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SES-TO fortalece as ações de vigilâncias com o uso de drones

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) inova nas ações de fiscalização e monitoramento do Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador (DVAST) com a utilização de Aeronaves Remotamente Pilotada (RPAs), popularmente conhecida como drone. O investimento de R$33 mil faz parte de um plano estratégico para integrar tecnologia de ponta às ações de campo, permitindo que as equipes alcancem e monitorem locais de difícil acesso.

Para efetivar as ações com a inovação, nos dias 17 e 18 de dezembro, as equipes técnicas da Vigilância em Saúde do Trabalhador e Vigilância em Saúde Ambiental (DVAST) participam do treinamento especializado ministrado pelo Corpo de Bombeiros Militar para a operação de RPAs.

Após o treinamento, a DVAST estruturará cronogramas de inspeções inteligentes, utilizando o mapeamento aéreo para subsidiar ações preventivas e o controle de doenças relacionadas ao trabalho e ao meio ambiente em todo o Tocantins.

Segundo o gerente de Saúde do Trabalhador, Evesson Farias, “essa união de competências potencializa o resultado das ações. O RPA funciona como um multiplicador da nossa capacidade de vigilância. Com ele, conseguimos realizar uma análise técnica detalhada dos ambientes e processos de trabalho, identificando riscos que muitas vezes não seriam perceptíveis apenas em solo. Essa tecnologia traz uma visão sistêmica e produz provas técnicas robustas para nossos relatórios, sempre focando na prevenção e na promoção da saúde”.

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O secretário de Estado da Saúde, Carlos Felinto afirmou que, “nossa missão é modernizar a saúde pública do Tocantins. O uso dessas aeronaves pela DVAST não é apenas uma atualização tecnológica, mas um compromisso com a eficiência que nos é determinada pelo governador Wanderlei Barbosa. Estamos buscando ferramentas para que as políticas de saúde cheguem com precisão aonde o trabalhador e o meio ambiente precisam de cuidado”.

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SAÚDE

Cinco pessoas serão beneficiadas após HGP realizar captação múltipla de órgãos

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A doação de órgãos é um ato de solidariedade que pode transformar vidas. Nesta terça-feira, 28, o Hospital Geral de Palmas (HGP) realizou mais uma captação múltipla de órgãos no Tocantins. A ação foi possível após a confirmação do diagnóstico de morte encefálica de uma doadora e a autorização da família para a doação.

Foram captados rins, fígado e córneas, que beneficiarão cinco pacientes que aguardam por um transplante. Com esta captação, o Tocantins contabiliza oito procedimentos de captação de órgãos realizados em 2026.

A captação seguiu os protocolos estabelecidos pelo Sistema Nacional de Transplantes e envolveu equipes especializadas responsáveis pela avaliação da doadora, manutenção clínica, confirmação do diagnóstico de morte encefálica, entrevista familiar, logística e retirada dos órgãos e tecidos.

Trabalho conjunto

Para que uma captação de órgãos fosse realizada, foi necessária a atuação integrada de diferentes equipes e instituições. Nesta ação, participaram uma equipe transplantadora de Brasília, com o suporte da Força Aérea Brasileira (FAB), além de profissionais da Central Estadual de Transplantes do Tocantins (CETTO),  Equipe Hospitalar de Doação para Transplante (E-DOT), da Organização de Procura de Órgãos (OPO) e do Banco de Olhos Público do Tocantins (BOTO).

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A operação também contou com o apoio da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/TO), por meio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), da Polícia Militar do Tocantins (PMTO), da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte Público, do Laboratório Central de Saúde Pública do Tocantins (Lacen/TO) e do Hemocentro, garantindo o suporte necessário para a execução de todas as etapas do processo.

Sobre a doação de órgãos

A doação de órgãos somente pode ocorrer após a confirmação da morte encefálica, caracterizada pela perda completa e irreversível das funções cerebrais, conforme os critérios estabelecidos pelo Conselho Federal de Medicina.

No Brasil, a retirada de órgãos e tecidos para transplante depende da autorização da família. Por isso, é importante que as pessoas conversem com seus familiares sobre o desejo de ser doadoras, para que essa vontade seja conhecida e possa ser respeitada.

Após a autorização familiar, os órgãos e tecidos são destinados aos receptores conforme critérios técnicos definidos pelo Sistema Nacional de Transplantes, considerando a compatibilidade entre doador e receptor, a gravidade clínica e a ordem da lista única de espera.

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