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Governo do Tocantins destaca estratégia de combate ao desmatamento ilegal em oficina técnica no Ministério Público Estadual

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A estratégia desenhada pelo Governo do Tocantins por meio do Pacto de Desmatamento Ilegal Zero foi destacada pelo secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lelis, nesta terça-feira, 28, na Oficina Técnica de Combate aos Desmatamentos que aconteceu no Ministério Público do Estado do Tocantins (MPE-TO). O gestor da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) pontuou o implemento de tecnologias e o incentivo à regularização ambiental das propriedades rurais pactuada na estratégia visando a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável do estado.

Além do MPE-TO e da Semarh, participaram do diálogo o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), o Batalhão de Polícia Militar Ambiental e a Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro)

O secretário Marcello Lelis ressaltou que com o Pacto de Desmatamento Ilegal Zero o Governo do Estado assumiu o compromisso de implementar o Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente (Cigma) para aprimorar o monitoramento e a fiscalização.

Marcello Lelis enfatizou que “o Cadastro Ambiental Rural [CAR] é uma ferramenta determinante no enfrentamento do desmatamento ilegal e um instrumento obrigatório pelo Código Florestal, que visa consolidar informações sobre propriedades rurais, promovendo a regularização ambiental e contribuindo para a preservação dos ecossistemas”.

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“Temos ainda o compromisso de buscar melhorias para as análises do CAR para promover a celeridade nos processos de licenciamento ambiental”, ressaltou.

CAR

O Cadastro Ambiental Rural – CAR desempenha um papel estratégico ao integrar dados sobre áreas de preservação permanente, reservas legais e demais espaços destinados à conservação. Essa base de informação robusta não apenas simplifica o monitoramento, mas também fortalece a fiscalização, possibilitando a identificação rápida de atividades suspeitas e o combate efetivo ao desmatamento ilegal.

Oficina

 A Oficina Técnica de Combate aos Desmatamentos no Tocantins é uma iniciativa do MPE-TO, por meio do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente – Gaema e do Centro de Apoio Operacional de Habitação, Urbanismo e Meio Ambiente – Caoma, que tem o objetivo de promover o diálogo e alinhamento técnico da atuação institucional, bem como o nivelamento de informações disponíveis a respeito do tema, como forma de ampliar os esforços de uma atuação articulada, evitando a sobreposição de esforços.

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Tocantins inicia monitoramento sanitário para prevenir Influenza Aviária e Doença de Newcastle

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O Tocantins iniciou o monitoramento sanitário do plantel de aves para reforçar a prevenção e a vigilância contra a Influenza Aviária e a Doença de Newcastle. O estudo sorológico, referente ao ciclo de monitoramento 2026/2027, teve início nessa segunda-feira, 14, e será realizado em 38 propriedades selecionadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O trabalho, realizado pela Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec), tem como objetivo detectar precocemente a circulação dos vírus e comprovar a ausência dessas enfermidades na avicultura industrial.
Do total de propriedades selecionadas, 19 são de avicultura industrial de corte e postura e outras 19 são de aves de subsistência e de produção de pequena escala. A seleção das propriedades é realizada pelo Mapa com base em estudo epidemiológico de risco.

Em cada propriedade serão amostradas 11 aves adultas. O procedimento inclui a coleta de sangue para obtenção de soro e a coleta de suabes de traqueia e cloaca. As amostras serão encaminhadas para análise laboratorial.

O monitoramento integra as ações de vigilância sanitária voltadas à detecção precoce de eventuais casos nas populações de aves domésticas e silvestres e à comprovação da ausência dessas enfermidades na avicultura industrial.

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O Tocantins é considerado livre de Influenza Aviária e de Doença de Newcastle e segue as diretrizes estabelecidas pelo Mapa para a vigilância dessas enfermidades.

Produtores rurais cujas propriedades forem selecionadas devem receber as equipes técnicas e colaborar com a realização dos procedimentos de vigilância. A participação é importante para a obtenção das amostras necessárias ao estudo e para o acompanhamento da situação sanitária dos plantéis.

Em caso de suspeita de Influenza Aviária ou Doença de Newcastle, a ocorrência deve ser comunicada imediatamente a uma unidade da Adapec ou pelo telefone 0800 000 4733.

Atenção aos sinais clínicos

Os produtores devem ficar atentos a sinais que possam indicar a ocorrência das doenças, como coriza e secreção nasal, pescoço torcido, andar cambaleante e paralisia, diarreia esverdeada e falta de apetite, além de inchaço na cabeça, crista e barbela, que podem apresentar coloração roxa ou azulada. Também deve ser observado o aumento da taxa de mortalidade ou a ocorrência de morte súbita no lote.
Municípios com propriedades selecionadas para o monitoramento

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Avicultura industrial (corte e postura): Aguiarnópolis, Cachoeirinha, Luzinópolis, Nova Rosalândia, Palmeiras do Tocantins, Paraíso do Tocantins, Santa Terezinha do Tocantins, Tocantinópolis, Araguaína, Darcinópolis, Fátima, Miracema do Tocantins, Monte Santo do Tocantins, Palmas.

Avicultura de subsistência e produção de pequena escala: Aragominas, Araguatins, Araguaçu, Araguaína, Arraias, Formoso do Araguaia, Muricilândia, Nova Olinda, Palmas, Paranã, Peixe, Pequizeiro, Rio Sono, Santa Rita do Tocantins, Taguatinga.

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