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Governo do Tocantins estende por mais 10 dias o prazo para solicitação da licença de manejo do capim-dourado e buriti

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O Governo do Tocantins, por meio do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), estendeu por mais 10 dias o prazo para que artesãos, extrativistas, agricultores familiares e produtores rurais possam solicitar a autorização e renovação da licença para coleta, manejo ou transporte do capim-dourado e do buriti. O prazo para o envio da documentação, que encerraria no sábado, 10, foi estendido até o dia 20 de agosto.

Este processo é conduzido pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e tem como objetivo garantir a preservação, a aplicação de técnicas de manejo sustentável e a proteção das veredas e campos úmidos onde elas crescem.

A solicitação é realizada de forma online, através do Sistema Integrado de Gestão Ambiental (Sigam). Os interessados devem enviar a documentação exigida por meio dessa plataforma. Essas ações são regulamentadas pela Lei Estadual nº 3.594/2019 e pela Instrução Normativa nº 03/2023, e contribuem para uma fiscalização efetiva por parte do Naturatins.

A licença para coleta e transporte do capim-dourado e do buriti tem validade de cinco anos, mas precisa ser renovada anualmente. Caso a renovação não seja solicitada e haja autuação, o responsável poderá receber advertências, multas e apreensões, além de possíveis restrições de direitos, incluindo a suspensão da autorização por dois anos e a proibição de solicitar o documento novamente por um período de dois a quatro anos.

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Orientações

Para pessoas físicas (produtores rurais e pequenos agricultores familiares) emitirem a licença de coleta, manejo e transporte do capim-dourado e buriti, é necessário enviar ao Naturatins, através do Sigam, os seguintes documentos:

– Requerimento padrão do órgão ambiental, contendo dados pessoais, endereço e área de coleta/atuação;

– Cópia do Cadastro de Pessoa Física (CPF);

– Cópia do Registro Geral (RG);

– Comprovante de endereço ou declaração de endereço;

– Carta de anuência do proprietário do imóvel em caso de coleta/manejo em propriedades de terceiros;

– Termo de Compromisso em caso de coleta/manejo entre a Unidade de Conservação (UC) e comunidades tradicionais em áreas públicas e privadas.

 Para emissão da licença por meio de associação, os documentos necessários incluem:

– Requerimento padrão do Naturatins, com dados da associação, endereço e área de coleta/atuação;

– Cópia da Inscrição do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ);

– Comprovante de endereço da associação;

– Estatuto da Associação;

– Ata da última eleição da associação;

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– Lista atualizada dos artesãos solicitantes conforme o artigo 12 da Lei nº 3.594/2019;

– Cópia do CPF e RG de cada associado;

– Termo de Compromisso em caso de coleta/manejo entre a Unidade de Conservação e comunidades tradicionais;

– Carta de anuência do proprietário do imóvel em caso de coleta/manejo em propriedades de terceiros.

 Para revalidação da licença, o beneficiário deve preencher o modelo de declaração disponível no Sigam e enviá-lo ao Naturatins através do mesmo sistema.

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Tocantins inicia monitoramento sanitário para prevenir Influenza Aviária e Doença de Newcastle

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O Tocantins iniciou o monitoramento sanitário do plantel de aves para reforçar a prevenção e a vigilância contra a Influenza Aviária e a Doença de Newcastle. O estudo sorológico, referente ao ciclo de monitoramento 2026/2027, teve início nessa segunda-feira, 14, e será realizado em 38 propriedades selecionadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O trabalho, realizado pela Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec), tem como objetivo detectar precocemente a circulação dos vírus e comprovar a ausência dessas enfermidades na avicultura industrial.
Do total de propriedades selecionadas, 19 são de avicultura industrial de corte e postura e outras 19 são de aves de subsistência e de produção de pequena escala. A seleção das propriedades é realizada pelo Mapa com base em estudo epidemiológico de risco.

Em cada propriedade serão amostradas 11 aves adultas. O procedimento inclui a coleta de sangue para obtenção de soro e a coleta de suabes de traqueia e cloaca. As amostras serão encaminhadas para análise laboratorial.

O monitoramento integra as ações de vigilância sanitária voltadas à detecção precoce de eventuais casos nas populações de aves domésticas e silvestres e à comprovação da ausência dessas enfermidades na avicultura industrial.

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O Tocantins é considerado livre de Influenza Aviária e de Doença de Newcastle e segue as diretrizes estabelecidas pelo Mapa para a vigilância dessas enfermidades.

Produtores rurais cujas propriedades forem selecionadas devem receber as equipes técnicas e colaborar com a realização dos procedimentos de vigilância. A participação é importante para a obtenção das amostras necessárias ao estudo e para o acompanhamento da situação sanitária dos plantéis.

Em caso de suspeita de Influenza Aviária ou Doença de Newcastle, a ocorrência deve ser comunicada imediatamente a uma unidade da Adapec ou pelo telefone 0800 000 4733.

Atenção aos sinais clínicos

Os produtores devem ficar atentos a sinais que possam indicar a ocorrência das doenças, como coriza e secreção nasal, pescoço torcido, andar cambaleante e paralisia, diarreia esverdeada e falta de apetite, além de inchaço na cabeça, crista e barbela, que podem apresentar coloração roxa ou azulada. Também deve ser observado o aumento da taxa de mortalidade ou a ocorrência de morte súbita no lote.
Municípios com propriedades selecionadas para o monitoramento

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Avicultura industrial (corte e postura): Aguiarnópolis, Cachoeirinha, Luzinópolis, Nova Rosalândia, Palmeiras do Tocantins, Paraíso do Tocantins, Santa Terezinha do Tocantins, Tocantinópolis, Araguaína, Darcinópolis, Fátima, Miracema do Tocantins, Monte Santo do Tocantins, Palmas.

Avicultura de subsistência e produção de pequena escala: Aragominas, Araguatins, Araguaçu, Araguaína, Arraias, Formoso do Araguaia, Muricilândia, Nova Olinda, Palmas, Paranã, Peixe, Pequizeiro, Rio Sono, Santa Rita do Tocantins, Taguatinga.

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