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DIA NACIONAL DA VACINAÇÃO

No Dia Nacional da Vacinação, SES-TO reforça a importância da imunização

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As vacinas têm importância histórica para erradicação ou diminuição da incidência de várias doenças graves, como varíola, caxumba, gripe, poliomielite, rubéola, sarampo e coqueluche. No dia 17 de outubro, o Brasil celebra este importante instrumento para a manutenção da vida, desde o nascimento até a vida adulta. O Dia Nacional de Vacinação reforça sua importância para a saúde pública e manter cartão de vacinação atualizado é a demonstração autocuidado.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as vacinas salvam a vida de três milhões de pessoas a cada ano. “Promover a importância da  Vacinação no controle de doenças e epidemias e promover a vida. Temos um calendário básico de vacinação extenso, que vai desde crianças, adolescentes, adultos, idosos, gestantes e indígenas. O Estado tem mais de 300 salas de vacina espalhadas, sempre haverá uma sala ou um ponto de vacinação próximo da população”, disse a gerente de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO), Diandra Sena.

A diretora de Vigilâncias das Doenças Transmissíveis e Não Transmissíveis  da SES-TO, Gisele Luz explica que a Pasta é responsável pela distribuição de vacinas para todos os municípios, além de auxiliar os poderes municipais na definição de estratégias para ampliar as coberturas vacinais. “Fazemos o recebimento, distribuição e acompanhamento da cobertura vacinal de todas as doses do calendário básico de vacinação da criança, adolescente, adulto, idoso e outros. Como também somos responsáveis pela capacitação e monitoramento de todas as equipes do Estado, enquanto os municípios são os responsáveis pela aplicação dos imunizantes. São centenas de pessoas envolvidas diretamente na prevenção de doenças de forma simples e eficaz”, ressaltou.

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Calendário de Vacinação

Atualmente, o Programa Nacional de Imunização (PNI) do Sistema Único de Saúde (SUS) conta com mais de 20 vacinas que protegem contra 26 enfermidades diferentes para serem aplicadas em todas as faixas etárias, sejam crianças, adultos, idosos, gestantes e etc.

São elas: BCG, Hepatite B, Penta, Pólio inativada, Pólio oral, Rotavírus, Pneumo 10, Meningo C, Febre amarela, Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola),Tetra viral (sarampo, caxumba e rubéola e varicela), DTP, Hepatite A, Varicela, Difteria e tétano adulto (dT), Meningocócica ACWY, HPV quadrivalente, DTPA, Influenza (esta, ofertada durante Campanha anual) e Pneumocócica 23-valente (Pneumo 23).

Acesso

Toda a população pode se vacinar gratuitamente nas mais de 320 salas de vacinação localizadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de todo o Tocantins. Para isso, basta comparecer a um dos locais, com o cartão de vacinação e um documento de identificação em mãos.

O cartão de vacinação é o documento que comprova a situação vacinal do indivíduo, devendo ser guardado junto aos demais documentos pessoais.

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SAÚDE

No Dia Mundial de Proteção ao Aleitamento Materno, Governo do Tocantins destaca ações de incentivo à amamentação

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No Dia Mundial de Proteção ao Aleitamento Materno, celebrado nesta quinta-feira, 21, o Governo do Tocantins destaca o fortalecimento de ações de incentivo e apoio à amamentação. No Hospital e Maternidade Dona Regina Siqueira Campos (HMDR), em Palmas, a hora dourada (Golden Hour) é considerada uma etapa fundamental para o sucesso do aleitamento materno.

A hora dourada, período que compreende os primeiros 60 minutos de vida do bebê, é decisiva para a adaptação ao ambiente externo, o contato pele a pele imediato e o início da amamentação, fatores que contribuem para o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho. O clampeamento oportuno do cordão umbilical e o estímulo à amamentação na primeira hora de vida estão entre as medidas priorizadas pelas equipes de saúde da unidade hospitalar.

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Felinto, destaca a importância das ações desenvolvidas nas maternidades estaduais. “As nossas equipes estão capacitadas para garantir as práticas de estímulo à amamentação, promovendo um atendimento mais seguro, humanizado e acolhedor às mães e aos recém-nascidos”, pontua.

Hora dourada

A recomendação é que o contato pele a pele seja mantido por pelo menos uma hora. Em partos normais, esse tempo costuma ser facilmente preservado. Já nas cesarianas, o período pode ser reduzido devido aos procedimentos cirúrgicos e à necessidade de transferência da paciente, mas mesmo em intervalos menores já apresentam benefícios importantes.

A médica pediatra Bruna Muller explica que o contato pele a pele é uma das práticas mais importantes da Golden Hour. “O contato ajuda o recém-nascido a fazer essa transição da vida intrauterina para o ambiente externo, de forma mais tranquila e segura. Quando o bebê é colocado no colo da mãe logo após o nascimento, ele reconhece a voz, o cheiro, o calor e os batimentos cardíacos que já conhecia dentro da barriga. Isso favorece a regulação da respiração, da temperatura corporal e dos batimentos cardíacos, além de fortalecer o vínculo afetivo entre mãe e filho”, ressalta.

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A paciente Ana Keila Lopes Soares compartilhou a emoção de vivenciar o contato pele a pele logo após o nascimento do seu bebê no Hospital e Maternidade Dona Regina. “Já é o meu quarto filho e, em todas as experiências, tive esse contato pele a pele após o nascimento, o que determinou o sucesso da amamentação. Quando o bebê nasce e é colocado no colo, a gente sente que está tudo bem, que ele está saudável. O contato é totalmente diferente, muito mais intenso”, enfatizou.

Mãe pela primeira vez, Débora Letícia Barbosa Costa relatou a emoção de vivenciar a hora dourada após o parto. “Eu já conhecia a importância desse momento antes mesmo do nascimento do meu bebê. Quando ele nasceu e foi colocado no meu peito ainda na sala de parto, senti um alívio muito grande por vê-lo bem e comigo. Foi um momento muito marcante na minha vida como mãe. Consegui amamentá-lo ainda na primeira hora de vida. Apesar das dificuldades iniciais, a equipe foi muito parceira, me ajudou e me acolheu. Todo mundo que me atendeu me fez sentir respeitada e segura durante o parto”, salientou.

Além do cuidado humanizado e das ações de incentivo ao aleitamento materno, o Hospital e Maternidade Dona Regina também se destaca pelos números expressivos na assistência materno-infantil. Em março deste ano, a unidade alcançou a marca de 436 partos realizados, refletindo a atuação da equipe na assistência materno-infantil. Desse total, 184 foram partos normais, correspondendo a 42% dos procedimentos, enquanto 252 ocorreram por cesariana, representando 58% dos nascimentos registrados no período. Os dados evidenciam o compromisso da unidade em garantir atendimento seguro e qualificado às gestantes, respeitando as necessidades clínicas de cada caso.

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Estrutura e suporte

A Equipe Matricial de Humanização (EMH) da maternidade é composta por profissionais como fisioterapeuta, enfermeira, psicólogas, assistentes sociais e administrativa. Mensalmente, é realizado um conjunto de ações voltadas à preparação de gestantes e acompanhantes. Entre as atividades, está o curso de preparação para o parto, ofertado em formato presencial e on-line, oficina de amamentação ofertada a cada dois meses de forma on-line, sob orientação de uma profissional de fonoaudiologia, com apoio da equipe de humanização.

Outro serviço disponível é a visita guiada à maternidade, momento em que gestantes e acompanhantes conhecem a estrutura e o fluxo de atendimento. A atividade é agendada e ocorre, em geral, às terças-feiras, podendo haver datas extras conforme a demanda. Para garantir melhor organização e acolhimento, os grupos são reduzidos.

As iniciativas têm como objetivo preparar as gestantes para o parto, o nascimento e os primeiros cuidados com o bebê, incluindo orientações sobre a Golden Hour e o início da amamentação ainda nas primeiras horas de vida.

Aleitamento materno

O leite materno é o melhor alimento para bebês e a forma de proteção mais eficiente para diminuir as taxas de mortalidade infantil. Segundo o Ministério da Saúde, a amamentação é capaz de reduzir em até 13% os índices de mortes de crianças menores de cinco anos.

O aleitamento materno protege a criança da diarreia, de infecções respiratórias e alergias, além de evitar o risco de desenvolver hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade na vida adulta. Mães que amamentam também são protegidas em relação a diversas doenças. O Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os dois anos de idade ou mais e, de forma exclusiva, nos seis primeiros meses de vida.

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