativas individuais e coletivas em trocas de experiências, vivências, partituras e gravações.

O projeto é um desdobramento e continuação das ações de extensão universitária desenvolvidas em Palmas, desde 2018, sob coordenação de Heitor. Nos últimos anos, a Oficina de Criatividade Sonora consolidou-se como espaço de participação cultural em práticas e diálogos em criação sonora e musical colaborativa. A partir desse esforço coletivo, os participantes fizeram apresentações artísticas, podcast de experimentos sonoros, mini-recitais didáticos, trilhas sonoras de peças de teatro e curta-metragem. Com o fomento da LGP, foi possível expandir o alcance das ações, de forma a impactar três municípios no Tocantins.

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Para a proponente selecionada, Stella Antunes, as expectativas com o projeto são positivas, “uma vez que a Oficina de Criatividade Sonora oportuniza vivências para a co-criação autoral, promovendo um intercâmbio entre músicos locais, ambientando novos espaços de troca de saberes artísticos”, disse.

De acordo com Stella, as partituras das composições também serão disponibilizadas em braile, de forma a promover a acessibilidade. Interessados no projeto podem ter mais informações e atualizações por meio dos canais oficiais nas redes sociais: @ocris.uft e @produza_mktcultural. Para se inscrever, acesse o link:  http://bit.ly/ocris20241pg .

Sobre a proponente:

Representante legal da Produza Marketing Cultural, produtora cultural, administradora, fotógrafa e especialista em Economia Criativa, Stella Antunes atua em diversas linguagens artísticas desde 2010. Realizou o primeiro Festival Internacional Corpo Expandido (FICE) em 2017 e coordenou a produção do Festival CHICO de Cinema e Vídeo do Tocantins em 2018. Stella também produziu em vários graus na gestão de curtas, longas e documentários como: “O Boneco de Barro e o Rei” (2018), “Circo Social: Os Kacos” (2017), “João e Maria, uma aventura no Cerrado (2017), “Palmas eu Gosto de Tu” (2016), entre outros.

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Cronograma:

Inscrições:
Entre 5 a 15 de maio para instrumentistas

De 15 a 30 de maio:
Imersão de estudos e pesquisas conduzidas pelo diretor artístico Heitor Oliveira, com músicos instrumentistas selecionados

Junho e agosto:
Vivências com grupos musicais convidados em Palmas, Porto Nacional e Miracema

Setembro e outubro:
Divulgação de episódios de podcast com registros das vivências; lançamento de fonograma de criação colaborativa realizada com os músicos do projeto

Novembro:
Entrega de relatório e resultados do projeto à Secretaria da Cultura (Secult)

Ficha Técnica:

Proponente: Produza Marketing Cultural
Produtora Executiva: Stella Antunes Fernandes
Direção Artística: Heitor Martins Oliveira
Assessoria de Imprensa: Luana Fernanda

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EDUCAÇÃO

Estudantes do Tocantins são premiados no Concurso Museu das Águas Brasileiras

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Estudantes do Tocantins comemoram a classificação na 7ª edição do concurso “A água que queremos”, título original “The water we want”, que selecionou os melhores trabalhos sobre reflexões sobre a água. Entre os alunos destaques estão Gabriela Miranda Menezes, 11 anos, do Colégio Militar do Tocantins Presidente Costa e Silva, de Gurupi, com o poema “O futuro cabe em uma gota”; Micayron Pinheiro Guimarães, 16 anos, da 2ª série do ensino médio do Colégio Estadual Adá de Assis Teixeira, em Goiatins, que participou na categoria “Vídeo e outras mídias”, com a música “O Sangue da Terra”. Do Colégio Estadual Manoel Vicente de Souza, de Augustinópolis, dois estudantes alcançaram destaque, Verônica Heloísa Brito França e Cibelle de Sousa Rodrigues, na categoria “Vídeo e outras mídias”.

O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), incentiva os professores e alunos a participarem das olimpíadas científicas e concursos escolares para que os jovens tenham mais oportunidades.

Destaque na poesia

A estudante Gabriela fez uma analogia sobre a água, um líquido tão necessário, que se não for cuidado, será escasso em muitos locais. A aluna contou com a orientação da professora Milian Pereira Santana Silva. A obra se destacou pela originalidade, criatividade e alinhamento com a temática da preservação da água e da sustentabilidade, reforçando a importância das ações coletivas. O texto destaca a conexão entre a água e os ecossistemas e alerta para o desperdício e a poluição, reforçando que o futuro depende das escolhas do presente.

“Essa conquista representa muito mais do que alcançar um resultado, significa crescimento pessoal, responsabilidade e aprendizado para minha vida. Essa experiência me mostrou que, com dedicação e esforço, somos capazes de superar desafios e valorizar ainda mais cada oportunidade que recebemos. Além disso, essa conquista trouxe ensinamentos importantes sobre a importância do cuidado com a natureza e com a água, recursos essenciais para a sobrevivência de todos os seres vivos”, frisou a estudante Gabriela.

A professora Milian destacou a experiência significativa para a escola e para os estudantes. “Ver nossos alunos envolvidos em ações que promovem a conscientização ambiental e o compromisso com a preservação da água é motivo de grande orgulho. Essa vivência proporcionou importantes aprendizados sobre responsabilidade, cidadania e sustentabilidade, mostrando que a educação vai além da sala de aula e transforma atitudes no cotidiano. Além disso, reforçou a importância de despertar nos estudantes o cuidado com os recursos naturais e a compreensão de que pequenas ações podem gerar grandes impactos para o futuro do planeta”, explicou.

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Música traz o despertar da consciência

O estudante Micayron é coautor da canção “O Sangue da Terra”, um manifesto sonoro que exalta as águas brasileiras, do Aquífero Guarani ao rio São Francisco. A obra funciona como um alerta urgente contra a ganância e a favor da preservação natural.

O estudante Micayron falou sobre a conquista de ter um trabalho que está sendo destaque. “Eu nem consegui acreditar. Queria agradecer muito a parceria do professor, pois sem essa orientação não teria sido selecionado. E agora estamos torcendo pelo resultado final para que possamos estar na etapa internacional”, comemorou.

Para o professor orientador, Leandro Lima Carvalho, a conquista reflete a essência do ensino. “Nosso dever como educadores é contribuir com o protagonismo estudantil. A educação, quando bem direcionada, é transformadora. Juntos, unindo técnica e sensibilidade, transformamos poesia em um apelo fundamental pelo nosso futuro”, afirmou.

A música pode ser acessada no portal https://youtu.be/SFS_OaRoAcA?si=Af8ofKp_fWZ6ANzq.

De Augustinópolis

O Colégio Estadual Manoel Vicente de Souza já é destaque no concurso A Água que Queremos. No ano passado, a escola ficou entre os finalistas internacionais com a animação “Vida”. Neste ano, a estudante Verônica desenvolveu o trabalho “A água que queremos é a água que cuidamos”, e a aluna Cibelle apresentou a criação “Água: a essência da vida”. Os alunos contaram com a orientação dos professores Antonio Valdemarí Rodrigues Morais e Verônica Heloísa Brito França.

“A participação na 7ª edição do concurso internacional The Water We Want é muito interessante quando percebemos o interesse e a satisfação dos estudantes em terem seus trabalhos enviados. Ter dois trabalhos da nossa escola selecionados para a etapa internacional é gratificante e mostra que o Colégio Manoel Vicente está no caminho certo, tendo em vista que, no ano passado, já havíamos sido campeões no mesmo concurso e na mesma categoria com o trabalho do estudante Estevão Wendel, por meio da animação ‘Vida’”, afirmou o professor Valdemarí.

A estudante Verônica ressaltou a alegria da conquista. “Foi muito bom ter participado do Concurso Museu da Água. Não imaginava que seria uma das vencedoras na etapa nacional. Estou muito feliz e espero ser uma das vencedoras da etapa internacional”, contou. O vídeo pode ser conferido no link https://youtu.be/jdcIZIWWDvk?si=Y6_Bt8z-pON2OeHI.

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A aluna Cibele falou de sua criação. “Participar do concurso foi não só uma oportunidade de representar a cultura brasileira por meio da minha arte, mas também uma oportunidade de reconhecimento. Tem sido uma experiência bastante positiva, que expandiu minha criatividade”, declarou. Vídeo está disponível no You Tube https://youtu.be/NJbmky5djjc?si=b-vYIAMePaccrzUW.

Walquíria de Souza Milhomem, gerente de Programas e Projetos Pedagógicos da Seduc, reforçou a importância de as escolas participarem das olimpíadas e concursos científicos. “E não há satisfação maior para toda a equipe da Seduc do que presenciar o nosso Tocantins em destaque. Ver a dedicação dos nossos professores gerando frutos e ver nossos estudantes subindo ao pódio, sendo premiados e reconhecidos, é a maior prova de que a escola pública tem uma força transformadora. Cada premiação é uma vitória coletiva, do aluno, da família, da escola e de todo o estado”, afirmou.

A professora Walquíria destacou que essas competições vão muito além da busca por medalhas. “Elas são ferramentas pedagógicas poderosas que despertam o protagonismo, estimulam o pensamento crítico e revelam talentos que, muitas vezes, só precisavam de uma oportunidade para brilhar. Quando uma escola incentiva seus alunos a participarem, ela está expandindo os horizontes e mostrando que o conhecimento não tem fronteiras”, ressaltou.

Concurso

O concurso é promovido pela Wamu-net e divulgado no Brasil pelo Museu das Águas Brasileiras, e o objetivo é desafiar crianças e jovens a expressar, por meio de desenhos, vídeos, poesias e outras mídias, sobre a importância da água no cotidiano.

Foram selecionadas seis obras vencedoras na fase nacional, e a equipe organizadora preparou uma galeria completa com todos os trabalhos recebidos, estas podem ser conferidas no portal https://www.museudasaguasbrasileiras.org/results-www-7-2026.

“O concurso A Água que Queremos representa uma importante oportunidade para que as escolas fortaleçam a educação ambiental de forma sensível, criativa e transformadora. Ao participarem, os estudantes ampliam sua compreensão sobre a importância da água. Mais do que uma atividade educativa, o concurso desperta reflexões sobre responsabilidade coletiva, cidadania e respeito à vida”, explicou a professora Liliana Naval, do Museu das Águas Brasileiras.

                           

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