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SES-TO divulga relatório com resultados das análises de agrotóxicos presentes em alimentos

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) divulgou nesta semana, um relatório com resultados das análises de amostras do ciclo de coletas de 2023, do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA) onde se constatou que 66,67% dos alimentos analisados tiveram resultados satisfatórios.

O documento foi elaborado pela Diretoria de Vigilância Sanitária do Estado do Tocantins (DVISA-TO) com base no relatório dos resultados das análises de amostras monitoradas no ciclo 2023, publicado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) no dia 11 de dezembro de 2024.

No Tocantins, seguindo o plano de amostragem, foram selecionados 14 alimentos para monitoramento em supermercados de Palmas, foram eles: abacaxi, alface, alho, arroz, batata-doce, beterraba, cenoura, chuchu, goiaba, laranja, manga, pimentão, tomate e uva.

Foram coletadas e analisadas 66 amostras, tendo 44 amostras (66,67%) consideradas satisfatórias, destas: 18 amostras (27,27%) apresentaram resíduos dentro dos limites permitidos e 26 amostras (39,40%) não apresentaram resíduos de agrotóxicos.

Outras 22 amostras (33,33%) foram consideradas insatisfatórias, destas: 20 apresentaram ingredientes ativos de agrotóxicos não autorizados (NA), uma amostra apresentou resíduos acima do Limite Máximo de Resíduos (LMR) e um amostra apresentou resíduos acima do LMR e também continha ingredientes não autorizados (NA).

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As amostras coletadas tiveram como principais fornecedores os estados de Tocantins, com 29 amostras e Goiás com 28.

A Diretora da Vigilância Sanitária do Tocantins, Amanda Campos Feitosa esclareceu que “essas ações visam promover medidas corretivas e educativas para reduzir os riscos à saúde”, a técnica informou ainda que todos os laudos insatisfatórios foram encaminhados aos órgãos competentes. “Enviamos para o Ministério Público Estadual, a Secretaria Estadual da Agricultura, o Naturatins, o Ruraltins, as Vigilâncias Sanitárias Estaduais e Municipais, além dos supermercados onde as amostras foram coletadas”.

O Coordenador de amostragem do PARA no Tocantins, Fabrício Rodrigues dos Santos, destacou que o envio de resultados insatisfatórios aos órgãos possibilita a realização de fiscalizações e ações educativas junto aos produtores e trabalhadores rurais. “Quando é possível identificar os responsáveis, são desenvolvidas ações ao longo de toda a cadeia produtiva para melhorar a qualidade dos produtos ofertados à população”, afirmou.

Recomendações

Aos consumidores a SES-TO recomenda que seja mantida uma dieta variada, consumindo diferentes tipos de frutas, verduras e legumes, além de dar preferência a alimentos com origem identificada, produzidos por métodos de produção integrada; da agricultura orgânica ou agroecológica.

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Mais dados

Os alimentos que apresentaram irregularidades foram: abacaxi, alface, arroz, beterraba, cenoura, chuchu, goiaba, laranja, pimentão, tomate e uva. Já nas amostras de alho, batata-doce e manga, não foram detectadas irregularidades para os agrotóxicos pesquisados.

Os ingredientes ativos imidacloprido, tebuconazol, lambdacialotrina, bifentrina, carbendazim, clorpirifós e tiametoxam foram os mais detectados nas amostras analisadas.

O PARA

O Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA) é um programa nacional, coordenado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que busca monitorar resíduos de agrotóxicos em alimentos de origem vegetal. A iniciativa busca reduzir os riscos à saúde causados pela exposição a essas substâncias por meio da análise de irregularidades e da avaliação de possíveis impactos à saúde.

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SSP/TO e Seciju alinham ações para ampliar emissão de documentos no sistema prisional

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Na tarde desta quarta-feira, 29, o secretário de Estado da Segurança Pública, Luciano Barbosa de Souza Cruz, recebeu, na sede da Secretaria da Segurança Pública, em Palmas, representantes da Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) para reunião de alinhamento institucional no âmbito do Programa de Documentação Civil (Prodoc). O encontro teve como objetivo alinhar ações e discutir a cooperação entre os órgãos para ampliar o acesso à documentação básica de pessoas privadas de liberdade no Tocantins.

A iniciativa busca integrar esforços entre as instituições, especialmente no suporte técnico do Instituto de Identificação, para a realização de coletas biométricas e emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), além de outros documentos essenciais, contribuindo para a efetivação de direitos e o fortalecimento das políticas de reintegração social.

O secretário da Segurança Pública, Luciano Barbosa de Souza Cruz, destacou a importância da atuação conjunta entre as pastas. “A integração entre os órgãos é fundamental para garantir mais eficiência nas políticas públicas e assegurar que os direitos básicos sejam efetivamente alcançados, contribuindo diretamente para a cidadania e para o fortalecimento da segurança pública no Estado”, afirma.

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A diretora do Instituto de Identificação, Elaine Monteiro, destaca a importância da parceria para ampliar o acesso à documentação civil de pessoas privadas de liberdade. “A iniciativa permite viabilizar a emissão de documentos essenciais diretamente nas unidades prisionais, contribuindo para a organização dos dados e para o atendimento do público, o que contribui para a dignidade e para o processo de reintegração social”, ressalta.

O Secretário de Estado da Secretaria da Cidadania e Justiça (Seciju), Hélio Marques,destacou que a reunião foi extremamente proveitosa, pois foi possível avançar nos pontos já previamente elencados para a assinatura de um futuro Termo de Cooperação com a SSP/TO.

 

“Hoje, iniciamos as tratativas para a construção de um acordo de cooperação que facilitará bastante no intuito de fazer com que a pessoa que cumpre pena no Estado do Tocantins atualmente, já saia já com a documentação civil básica para que  possa dar prosseguimento na vida quando sair do cárcere. Desse modo, foi uma excelente reunião na medida em que foi possível debater todos os aspectos técnicos e analisar a viabilidade para iniciar a coleta biométrica, na questão da emissão da documentação civil básica, e também na coleta do material genético, que já é uma determinação do Ministério da Justiça e Segurança Pública, e seremos capazes de conseguir abranger nesse acordo de cooperação”, finalizou o gestor.

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Durante a reunião, também foram tratados os encaminhamentos para a formalização de um termo de cooperação, com definição de atribuições e responsabilidades entre os órgãos, visando a estruturação de um fluxo de trabalho eficiente e o cumprimento das metas estabelecidas no Plano Estadual Pena Justa.

A reunião contou com a participação de representantes da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça, que contribuíram com discussões técnicas e encaminhamentos relacionados à proposta de cooperação.

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