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Em Palmas, Polícia Civil cumpre mandado de suspensão de atividade econômica contra agência investigada por vender e não entregar pacotes de viagens.

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Na manhã desta terça-feira, 3, a Polícia Civil do Tocantins (PC-TO), por intermédio da 2ª Delegacia de Polícia de Palmas, deu cumprimento a mandado de suspensão de atividade de natureza econômica (art. 319, inciso VI, do Código de Processo Penal) expedido em desfavor do indivíduo de iniciais G. M. S. R. F. e de sua respectiva agência de viagens, que ficam localizados na capital.

Conforme explica o delegado Gregory Almeida, a ordem judicial foi expedida pela 1ª Vara Criminal de Palmas a partir de representação feita pela autoridade policial, com base em investigações que tiveram início a partir do registro de inúmeros boletins de ocorrência de vítimas que disseram ter adquirido pacotes de viagem da empresa e, muitas vezes apenas no dia da viagem, descobriram que as passagens aéreas não foram compradas e tampouco os hotéis foram reservados pela agência de viagens.

“Por meio de um extenso trabalho investigativo, foi constatado que, ao menos desde o ano de 2019, o agente de viagens estaria, em tese, praticando esses atos delituosos, que excedem o mero desacordo comercial e mais se assemelham à prática do crime de estelionato, uma vez que já temos conhecimento de inúmeros clientes que registraram boletins de ocorrências por acordos comerciais não cumpridos, mesmo após efetuarem o pagamento de todas as taxas devidas”, frisa a autoridade policial.

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O delegado informa ainda que, em alguns casos, os prejuízos chegaram à casa dos R$30 mil, além dos inúmeros aborrecimentos que as práticas ilícitas causaram aos consumidores. Diante dos fatos, o delegado representou junto ao Poder Judiciário pelo mandado de suspensão da atividade econômica da empresa e do agente de viagens, o que foi deferido, com anuência do Ministério Público.

O delegado Gregory ressalta que, na prática, a empresa e seu proprietário não podem mais vender novos pacotes de viagem e ficam limitados a cumprir apenas aqueles acordos que já estão em andamento, visando satisfazer os clientes que já pagaram por viagens e hospedagens.

As investigações terão continuidade a fim de que a PC-TO possa apurar todas as circunstâncias das vendas realizadas e não entregues pela agência de viagens.

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POLÍCIA

Polícia Civil leva palestra sobre combate ao abuso sexual de crianças e adolescentes à zona rural de Arraias

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Em continuidade às ações educativas do Maio Laranja, a Polícia Civil do Tocantins, por meio da 11ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e Vulneráveis (DEAMV – Arraias), realizou, nesta quarta-feira, 27, uma palestra na Escola Estadual Zulmira Magalhães, localizada no distrito de Canabrava, zona rural de Arraias.

A atividade foi ministrada pela delegada de polícia Vanusa Regina de Carvalho Nunes e abordou o 18 de maio, data que remonta ao triste episódio de violência sexual ocorrido em 1973, vitimando uma criança. A ação contou com a participação de estudantes e professores da unidade escolar.

Durante o encontro, foram tratados temas relacionados à conscientização, prevenção e enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, eixo central da campanha Maio Laranja, além da importância da denúncia como ferramenta essencial no combate a esse tipo de crime.

A delegada titular da DEAMV – Arraias, Vanusa Regina de Carvalho Nunes, destacou a relevância da iniciativa. “Levar informação à comunidade escolar é fundamental para fortalecer a rede de proteção e garantir que crianças e adolescentes tenham seus direitos preservados”, afirma.

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Maio Laranja

O Maio Laranja é uma mobilização nacional que busca fortalecer ações de conscientização, prevenção e enfrentamento às violações de direitos de crianças e adolescentes, promovendo o engajamento das instituições públicas e da sociedade na proteção da infância e da adolescência.

Denúncias

As denúncias de violações de direitos contra crianças e adolescentes podem ser feitas pelos canais Disque 100 e 190, que seguem como principais meios de acionamento das forças de segurança e da rede de proteção. A participação da população é fundamental para o encaminhamento rápido das ocorrências e a atuação das equipes envolvidas.

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