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6ª Conferência Estadual das Cidades do Tocantins debate eixos estratégicos para subsidiar trabalhos deste sábado e domingo

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O Governo do Estado do Tocantins, por meio da Secretaria das Cidades, Habitação e Desenvolvimento Regional, fechou o primeiro dia da 6ª Conferência Estadual das Cidades do Tocantins, desta sexta-feira, 22, com grande público e a apresentação de informações importantes que vão subsidiar os trabalhos temáticos que seguem neste sábado e domingo, 23 e 24. Com início do credenciamento a partir das 8h, atividades, debates e painéis temáticos, ocorrerão no Instituto Federal do Tocantins (IFTO) – Câmpus Palmas.

Nesta sexta, as atividades começaram com a palestra magna – É possível termos cidades inclusivas, democráticas, sustentáveis e com justiça social? Qual a importância da construção e aprimoramento da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano?, proferida pela arquiteta e urbanista, doutora Valéria Cusinato Bonfim, que destacou o processo participativo associado à metodologia específica na criação de políticas públicas eficazes, e de programas e investimentos em nível nacional, visando a construção da cidade mais justas e sustentáveis.

“Eu vejo que é esse o diálogo com os municípios, entender qual é a demanda existente, quais os problemas, inclusive ouvir dos municípios o que pode ser proposta. À medida que você tem esse processo participativo, você consegue fazer uma construção de uma política mais assertiva, que consiga tangenciar o território, isso para o Estado. E assim gera uma política no âmbito nacional e, consequentemente amplia-se a possibilidade de um desenho de programa e de ações, inclusive com linhas de financiamento, de investimentos que viabilizem esses programas”, destacou.

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O Diagnóstico dos Avanços da Políticas Públicas de Desenvolvimento Urbano do Tocantins foi tema de mesa redonda entre os titulares da Secihd, Ubiratan Carvalho; da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcelo Lellis; do diretor-presidente da Tocantins Parcerias, Aleandro Lacerda, e do assessor técnico da Secretaria de Desenvolvimento da Região Metropolitana do Tocantins, Antônio Davi Gouveia Junior.

A participação da Tocantins Parcerias na Conferência das Cidades destacou a regularização fundiária como base para qualquer política pública de desenvolvimento urbano. O presidente Aleandro Lacerda ressaltou a necessidade de avançar na regularização dos Núcleos Urbanos Informais (NUI), em parceria com o Tribunal de Justiça, a Corregedoria e o NUPREF, além de abrir espaço para parcerias público-privadas que tragam soluções inovadoras.

O secretário Marcelo Lellis destacou a força da política ambiental na atual gestão, com equilíbrio entre a preservação e o Desenvolvimento produtivo do estado. “É muito importante que as pessoas que vão ser leitas delegadas nesta conferência, levem com os anseios da política ambiental para a etapa Nacional, para que isso se torne uma política pública do governo federal”, frisou.

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A tarde contou também com o debate dos três eixos: Articulação das políticas públicas urbanas, com explanação do presidente da Agência Tocantinense de Regulação (ATR), Matheus Martins e o secretário Executivo de Planejamento Urbano de Palmas, Lúcio Cavalcante, e moderação do superintendente de Habitação da Secihd, Thiago Simas.

O eixo Gestão Interfederativa, cooperação e consórcio foi debatido entre a professora do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFT e pesquisadora do Observatório das Metrópoles, Germana Pires e o Analista de Infraestrutura em Desenvolvimento Urbano do Ministério das Cidades, Cesar Augustus de Santis, conduzidos pela diretora de captação de recursos da Secihd, Luana Oliveira.

E o terceiro e último eixo – Grande Temas Transversais no Desenvolvimento Urbano, foi apresentado pelo Arquiteto da Secihd, Rodrigo Botelho e a pesquisadora do Laboratório de Assentamentos Humanos –  LabHab FAU/USP e do Observatório das Metrópoles, Marília Gabriela, que abordaram: Transformação digital, Meio ambiente, sustentabilidade e emergências climáticas.

A programação segue até domingo, com debates sobre sete temáticas estratégicas: Habitação e Regularização Fundiária; Saneamento Básico; Mobilidade Urbana; Política e Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano; Consórcios e Financiamento; Controle Social e Gestão; e Grandes Temas Transversais  envolvendo questões de meio ambiente, gênero, tecnologia e outros assuntos intersetoriais.

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TOCANTINS

Corpus Christi: Agência de Metrologia orienta consumidores a prevenir acidentes de consumo durante o feriado

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O feriado prolongado de Corpus Christi é uma oportunidade para muitas pessoas viajarem, visitarem familiares ou aproveitarem momentos de descanso. Para que o período seja marcado apenas por boas experiências, é importante adotar medidas de segurança capazes de prevenir os chamados acidentes de consumo — situações em que produtos ou serviços apresentam falhas, defeitos ou não oferecem a segurança esperada ao consumidor.

Com esse objetivo, o Governo do Tocantins, por meio da Agência de Metrologia, Avaliação da Conformidade, Inovação e Tecnologia do Estado do Tocantins (AEM), reforça orientações importantes para quem pretende passar o feriado fora de casa. A Agência realiza periodicamente fiscalizações no comércio, verificando se produtos como adaptadores e benjamins atendem aos requisitos de segurança estabelecidos pelos regulamentos técnicos.

O presidente da AEM, Denner Martins, destaca a importância da informação como ferramenta de prevenção. “A Agência tem o compromisso de orientar a população sobre práticas seguras de consumo, contribuindo para a redução de acidentes que podem ser evitados com cuidados simples no dia a dia”, afirma.

Como órgão delegado do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) no Tocantins, a AEM recomenda atenção especial aos seguintes pontos durante a hospedagem:

  • Tomadas e instalações elétricas: evite conectar vários aparelhos em uma única tomada, mesmo com o uso de adaptadores ou benjamins. A sobrecarga pode provocar choques elétricos, curtos-circuitos e até incêndios.
  • Cozinha: mantenha crianças afastadas do fogão e de utensílios quentes. Panelas com bases irregulares ou mal posicionadas podem tombar e causar queimaduras.
  • Móveis e eletrodomésticos: observe se estantes, cômodas e outros móveis com risco de tombamento estão devidamente fixados. Televisores devem estar apoiados em superfícies firmes ou instalados conforme as orientações do fabricante.
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Monitoramento de acidentes de consumo

Desde 2013, o Inmetro mantém o Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo (Sinmac), uma plataforma nacional que reúne registros, relatórios e estatísticas sobre ocorrências envolvendo produtos e serviços. As informações contribuem para o desenvolvimento de ações preventivas, além de auxiliar na avaliação dos impactos desses acidentes na saúde pública e na economia.

Consumidores que tenham vivenciado algum acidente podem registrar a ocorrência de forma digital no portal do Inmetro.

Segundo o presidente da AEM, a participação da sociedade é fundamental para fortalecer a segurança nas relações de consumo. “Quando o consumidor comunica um acidente, ele contribui para o aprimoramento dos processos produtivos e ajuda a evitar que novas ocorrências afetem outras pessoas”, ressalta.

A Agência esclarece que o Sinmac não funciona como canal de reclamações individuais. A ferramenta foi criada para reunir dados estatísticos e subsidiar medidas corretivas e preventivas. Para reivindicações relacionadas a direitos do consumidor, é necessário procurar os órgãos competentes de defesa do consumidor.

 

O que pode ser registrado no Sinmac

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Podem ser informados ao sistema:

  • Acidentes de consumo: quando um produto ou serviço causa danos ao consumidor mesmo sendo utilizado de acordo com as instruções de uso;
  • Acidentes domésticos: ocorrências registradas dentro de casa relacionadas a atos inseguros, associados ou não a produtos;
  • Acidentes por mau uso: situações em que o produto ou serviço é utilizado em desacordo com as orientações do fabricante ou fornecedor;
  • Incidentes: casos em que há falha no produto ou uso inadequado, mas sem ocorrência de lesão ou dano ao consumidor.

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