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Governo do Tocantins constitui grupo de trabalho para proposição do Código de Ética e Conduta dos servidores públicos estaduais

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O Governo do Tocantins, por meio da Controladoria-Geral do Estado (CGE-TO) constituiu um grupo de trabalho para propor o Código de Ética e Conduta dos Servidores Públicos Civis do Estado do Tocantins. A primeira reunião para tratar do assunto ocorreu na manhã desta sexta-feira, 19.

O objetivo da iniciativa é orientar os servidores sobre os valores éticos e princípios que norteiam a administração pública. Desse modo,  busca-se contribuir para o aperfeiçoamento das condutas dos agentes públicos dos diversos níveis hierárquicos, que contribuem cotidianamente para o bom funcionamento da máquina pública.

A medida foi instituída por meio da Portaria nº 48/2023/GABSEC, publicada na edição nº 6.328 do Diário Oficial, dessa segunda-feira, 15. O grupo tem um prazo de 120 dias, ou seja, até 15 de setembro, para avaliar e propor à gestão da pasta, as adequações necessárias às normas internas que regulamentam a atividade correcional.

Pretende-se que o código de ética seja um instrumento normativo preventivo, não se confundindo com o Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado do Tocantins – Lei nº1.818/2007 -, que impõe penalidades e estabelece condutas típicas infracionais.

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Desse modo, o código apontará  à soluções numa esfera mais consensual, ou seja, que não levem ao procedimento administrativo disciplinar.

Política de Governança

“O intuito é tratar de uma maneira mais direta e minuciosa temas sensíveis à integridade pública da gestão estadual, de modo a atender as diretrizes da política de governança do Governo do Tocantins [Decreto Estadual nº 6.395/2022]”, observa o secretário-chefe da CGE Tocantins, José Humberto Muniz Filho.

O gestor destaca que a medida também faz frente à uma contrapartida pactuada com a Controladoria-Geral da União (CGU) em razão da adesão da CGE-TO ao programa federal Time Brasil. Além disso, é uma meta prevista no planejamento estratégico do órgão para o exercício de 2023.

 Time Brasil

 O Time  Brasil pactua metas para fomentar, apoiar e orientar estados e municípios em ações como adoção de políticas e programas de prevenção à corrupção, promoção da transparência e do acesso à informação. 

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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