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CONTROLE DA HANSENIASE

Tocantins participa de seminário para o controle da hanseníase

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) participa do Seminário: Referências para o Controle da Qualidade de Baciloscopia em Hanseníase. O evento em formato de videoconferência é organizado pela Fundação Hospitalar de Dermatologia Tropical e Venereologia Alfredo da Matta (FUHAM) e acontece no dia 27 de março, às 14 horas. A instituição é um Centro de Referência nas áreas de hanseníase, dermatologia tropical e infecções sexualmente transmissíveis.

O farmacêutico e bioquímico do Laboratório Central de Saúde Pública do Tocantins (LACEN-TO), Helvio Neves Mangabeira, representa o Tocantins no evento e abordará Fluxogramas do serviço de Controle de Qualidade de Baciloscopia em hanseníase oferecido para rede de laboratórios no Estado do Tocantins.

“O objetivo do fluxo  de Controle de Qualidade é monitorar os  laboratórios públicos e privados do Tocantins para padronizar o diagnóstico de baciloscopia nos laboratóriosda rede estadual e dar mais segurança e confiabilidade para os resultados do diagnóstico de Hanseníase, mesmo sabendo que o diagnóstico é clínico, a realização da baciloscopia é utilizado pelo profissional médico para fazer  a diferenciação do tratamento que será indicado”, destacou o  farmacêutico.

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A diretora do LACEN-TO, Jucimária Dantas, destacou que “a participação da SES-TO neste Seminário é uma oportunidade de compartilhar a nossa experiência de organizar e coordenar a Rede Laboratorial do Tocantins, como estamos atuando e avançando, bem como o Programa de Controle de Qualidade Laboratorial que temos disponibilizado aos integrantes desta Rede, direcionada Laboratórios que realizam exames de interesse em saúde pública, em especial para a baciloscopia de Hanseníase, visto o Tocantins ser um estado endêmico para esta doença”.

Serviço

O Programa de Controle de Qualidade Laboratorial (PCQL) ofertado gratuitamente pelo LACEN-TO, unidade Palmas e Araguaína (LSPA) realiza o monitoramento do diagnóstico laboratorial dos agravos de interesse em Saúde Pública, realizados pelas unidades de saúde (públicas e privadas), cadastradas no programa.

Seminário

O Seminário: Referências para o Controle da Qualidade de Baciloscopia em Hanseníase é aberto ao público e os interessados podem se inscrever pelo link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf1Hz04-Evb9vTyPJvOY_lB39aIO0oi7iEp4kOZXS8ka6xOoQ/viewform

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SAÚDE

SES-TO articula ações para fortalecer assistência à saúde em territórios quilombolas

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Com o objetivo de identificar desafios e fortalecer as ações da Atenção Primária nos territórios, a Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) está alinhando ações para a realização de oficinas voltadas à saúde da população quilombola. A iniciativa conta com a parceria do Ministério da Saúde, de órgãos estaduais e de municípios.

As primeiras oficinas estão previstas para ocorrer nas regiões Sudeste e Amor Perfeito. O município de Dianópolis sediará a etapa inicial, em maio, e Mateiros deve receber a programação no mês de junho. A proposta é expandir a ação para todas as regiões com presença de comunidades quilombolas. Atualmente, existem 12.881 quilombos no Tocantins, sendo 43 reconhecidos pela Fundação Palmares e 54 pela Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais.

A estratégia prioriza a escuta dos gestores municipais da Atenção Primária que atuam diretamente nesses territórios, permitindo um diagnóstico mais preciso das condições de atendimento, considerando as particularidades sociais, culturais e geográficas das comunidades quilombolas no estado.

Do Núcleo de Equidade de Gênero, Raça e Etnia da SES-TO, Paula Rey Vilela explicou que o foco é compreender a realidade dos municípios para qualificar as políticas públicas. “Vamos dialogar com os gestores da Atenção Primária que atuam em territórios quilombolas, entender as dificuldades e levantar um diagnóstico situacional. A partir disso, buscaremos fortalecer as políticas de equidade no estado e subsidiar a construção da política estadual de saúde da população negra e quilombola.”

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Ela destacou ainda que as oficinas vão abordar temas como racismo institucional, acolhimento qualificado e as especificidades culturais dessas comunidades. “Muitas vezes, os profissionais não têm preparo para lidar com essas realidades, o que impacta diretamente no atendimento. A proposta é ampliar essa compreensão e melhorar o cuidado”, completou.

Para a diretora de Políticas para Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Igualdade Social, Bianca Pereira, a iniciativa contribui para ampliar o olhar sobre a saúde pública no estado. “É fundamental pensar a saúde para além do contexto urbano, considerando as especificidades dos territórios quilombolas. As oficinas são uma oportunidade de escuta ativa, que vão permitir entender melhor o acesso à saúde nessas comunidades e aprimorar as ações desenvolvidas.”

O assessor do Ministério da Saúde, Fernando Nunes Alves, ressaltou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Estamos aqui para somar esforços e contribuir com a construção de políticas públicas mais efetivas. O Ministério atua na promoção da igualdade racial e no enfrentamento das desigualdades dentro do SUS, e esse trabalho integrado é essencial para garantir um atendimento mais justo à população quilombola.”

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Durante a reunião, também foi apresentada a Portaria GM/MS nº 9.572, de 22 de dezembro de 2025, que institui incentivo financeiro de custeio mensal para equipes de Saúde da Família que atuam em áreas com população quilombola. A medida busca fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e promover maior equidade no acesso aos serviços.

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