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Senador Eduardo Gomes assina requerimento para criação da CPMI que investigará fraude bilionária no INSS

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O senador Eduardo Gomes, presidente em exercício do Senado e presidente do PL Tocantins, assinou o requerimento para a criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que pretende apurar as responsabilidades pela fraude bilionária identificada no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O pedido foi protocolado por parlamentares da oposição na última segunda-feira, 12, e já conta com o apoio de 259 congressistas — sendo 223 deputados e 36 senadores.

Entre os três senadores que representam o Tocantins no Congresso Nacional, apenas Eduardo Gomes subscreveu o documento. A proposta ainda pode receber novas assinaturas, e os parlamentares que já apoiaram o requerimento têm a prerrogativa de retirar seus nomes antes da instalação formal da comissão.

A CPMI busca investigar o esquema de pagamentos indevidos de benefícios, que teria causado prejuízo bilionário aos cofres públicos. As fraudes envolvem a concessão irregular de aposentadorias, pensões e outros benefícios previdenciários, com indícios de participação de servidores e intermediários. O Ministério da Previdência já confirmou que apura os casos e que medidas de correção vêm sendo adotadas.

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Para o senador Eduardo Gomes, a investigação é necessária não apenas para identificar os responsáveis, mas também para garantir a proteção dos idosos e aposentados que dependem do sistema previdenciário. “O Brasil precisa tratar com seriedade a gestão dos recursos da Previdência. É preciso identificar o que ocorreu, responsabilizar os envolvidos e, sobretudo, buscar formas de ressarcir os valores desviados. Acima de tudo, é uma questão de respeito com os idosos e com quem trabalhou a vida toda contando com esse direito”, afirmou.

A criação da CPMI depende da leitura do requerimento em sessão do Congresso Nacional. Após essa etapa, os líderes partidários indicarão os membros que vão compor a comissão.

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Detran/TO realiza vistoria dos transportes escolares nos 139 municípios do estado

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O Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran/TO), iniciou nesta segunda-feira, 3, o trabalho de vistoria dos transportes escolares do segundo semestre de 2026. A inspeção segue até o dia 5 de setembro e tem como objetivo verificar se os veículos utilizados no transporte de estudantes estão em condições adequadas de circulação, conforme as diretrizes do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

As inspeções serão realizadas nos 139 municípios do Tocantins, conforme cronograma disponível em: https://central.to.gov.br/download/487462. Durante a vistoria, são verificados 32 itens de segurança, além da documentação dos veículos. Também é conferido se os condutores possuem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria compatível com a atividade e curso especializado para transporte escolar.

Termo de Autorização de Transporte Escolar

Os veículos que atenderem a todas as exigências relacionadas aos itens de segurança, documentação e habilitação do condutor recebem o Termo de Autorização de Transporte Escolar, afixado no para-brisa dianteiro, com validade de seis meses.

Já os veículos considerados inaptos ficam impedidos de circular até que todas as irregularidades sejam sanadas e aprovadas em nova vistoria.

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Após a conclusão das inspeções, é elaborado um relatório com os resultados, encaminhado ao Ministério Público do Estado do Tocantins (MPTO) para as providências cabíveis em relação às irregularidades constatadas.

Penalidades

A circulação de veículo escolar considerado inapto configura infração gravíssima, sujeita à aplicação de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), remoção do veículo e multa de R$ 1.467,35, conforme o artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro.

Quando o condutor estiver realizando transporte escolar sem o curso especializado obrigatório, a infração também é de natureza gravíssima, com sete pontos na CNH, multa de R$ 293,47 e retenção do veículo até a apresentação de condutor habilitado.

Circular com veículo inapto também pode resultar em responsabilização por improbidade administrativa. Irregularidades na prestação do serviço de transporte escolar podem ser comunicadas aos órgãos responsáveis pela fiscalização de trânsito, como o Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), a Polícia Militar (PM), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Secretaria de Estado da Educação (Seduc).

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