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Adapec realiza ações de controle da raiva animal na Ilha do Bananal

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A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) iniciou no último dia 6, e segue até o próximo dia 13, uma ação de captura de morcegos hematófagos, na Ilha do Bananal. A equipe está visitando aldeias e orientando os indígenas e retireiros sobre os cuidados, transmissão e como identificar se um animal contraiu a raiva dos herbívoros transmitida pelo morcego hematófago.

Segundo a Adapec, o objetivo desta ação é controlar a raiva dos herbívoros no rebanho de bovídeos na Ilha do Bananal, por meio da captura de morcegos hematófagos, monitoramento dos abrigos já cadastrados e identificação de novos abrigos e promover um trabalho de educação sanitária naquela localidade.

“Nestes primeiros dias já identificamos novos abrigos de morcegos hematófagos na região, principalmente em árvores ocas. E algumas carcaças de animais mortos foram localizadas próximas a estes pontos de riscos, que por meio das investigações epidemiológica, suspeitamos que estejam relacionadas à raiva dos herbívoros,” disse o inspetor de defesa agropecuária da Adapec, José Veloso Júnior, que integra a equipe que está na Ilha do Bananal.

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A raiva dos herbívoros é uma doença fatal e que causa grandes prejuízos econômicos aos produtores rurais. A zoonose também é um desafio para a saúde pública, uma vez que o morcego hematófago, principal transmissor da doença, também pode atacar humanos.

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Projeto piloto de identificação neonatal atende 28 recém-nascidos e emite primeiras carteiras de identidade no Tocantins

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A Secretaria de Estado da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO) concluiu, neste domingo, 31, o projeto piloto de identificação neonatal realizado no Hospital e Maternidade Dona Regina, em Palmas. Durante os três dias de ação, realizada por meio do Instituto de Identificação, 28 recém-nascidos passaram pelo processo de cadastramento biométrico e duas Carteiras de Identidade Nacional (CIN) já foram emitidas e entregues às famílias.

A iniciativa teve como objetivo avaliar a tecnologia e os procedimentos necessários para a implantação da identificação civil desde os primeiros dias de vida. Ao longo da ação, equipes do Instituto de Identificação realizaram a coleta de dados biométricos dos bebês, incluindo imagens faciais, perioculares da íris e impressões digitais, além da análise dos fluxos de atendimento e da integração dos sistemas utilizados.

O projeto permitiu testar, em ambiente real, as etapas do cadastramento biométrico neonatal, desde o atendimento aos pais e responsáveis até a captura das informações necessárias para a emissão do documento de identidade.

Para a diretora do Instituto de Identificação, Elaine Monteiro Tonon, os resultados alcançados demonstram a viabilidade da iniciativa e reforçam a importância da identificação civil ainda nos primeiros dias de vida. “Os resultados foram positivos e confirmaram a viabilidade da identificação neonatal no Tocantins. Já estamos em processo de aquisição do sistema para ampliar essa iniciativa. Além de garantir o acesso à documentação civil desde os primeiros dias de vida, a biometria neonatal representa um importante avanço na segurança dentro das maternidades, contribuindo para prevenir situações como a troca e tráfico de bebês, além de fortalecer a identificação dos recém-nascidos”, destacou.

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