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Naturatins participa do Seminário Mosaico Jalapão que discute gestão integrada de Unidades de Conservação

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O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), participou do Seminário Mosaico Jalapão, evento voltado ao fortalecimento da gestão integrada das Unidades de Conservação (UCs). O encontro foi realizado pela Escola da Magistratura Tocantinense (Esmat), e encerrou na terça-feira, 12.

O Seminário foi um encontro voltado à retomada da composição do conselho gestor e ao fortalecimento da gestão integrada das UCs que compõem a maior área de Cerrado preservada no Brasil. O evento discutiu os desafios e perspectivas da maior área contínua de Cerrado protegido.

O evento teve início na segunda-feira,11, e reuniu representantes de comunidades quilombolas, povos indígenas, sociedade civil e órgãos ambientais e contou com palestras, mesas de debate e oficinas participativas.

A supervisora da Área de Proteção Ambiental (APA) Jalapão, Rejane Nunes, que foi uma das painelistas do evento, conta o que foi discutido durante os dois dias de seminário. “Na oficina foram abordados os principais desafios e oportunidades da gestão territorial do Mosaico do Jalapão por meio de escuta de cada participante e trabalhos em grupos que posteriormente foi apresentado na plenária do Seminário. Participei também como painelista, falando das potencialidades, desafios das unidades de conservação e das boas práticas da gestão participativa da APA do Jalapão”, destaca.

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Durante o evento, a supervisora recebeu o Medalhão Esmat, como uma forma de agradecimento por sua contribuição na luta pela proteção e conservação da biodiversidade do Cerrado tocantinense.

A diretora de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Naturatins, Perla Ribeiro, destaca o trabalho do Naturatins na prevenção das UCs. “O Naturatins tem se dedicado a fortalecer a gestão integrada das Unidades de Conservação do Mosaico Jalapão, aproximando comunidades, parceiros e a gestão pública. É um trabalho que une a proteção do território e valorização cultural, garantindo que o cuidado com a biodiversidade caminhe junto com o desenvolvimento e o pertencimento das pessoas ao território”, ressalta.

Seminário

O Seminário abordou questões estratégicas para a política ambiental do Tocantins, como o fortalecimento institucional dos órgãos de gestão, a valorização das terras e dos produtos sustentáveis e os impactos positivos para povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares.

As propostas elaboradas coletivamente vão promover os debates para a reestruturação do conselho gestor do Mosaico Jalapão, a ampliação da participação de comunidades quilombolas e dos povos indígenas e a implementação de ações integradas voltadas à conservação ambiental e ao desenvolvimento sustentável.

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TOCANTINS

Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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