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Ameto reúne-se com Câmaras de Investimento e Comércio Brasil-Panamá (CICBP) e Brasil-China (CICBC)

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A Agência de Mineração do Estado do Tocantins participou nesta segunda-feira, 22, de reunião com o presidente das Câmaras de Investimento e Comércio Brasil-Panamá (CICBP) e Brasil-China (CICBP), Giuliano Vitorino, na qual foi feita uma apresentação dos trabalhos desenhados pelo Ameto com o intuito de fomentar a mineração no Estado do Tocantins.

Na ocasião, também foi feita uma exposição das ações realizadas pela CICBP E CICBC, que tem como missão fomentar a expandir o intercâmbio econômico, comercial, tecnológico, cultural, turístico entre esses países.

Segundo Vitorino, o objetivo de ambas as entidades é servir de plataforma de apoio para empresariado e investidores desses países. “O encontro com a Ameto traz um estreitamento de relacionamento e uma união de esforços com o objetivo de fortalecer essa visibilidade tanto nacional quanto internacional das potencialidades minerais do nosso Tocantins e também no auxílio do processo de promoção e atração de investimentos. Com esse estreitamento de relacionamento podemos, em conjunto, estruturar ações com o intuito de fortalecer esse trabalho da Agência e, consequentemente, desenvolver o nosso estado”, pontuou.

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Para o presidente da Ameto, Mauro Mota, a troca entre as instituições é importante, principalmente, considerando que a China é o maior parceiro comercial do Brasil e o Panamá é fundamental na rota logística. “O Tocantins vivencia um momento ideal na mineração e esse intercâmbio auxilia na difusão das informações geocientíficas do estado, tornando-o atrativo para os investimentos tanto nacionais quanto estrangeiros, principalmente agora que temos o mapa geológico e de recursos minerais”, declarou.

Também participaram do encontro o diretor de fiscalização e informação, Gleberton Vargas França, técnico em mineração e gerente de mineração da Ameto, Leonardo Bezerra, e a secretária geral, Pâmela Kuis.

Brasil-Panamá (CICBP) e Brasil-China (CICBP)

A Câmara de Investimentos e Comércio Brasil Panamá e Câmara de Investimentos e Comércio Brasil China, que tem como missão promover o intercâmbio econômico, comercial, tecnológico, turístico cultural e esportivo entre Brasil, Panamá e China e para ampliar o raio de ação foi criado o evento BGC – Brazil Global Connection, com a finalidade de conectar pessoas e negócios do Brasil com o mundo.

Ambas as câmaras oferecem assessoria técnica para empresas que buscam se preparar para iniciar exportações, facilita oportunidades de negócios e investimentos divulgando projetos e produtos e elaborando estudos de viabilidade, promove geração de conteúdo, internacionalização de empresas para abertura de mercado e assessoria jurídica e arbitragem de negócios com os dois países.

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Durante painel em Lisboa, governador Wanderlei Barbosa destaca potencial energético do Tocantins como vetor de desenvolvimento

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O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, participou nesta terça-feira, 2, do 14º Fórum de Lisboa, realizado na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em Portugal, integrando o painel Energia como Ativo Estratégico na Economia Verde e Digital. Como palestrante, o chefe do Executivo apresentou a experiência do Tocantins no aproveitamento do potencial energético como vetor de desenvolvimento sustentável e competitivo, em um debate voltado aos desafios e às oportunidades do setor energético diante das transformações econômicas e tecnológicas.

Na ocasião, em painel moderado pelo consultor legislativo da Câmara dos Deputados, Eduardo Maia, o governador Wanderlei Barbosa debateu com o advogado-geral da Petrobras, Cristiano Andrade; o diretor jurídico da Axia Energia, José Eduardo Guimarães Barros; e a advogada Maís Moreno, temas como transição energética, segurança no abastecimento, investimentos em infraestrutura e tecnologia, expansão das fontes renováveis e redução das emissões de gases de efeito estufa.

Durante a palestra, o governador Wanderlei Barbosa enfatizou a energia como um ativo essencial para o desenvolvimento. “O crescimento econômico exige considerar eficiência energética, inovação tecnológica e sustentabilidade. No Tocantins, estamos trabalhando com incentivos legais, como a isenção de ICMS e linhas de crédito, para alinhar esses desafios por meio de ações que incentivam uma economia de baixas emissões e infraestrutura energética sustentável, além de ampliar as oportunidades de desenvolvimento. Entendemos que a transição energética precisa ocorrer com planejamento e responsabilidade ambiental”, pontuou.

Ao defender a conciliação entre crescimento econômico, eficiência, previsibilidade e participação social na formulação de políticas voltadas ao setor energético diante das transformações tecnológicas e dos desafios impostos pelas mudanças climáticas, o governador também detalhou a Estratégia Tocantins Competitivo e Sustentável (Estocs), iniciativa do Governo do Tocantins de longo prazo, que orienta investimentos nas áreas de meio ambiente, desenvolvimento social e infraestrutura. Os objetivos da iniciativa são fortalecer a competitividade do estado e promover um modelo de crescimento de baixas emissões de gases de efeito estufa.

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O governador Wanderlei Barbosa ressaltou também o potencial energético do Tocantins e as ações adotadas pelo Estado para ampliar a geração de energia limpa, especialmente por meio da energia solar. “O Tocantins tem promovido a política de sustentabilidade de maneira coerente. Somos banhados por duas bacias importantes para o Brasil e, nessas bacias, temos diversas hidrelétricas que também são fontes de energia renovável. Iniciamos uma importante migração para a energia solar. Recentemente, inauguramos o primeiro parque fotovoltaico do Estado em um projeto produtivo de frutas e derivados e já temos outros seis projetos previstos para implantação”, acentuou o chefe do Executivo.

O chefe do Executivo também salientou as ações voltadas à preservação ambiental e ao fortalecimento dos mecanismos de fiscalização e monitoramento do território tocantinense. “Temos projetos voltados para o fortalecimento dos órgãos de controle ambiental para fazer o combate da degradação ambiental e dos incêndios. Todo o nosso território é regido com leis ambientais rigorosas, sendo coberto e monitorado via satélite. Esse é o objetivo da nossa vinda, discutir o Tocantins, trazer informações e levar para o nosso estado”, finalizou.

Potencial do Tocantins

Na área ambiental, o Estado conquistou a liderança nacional entre os estados que mais avançaram em sustentabilidade ambiental entre 2023 e 2025, conforme o Ranking de Competitividade dos Estados, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O resultado é reflexo de ações como o programa Foco no Fogo, que contribuiu para a redução de 34% das queimadas ilegais entre 2024 e 2025.

O Estado também se destaca na geração de energia limpa, com capacidade instalada de 1.968,97 MW, dos quais mais de 93% são provenientes de cinco usinas hidrelétricas e pequenas centrais hidrelétricas. Com demanda de 740,6 MW, consome apenas 37,6% da energia que produz, destinando o excedente ao Sistema Interligado Nacional e contribuindo para a segurança energética do país.

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⁠O Tocantins é um dos estados que mais evoluiu nos serviços públicos digitais. Nas próximas semanas, o Governo do Tocantins assinará a Ordem de Serviço para a instalação de cinco parques fotovoltaicos em prédios públicos, iniciativa que deve gerar economia estimada em R$ 600 milhões ao longo de 25 anos. Além de ampliar a eficiência da gestão pública, a digitalização dos serviços reduz deslocamentos, diminui o consumo de combustíveis fósseis e proporciona mais praticidade à população.

Na área de transporte, o Governo do Tocantins tem adotado medidas que integram sustentabilidade e redução de custos. Veículos elétricos e híbridos estão isentos do pagamento de Imposto de Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) até o fim de 2027. O Estado também aderiu ao programa federal de subvenção ao diesel importado, que garantiu desconto de até R$ 1,20 por litro. A participação representou cerca de 1,79% do consumo nacional e um impacto financeiro de aproximadamente R$ 30 milhões.

Fórum de Lisboa

Realizado anualmente, o Fórum de Lisboa chega à sua 14ª edição em 2026 com o tema Nova ordem internacional, tecnologia e soberania: desafios democráticos, econômicos e sociais. A programação, que ocorre entre os dias 1º e 3 de junho, reúne acadêmicos, gestores, especialistas, autoridades e representantes da sociedade civil do Brasil e da Europa para debater os impactos das transformações tecnológicas nas estruturas políticas, econômicas e sociais, além de temas relacionados à democracia, inovação, sustentabilidade e saúde.

O evento é promovido pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), pelo Lisbon Public Law Research Centre (LPL), da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL), e pelo Centro de Inovação, Administração e Pesquisa do Judiciário da Fundação Getulio Vargas (FGV Justiça).

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