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Gestores da SES-TO alinham fluxo de trabalho com as diretorias do hospitais estaduais

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Cirurgias eletivas, produção das unidades, transferência de pacientes entre as unidades, escalas de profissionais para o atendimento no final de ano e celeridade nos acolhimentos. Estas foram algumas das pautas debatidas entre os gestores da Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) e representantes das diretorias dos hospitais geridos pela Pasta. O encontro para melhoria dos serviços hospitalares ofertados no Sistema Único de Saúde (SUS) tocantinense aconteceu na quinta-feira, 21, em Palmas.

Na ocasião, dúvidas e necessidades dos diretores hospitalares foram ouvidas pelo titular da SES-TO, Carlos Felinto e pelo secretário-executivo, Luciano Lima Costa. “Constantemente temos  reuniões com os diretores dos hospitais para ouvir as demandas, alinhar assistências e melhorar os atendimentos ofertados. O nosso objetivo é possibilitar aos representantes das unidades, o auxílio quanto às necessidades”, destacou o titular da SES-TO, Carlos Felinto.

O gestor acrescentou que, “aqui analisamos dados que servem para o direcionamento de novas ações, com foco no ano de 2025, ano que pretendemos ampliar serviços, melhorar fluxos e consequentemente, para acolher ainda melhor a população usuária do SUS, conforme nos determina o governador Wanderlei Barbosa”.

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“Para nós gestores, participar dessas reuniões com os secretários e as equipes da Secretaria Estadual de Saúde tem uma importância significativa, pois é um momento onde temos um retorno do trabalho prestado em nossos hospitais e na contrapartida também somos ouvidos quanto às nossas dificuldades, anseios e sugestões para melhoria na prestação de serviços aos nossos usuários”, destacou a diretora-geral do Hospital Regional de Augustinópolis (HRAUG), Vilma Jovino.

O diretor-geral do Hospital Regional de Paraíso (HRP), Diego Segger, pontuou que “foi muito importante o alinhamento da comunicação entre os gestores da SES, e as direções dos hospitais estaduais. Com isso conseguimos definir ações estratégicas para enfrentarmos os desafios rotineiros das unidades. O secretário juntamente com a equipe técnica elencaram dados realizados durante o ano, e já definimos ações para o encerramento dele. Esse apoio às direções é fundamental para termos cada dia mais avanços significativos no SUS Tocantinense”.

Dados

Dentre os destaques das apresentações de produção estão os números de cirurgias eletivas, com mais de 15 mil produzidas em 2024; os chamamentos abertos e a contratação de novos especialistas para as escalas e o fortalecimento da rede assistencial e o fortalecimento da rede com mais de 20 mil equipamentos entregues. “Nossas unidades têm uma produção muito expressiva e neste momento de reconhecimento do empenho de todos, também é possível dimensionar crescimento e aprimoramento das ações, de forma coordenada e assertiva”, pontuou o superintendente de Unidades Hospitalares Próprias da SES-TO, Andreis Vicente da Costa.

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SAÚDE

SES-TO articula ações para fortalecer assistência à saúde em territórios quilombolas

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Com o objetivo de identificar desafios e fortalecer as ações da Atenção Primária nos territórios, a Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) está alinhando ações para a realização de oficinas voltadas à saúde da população quilombola. A iniciativa conta com a parceria do Ministério da Saúde, de órgãos estaduais e de municípios.

As primeiras oficinas estão previstas para ocorrer nas regiões Sudeste e Amor Perfeito. O município de Dianópolis sediará a etapa inicial, em maio, e Mateiros deve receber a programação no mês de junho. A proposta é expandir a ação para todas as regiões com presença de comunidades quilombolas. Atualmente, existem 12.881 quilombos no Tocantins, sendo 43 reconhecidos pela Fundação Palmares e 54 pela Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais.

A estratégia prioriza a escuta dos gestores municipais da Atenção Primária que atuam diretamente nesses territórios, permitindo um diagnóstico mais preciso das condições de atendimento, considerando as particularidades sociais, culturais e geográficas das comunidades quilombolas no estado.

Do Núcleo de Equidade de Gênero, Raça e Etnia da SES-TO, Paula Rey Vilela explicou que o foco é compreender a realidade dos municípios para qualificar as políticas públicas. “Vamos dialogar com os gestores da Atenção Primária que atuam em territórios quilombolas, entender as dificuldades e levantar um diagnóstico situacional. A partir disso, buscaremos fortalecer as políticas de equidade no estado e subsidiar a construção da política estadual de saúde da população negra e quilombola.”

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Ela destacou ainda que as oficinas vão abordar temas como racismo institucional, acolhimento qualificado e as especificidades culturais dessas comunidades. “Muitas vezes, os profissionais não têm preparo para lidar com essas realidades, o que impacta diretamente no atendimento. A proposta é ampliar essa compreensão e melhorar o cuidado”, completou.

Para a diretora de Políticas para Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Igualdade Social, Bianca Pereira, a iniciativa contribui para ampliar o olhar sobre a saúde pública no estado. “É fundamental pensar a saúde para além do contexto urbano, considerando as especificidades dos territórios quilombolas. As oficinas são uma oportunidade de escuta ativa, que vão permitir entender melhor o acesso à saúde nessas comunidades e aprimorar as ações desenvolvidas.”

O assessor do Ministério da Saúde, Fernando Nunes Alves, ressaltou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Estamos aqui para somar esforços e contribuir com a construção de políticas públicas mais efetivas. O Ministério atua na promoção da igualdade racial e no enfrentamento das desigualdades dentro do SUS, e esse trabalho integrado é essencial para garantir um atendimento mais justo à população quilombola.”

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Durante a reunião, também foi apresentada a Portaria GM/MS nº 9.572, de 22 de dezembro de 2025, que institui incentivo financeiro de custeio mensal para equipes de Saúde da Família que atuam em áreas com população quilombola. A medida busca fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e promover maior equidade no acesso aos serviços.

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