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Governo do Tocantins avança na implantação de serviços regionalizados para atender crianças e adolescentes com direitos violados

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O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado do Trabalho e do Desenvolvimento Social (Setas), dá mais um importante passo na implantação dos serviços de proteção social especial regionalizados no estado. Desta vez, a região sudeste será contemplada com o Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora para crianças e adolescentes,

Ao todo, 55 profissionais participam da formação, entre técnicos da assistência social, pessoas de referência da Proteção Social Especial, secretários municipais dos municípios vinculados e a equipe técnica do Serviço de Acolhimento para Crianças e Adolescentes. A capacitação ocorre entre os dias 8 e 10 de abril, em Dianópolis, município que sediará o serviço, e tem como objetivo qualificar as equipes responsáveis pelo atendimento e fortalecer a atuação da Proteção Social Especial na região.

A iniciativa é considerada fundamental para alinhar fluxos de trabalho, fortalecer a atuação intermunicipal e assegurar a oferta do serviço com qualidade, padronização e segurança técnica. A proposta contribui diretamente para a proteção integral de crianças, adolescentes e suas famílias, além de aprimorar a gestão da Proteção Social Especial no Tocantins.

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A secretária de Estado do Trabalho e Desenvolvimento Social, Cleizenir Divina dos Santos, destaca que a implantação da rede regionalizada de proteção social especial fortalece a presença da política pública nos municípios. “Estamos aproximando o atendimento das famílias e garantindo que crianças e adolescentes tenham acesso mais rápido à proteção e ao acompanhamento necessário. A regionalização dos serviços permite respostas mais ágeis às situações de vulnerabilidade e fortalece toda a rede de cuidado no Tocantins”, afirma.

O Serviço Regionalizado de Acolhimento em Família Acolhedora, com sede em Dianópolis, atenderá os municípios de Almas, Chapada de Natividade, Conceição do Tocantins, Natividade, Novo Jardim, Porto Alegre do Tocantins, Rio da Conceição e Taipas, ampliando o alcance da política socioassistencial na região.

Para a gerente de Proteção Social Especial da Setas, Ruth da Silva Sampaio, a capacitação é essencial para garantir a qualidade do serviço desde sua implantação. “Essa capacitação foi pensada para preparar as equipes de forma completa, desde a organização do serviço até o atendimento direto às crianças e às famílias. Nosso objetivo é garantir que o serviço seja executado com segurança técnica, sensibilidade e foco no cuidado humanizado”, ressalta.

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Atualmente, o Tocantins conta com cinco unidades do Serviço de Família Acolhedora em funcionamento em Ponte Alta, Taguatinga, Xambioá, Porto Nacional e Gurupi.

Família Acolhedora

O Serviço de Família Acolhedora integra a proteção social especial de alta complexidade e consiste no acolhimento provisório de crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por determinação judicial, em razão de situações de risco ou violação de direitos.

Em substituição ao acolhimento institucional, o serviço permite que crianças e adolescentes sejam acolhidos temporariamente por famílias previamente cadastradas, capacitadas e acompanhadas por equipe técnica, garantindo proteção, cuidado individualizado e convivência familiar.

A regionalização do serviço reforça o compromisso do Governo do Tocantins com a ampliação e qualificação da rede socioassistencial, promovendo maior eficiência, descentralização e alcance no atendimento à população.

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Governo do Tocantins promove capacitação gratuita em trufas e confeitaria, escultura de frutas e aproveitamento de cascas em Miranorte

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Moradores de Miranorte participaram, nos dias 14 e 15 de abril, de oficinas gratuitas de capacitação profissional promovidas pelo Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado do Trabalho e Desenvolvimento Social (Setas). As atividades ocorreram no Serviço de Convivência do município, com turmas nos períodos da manhã e da tarde, e incluíram cursos de trufas, confeitaria e escultura de frutas e aproveitamento de cascas.
A ação integra o projeto “Mãos que Criam”, desenvolvido pela Setas, por meio da Gerência de Inclusão Produtiva, com foco na geração de renda e no fortalecimento da autonomia das famílias.

Segundo a gerente de Inclusão Produtiva da Setas, Ruth Brunes, as capacitações são realizadas a partir das demandas apresentadas pelos municípios, considerando seus potenciais econômicos. “As ações são planejadas conforme as solicitações dos municípios, sempre levando em conta suas vocações produtivas. Em Miranorte, que se destaca na produção de frutas, especialmente o abacaxi, o aproveitamento de cascas contribui tanto para a geração de renda quanto para a promoção de uma alimentação mais saudável”, afirmou. Ela destacou ainda que os cursos oferecem conhecimento prático imediato, permitindo que os participantes iniciem atividades produtivas.

A primeira-dama de Miranorte e secretária municipal de Assistência Social, Fernanda Santos, ressaltou a importância da iniciativa. “Vivenciar o projeto na prática mostra como as políticas públicas podem transformar vidas. Esses cursos promovem dignidade e ampliam oportunidades, especialmente para as mulheres”, disse.

As oficinas foram conduzidas pelos instrutores Renildo Rodrigues, na área de confeitaria, e Nilson Júnior, responsável pela escultura de frutas.
Renildo Rodrigues destacou o alcance social da capacitação. “Realizamos uma oficina com carga horária de 16 horas, capacitando 19 mulheres em situação de vulnerabilidade social. Elas aprenderam desde o início a produzir trufas, bolos e recheios, com foco na geração de renda e na possibilidade de iniciar o próprio negócio, fortalecendo também a economia local”, explicou.
Já o instrutor Nilson Júnior ressaltou o envolvimento dos participantes. “Nesse período, foi possível repassar técnicas simples, que foram bem aproveitadas por todos os alunos. O interesse dos participantes tornou a experiência muito gratificante”, afirmou.
A participante Rute Pereira da Silva também avaliou positivamente a ação. “A cidade precisava de iniciativas como essa. Queremos mais cursos para a comunidade”, destacou.
A secretária estadual do Trabalho e Desenvolvimento Social, Cleizenir dos Santos, destacou o alcance social da iniciativa e o impacto das ações para além da qualificação profissional. “Encerramos as oficinas de trufas e de escultura de frutas e aproveitamento de cascas com um sentimento de muita alegria. Além da qualificação de mães, estudantes e pessoas da comunidade de Miranorte, tivemos um momento muito especial de partilha. Todos os alimentos produzidos durante as atividades foram levados à Apae do município, onde foram compartilhados com estudantes, profissionais e cursistas. Foi um momento de integração, inclusão e socialização, que reforça o compromisso das nossas ações com o cuidado e a valorização das pessoas”, afirmou.
Além de incentivar o empreendedorismo, as oficinas reforçam práticas de aproveitamento de cascas, contribuindo para a redução do desperdício e a melhoria da alimentação. A iniciativa faz parte das ações contínuas do Governo do Tocantins, por meio da Setas, voltadas à inclusão produtiva e ao desenvolvimento social nos municípios.
Acesso ao crédito fortalece oportunidades de geração de renda
Um dos diferenciais do projeto Mãos que Criam é a integração entre qualificação profissional e acesso ao crédito, ampliando as oportunidades de geração de renda para os participantes. Por meio da parceria com a Agência de Fomento do Tocantins, são disponibilizadas linhas de crédito específicas para alunos que concluem os cursos com aproveitamento satisfatório.


Conforme o Decreto nº 6.939/2025, os beneficiários podem acessar recursos oriundos do Fundo de Desenvolvimento Econômico Sustentável do Tocantins (FDESTO), fortalecendo o empreendedorismo e possibilitando a abertura ou ampliação de pequenos negócios.
Projeto integra ações da Rede Cuidar
O projeto Mãos que Criam integra a Rede Cuidar, iniciativa do Governo do Tocantins que atua de forma transversal e colaborativa, conectando políticas públicas voltadas à proteção social, geração de renda, fortalecimento de vínculos comunitários e valorização de grupos em situação de vulnerabilidade.
Nesse contexto, o projeto se destaca como uma das frentes voltadas ao estímulo do empreendedorismo e da economia solidária, promovendo capacitação profissional, autonomia financeira e valorização dos saberes locais.

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