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Com apoio de outros órgãos do Governo, entidades e empresas, a Ameto articula realização de feira de mineração no Tocantins, em 2024

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A Agência de Mineração do Estado do Tocantins (Ameto) recebeu nesta segunda-feira, 07, a diretora da Emme Brasil e responsável pela realização Feira da Indústria da Mineração (Brasmin), Malu Sevieri, que faz visita a Palmas para estudar a realização da feira de mineração no Estado, em 2024. Com duas edições realizadas no Estado de Goiás, a feira tem âmbito nacional e apresenta equipamentos, tecnologias e inovações da área, além de produtos e serviços do setor minerário.

Na ocasião, o presidente da Ameto, Mauro Mota, apresentou o cenário da mineração no Estado e a expectativa de crescimento para os próximos anos e agradeceu o apoio de todos os participantes do encontro na realização de uma feira para divulgar o potencial mineral do Tocantins e atrair novos investimentos. “ O Governo do Estado entende o potencial que a mineração tem para contribuir com o desenvolvimento socioeconômico e ter um espaço voltado à mineração de médio e pequeno, como o proporcionado pela Brasmin, é fundamental para trazer para o debate temas específicos desse setor e entender as demandas localizadas, além de apresentar as novas tecnologias, métodos produtivos e tendências “, disse.

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Sevieri elogiou a participação ativa do Governo do Estado no fomento ao setor de mineração e a sinergia entre as entidades e apresentou mais informações sobre a feira. “A Brasmin é um evento que nasceu com o objetivo de levar informação, tecnologia e serviços para o pequeno e médio minerador. Nós fazemos um evento muito focado em negócio. Ele tem uma base que é educativa, temos um congresso. E, também temos os expositores que oferecem produtos e serviços”, explicou.

Após a reunião, possíveis locais para a realização da feira foram visitados pela equipe.  Em Goiânia, a feira foi realizada no Centro de Convenções da PUC Goiás, com empresas que atuam na cadeia de suprimentos da mineração apresentando produtos, serviços, equipamentos, tecnologias e inovações do setor.

Estiveram presentes o presidente da Agência de Tecnologia da Informação, Alirio Felix Martins Barros; a presidente da Agência de Fomento do Estado do Tocantins, Denise Rocha Domingues; o vice-presidente Executivo da Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (Fieto), Wagno Milhomem; o Secretário Executivo da Secretaria de indústria, Comércio e Serviços (SICS), Milton Neris, e o superintendente de Desenvolvimento Econômico, Vinícius Pimenta; a vice-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Tocantins (FAPT), Germana Pires; a diretora de Publicidade da Secretaria de Comunicação, Inácia Parente Franco; o pró-reitor de Extensão do Instituto Federal do Tocantins (IFTO), Milton Maciel, e a diretora de Extensão, Camilla Martins Malta; a diretora de Inteligência Ambiental, Clima e Florestas da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Tocantins (Semarh);  e o representante da AuroStar, Augusto Rayol.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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