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CADEIAS PRODUTIVAS

Sics discute o fortalecimento das cadeias produtivas no Estado

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Na manhã desta quinta-feira, 31, a equipe técnica da Sics participou de uma reunião de articulação por meio de videoconferência, com representantes da empresa Suzano, parceira estratégica na inclusão produtiva do Tocantins, relacionado ao Subprograma Produtos da Terra.
O Produtos da Terra é um subprograma contemplado no Programa de Impulsionamento da Indústria, Comércio e Serviços (Pics), com o objetivo de fomentar e fortalecer empreendimentos coletivos, por meio do fortalecimento dos Arranjos Produtivos Locais, visando estimular o desenvolvimento socioeconômico sustentável dos municípios tocantinenses.
Durante a reunião, os representantes da Suzano apresentaram os objetivos da empresa para o impulsionamento do desenvolvimento social da região do Bico do Papagaio, por meio da Inclusão Produtiva no fortalecimento dos arranjos produtivos, das relações com as comunidades e do investimento na educação, geração de emprego e renda, nas regiões onde possui operações, como explica o Consultor de Desenvolvimento Social, Guilherme Figueiredo.
“A princípio o objetivo do nosso Projeto, é o fortalecimento territorial na região do Bico do Papagaio onde já temos operações, desenvolvendo as cadeias produtivas locais, investindo em negócios de impacto social e fomentando parcerias com atores estratégicos”, disse.
Na discussão, a Gerente de Desenvolvimento e Exportação da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (Sics), Geanny Pinheiro, pontuou a importância de possuir parceria estratégica no Produtos da Terra e destacou também o trabalho transversal que a pasta realiza com outras organizações estratégicas.
“Estamos trabalhando em conjunto com outras pastas do governo e instituições representativas dos setores econômicos, com o intuito de desenvolver as cadeias produtivas e descentralizar a atividade econômica do Estado, essa é a meta do nosso Subprograma, fazer essa junção para que isso se torne efetivo e possamos ser assertivos nas nossas iniciativas”, pontuou a  Gerente de Desenvolvimento e Exportação.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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