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Campanha ‘Zero Adorno’

Hospital e Maternidade Dona Regina realiza Campanha ‘Zero Adorno’

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Teve início na segunda-feira, 28, no Hospital e Maternidade Dona Regina Siqueira Campos (HMDR), a Campanha ‘Zero Adorno’, com o objetivo de sensibilizar os servidores sobre a importância da retirada de adornos durante o período de trabalho. A Campanha segue até a quarta-feira, 30 e é realizada por meio da abordagem aos servidores, conscientizando cada um sobre a relevância da retirada de brincos, anéis, colares e outros acessórios no ambiente laboral.

A ação é promovida pelo Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) do HMDR, em parceria com o Núcleo de Ações em Saúde do Trabalhador (NAST) e Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCCIH) e segue a determinação da Norma Regulamentadora NR 32, que dispõe sobre a segurança e saúde do trabalhador em estabelecimentos de saúde.

“Estamos passando em todos os setores do hospital, levando orientações sobre a NR 32, que muitos nem conhecem. Esta é a primeira vez que estamos fazendo essa conscientização neste formato, de sala em sala” explicou a enfermeira e responsável pelo NSP, do HMDR, Edivani Cristina Vilhena Santos.

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Ainda segundo Edivani, “entre os objetivos da ação está a diminuição das infecções. A retirada dos adornos pode evitar contaminações, tanto para o paciente quanto para o profissional, e para isto, estamos entregando informativo sobre a proibição dos adornos, além da entrega de saquinhos transparentes para que aqueles que estiverem com acessórios, guardarem”, finalizou.

A técnica em enfermagem, Gilcilene Nunes Trindade, parabenizou a equipe pela iniciativa. “É uma ótima campanha! Eu acho super importante para nos resguardar, pois dentro destes adornos pode vir algo que não é legal e retirando eles, ou não trazendo para o trabalho garantimos uma segurança maior para o paciente e para nós”, afirmou.

A Campanha será feita com periodicidade mensal na unidade hospitalar, a fim de zerar o uso de adorno por todos os servidores e colaboradores do HMDR.

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SAÚDE

Justiça determina que Hospital Dom Orione mantenha atendimento pelo SUS

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A Justiça do Tocantins deferiu, nesta segunda-feira (27), o pedido de tutela antecipada apresentado pelo Governo do Estado e determinou que a Casa de Caridade Dom Orione mantenha integralmente a prestação dos serviços hospitalares contratualizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi proferida pela juíza Renata Teresa da Silva Macor, durante o Plantão Judicial.

A ação foi ajuizada pelo Estado após a direção do Hospital Dom Orione comunicar a intenção de suspender procedimentos eletivos de média e alta complexidade, alegando atraso em repasses financeiros. Entre os serviços que poderiam ser interrompidos estavam cirurgias cardíacas, neurocirurgias, cirurgias urológicas e endovasculares, especialidades que fazem do hospital uma das principais referências em atendimento de alta complexidade da Macrorregião Norte do Tocantins.

Na decisão, a magistrada destacou que a saúde é um direito fundamental assegurado pela Constituição Federal e que os serviços prestados por instituições privadas contratadas pelo SUS possuem natureza essencial, não podendo ser interrompidos em razão de controvérsias financeiras. Segundo a decisão, eventuais divergências relacionadas a pagamentos devem ser solucionadas pelas vias administrativas ou judiciais, sem prejuízo à população usuária do sistema público de saúde.

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O Governo do Tocantins informou à Justiça que já adotou medidas para regularizar a situação financeira, incluindo a realização de auditoria e encontro de contas para apuração dos valores devidos. Também comprovou o pagamento de R$ 2.451.939,32, efetuado no último dia 23 de julho, referente aos contratos firmados com a instituição hospitalar, reduzindo o saldo pendente desses instrumentos para R$ 12.641.061,68.

Ao analisar o caso, a magistrada considerou que havia elementos suficientes para demonstrar a probabilidade do direito alegado pelo Estado e o risco de prejuízos à população caso os atendimentos fossem interrompidos. A decisão ressalta que a suspensão dos serviços poderia provocar o cancelamento de procedimentos especializados, aumentar a fila de espera e comprometer a assistência a pacientes que dependem do SUS.

Com a tutela antecipada, o Hospital Dom Orione deverá manter a regular prestação de todos os serviços hospitalares e ambulatoriais previstos nos Contratos Administrativos nº 127/2022 e nº 410/2026, incluindo consultas, exames, internações, leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), atendimentos de urgência e emergência, além de procedimentos cirúrgicos eletivos e de alta complexidade.

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Em caso de descumprimento da ordem judicial, foi fixada multa diária de R$ 10 mil, limitada inicialmente a R$ 100 mil. A Justiça também determinou a intimação imediata da instituição para cumprimento da decisão.

A Secretaria de Estado da Saúde reafirma seu compromisso com a continuidade da assistência à população tocantinense e destaca que seguirá adotando todas as medidas administrativas e judiciais necessárias para garantir o funcionamento regular da rede pública de saúde e preservar o atendimento aos usuários do SUS.

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